Artigos sobre a situação brasileira.
Se você não fizer nada agora, não adiantará chorar sobre o resultado das urnas. E prepare-se para assistir nos próximos 4 anos uma transformação radical do País”,
declarou Mario Navaro da Costa, Diretor de Campanhas do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, ao lançar a “Força Tarefa Eleições Ficha Limpa de PNDH-3”.
Em e-mail circular a todos os simpatizantes do Instituto e participantes da campanha contra o PNDH-3, Navarro alerta para o grave momento em que nos encontramos
No Programa Raul Gil de 28/08/2010, transmitido pelo SBT, no quadro “Para quem você tira o chapéu?”, Jorge Reis da Costa – o radialista esportivo e apresentador de televisão conhecido popularmente como Jorge Kajuru – quase deixou em pânico o apresentador, que tratou de colocar “panos quentes” nas incômodas afirmações de seu convidado.
Num auditório de 250 pessoas das classes sociais C, D e E, Kajuru arrancou aplausos com afirmações sobre uma realidade que salta aos olhos de todos, menos aos de certa mídia, que como um mantra vive misteriosamente de repetir, baseada nos institutos de pesquisa, a pretensa avassaladora popularidade do Presidente Lula.
Na verdade, o INCRA mantém a política de não conceder o título de propriedade da terra ao assentado sob a alegação de que ele poderá vendê-la...
Segundo dados mais atualizados do INCRA, apenas 2,54% dos assentados teriam recebido título de propriedade e outros 2,81% teriam apenas um contrato de concessão de uso.
Os demais 94,66% – equivalentes a 1.058 milhões de assentados – se encontram na terra do Estado sem nenhuma garantia.
Até fins de 2008, o INCRA havia incorporado cerca de 80 milhões de hectares e constituído aproximadamente 1,1 milhões de famílias assentadas.
Para se ter idéia do tamanho e do alcance de tal investida, consideremos que 80 milhões de hectares representam quase 25% da área total ocupada pelo setor agropecuário no Brasil.
Ou 100% da área ocupada pela agricultura e pecuária nos Estados de Minas, São Paulo, Rio, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, somados
Dentro de quatro anos, a Reforma Agrária no Brasil completará meio século de sua promulgação. Seus fautores sempre a apresentaram como parte essencial das Reformas de Base, a coqueluche revolucionária do início dos anos de 1960.
Para eles, a Reforma Agrária seria condição necessária para que o País alcançasse seu pleno desenvolvimento econômico e social.
Cabe ressaltar que tal projeto fazia parte do ideário estatizante e igualitário do socialismo e do comunismo.
Informei-me com a coordenação desta Campanha do IPCO e soube que uma boa porcentagem das pessoas que assinam o Cartão Amarelo contra o PNDH-3 possui e-mail.
Deduz-se daí que esta Campanha está tendo um resultado extraordinário, pois uma vez que as pessoas assinam com tanta convicção na rua, é certo que também enviam e-mails a seus amigos e conhecidos, animando-os a protestar também.