Não corrompam nossas crianças através da “Ideologia de Gênero”

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Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança

… nas páginas da História

Graças a essa denúncia profética do Prof. Plinio Corrêa de Oliveira a propriedade privada ainda persiste no Brasil.

Tramitava naquela Casa um projeto de lei, enca minhado no dia 30 de março de 1960 pelo Governo Carvalho Pinto, e que se apresentava como “passo pioneiro” de uma reforma agrária “moderada”.

Tal projeto, conhecido com o nome de Revisão Agrária, chamou vivamente a atenção do País inteiro. Diversos setores da esquerda o aplaudiam nesse “passo pioneiro”, na verdade o início de uma caminhada rápida à derrocada da estrutura rural vigente.

Muitos centris tas o tomavam como uma concessão que adormeceria o ímpeto agro-reformista, pela aplicação da tática entreguista do “ceder para não perder“.

O fato é que, a partir da apresentação do projeto, tudo em matéria de propaganda agro-reformista começou a andar com mais força e de forma acelerada no Brasil.

A bem dizer, foi esse projeto que atraiu a atenção da opinião pública para o problema da reforma agrária, o qual crepitava, algum tanto despercebido do grande público, no Legislativo federal. E dessa forma o assunto alcançou redobrada atualidade.

Ora, Reforma Agrária – Questão de Consciência desenvolvia em algumas de suas partes vigorosa argumentação contra tal projeto. Era natural, pois, que a Comissão de Economia da Assembléia Legislativa, encarregada de dar um parecer sobre o projeto de Revisão Agrária, desejasse conhecer em toda a extensão o pensamento dos autores do livro.

A sessão se realizou no dia 16/11/1960, no salão do plenário da Assembléia Legislativa paulista, sob a presidência do Deputado Ciro Albuquerque, presentes numerosos parlamentares.

As tribunas se encontravam lotadas. Num ambiente de grande interesse, falaram pela ordem os autores Plinio Corrêa de Oliveira, D. Geraldo de Proença Sigaud, D. Antonio de Castro Mayer sobre os vários aspectos do projeto, ressaltando-lhe notadamente o caráter igualitário e anticristão.

Por fim, o economista Luiz Mendonça de Freitas se pronunciou sobre aspectos técnicos da questão. Terminadas as exposições, houve animado debate. (Cfr. “Catolicismo”. n.° 121, janeiro de 1961).

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