Rússia: da “cultura da morte” soviética à extinção em nome dos “Direitos Humanos”

A população da Rússia sofre alarmante declínio demográfico, após o reinado absoluto da “cultura da morte” no período soviético. Documento da prestigiada agência de qualificação financeira S&P prevê ruinosos problemas econômicos para esse país em virtude do envelhecimento da população, noticiou a AFP.

“Segundo nossas previsões a população vai cair a 116 milhões em 2050, contra 140 milhões em 2010”, escreveu relatório da S&P.

A queda será mais sensível na população ativa, que vai descer de 72,1% da população total a 60,4%.

O relatório que só considera os aspetos econômicos prevê um endividamento monstruoso do Estado russo pela explosão do número dos aposentados e anciãos sem família.

Nesse horizonte o Estado russo enfrentará o pior dos cenários econômicos com dividas gigantescas e um crescimento econômico que equivale a uma involução, empobrecimento e miserabilização da população.

Somente em 2010, a Rússia perdeu 241.000 habitantes.

É para horizontes inimaginados desse gênero que nos leva a “cultura da morte” drapeada sob enganosos “Direitos Humanos” como no PNDH-3.