Artigos sobre a situação brasileira.

Um problema de saúde pública… Ou de mentira pública?

Atilio Faoro

Há pouco a revista “Época” (24/5/10) publicou o resultado de uma pesquisa nacional realizada este ano pelo Ibope que aponta que 15% das brasileiras entre 19 e 39 anos de idade já fizeram aborto.

Em Brasilia, marcha contra o aborto.

A reportagem, depois de apresentar uma longa matéria sobre o tema, reconhece que “para 68% dos brasileiros, a lei deve continuar como está (criminalizando o aborto, salvo em casos muito definidos) segundo uma pesquisa de 2008 do instituto Datafolha” e que “apenas 11% defendem a descriminalização” do aborto. Ou seja, os brasileiros, em sua esmagadora maioria, não aceitam o aborto.

Apesar desta evidência, a vontade do povo não tem valor em nossa atual democracia. E a reportagem sente-se à vontade para lançar o chavão abortista do “problema da saúde pública”, como se a descriminalização do aborto fosse uma necessidade urgente. Não ter livre acesso ao aborto é como sofrer de uma epidemia! (mais…)

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Brasil sem Reforma Agrária

Cuba agro-reformada

Helio Brambilla

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O país modelo de nossos agro-reformistas – naufraga por onde quer que se olhe.

Enquanto crescemos numa velocidade vertiginosa, a produção de Cuba – o país modelo de nossos agro-reformistas – naufraga por onde quer que se olhe.

Sua atual safra açucareira é a pior dos últimos 105 anos, segundo o jornal oficial “Granma”. A superfície de cultivo caiu de 2 milhões para 750 mil hectares, e mais de 100 mil postos de trabalho foram eliminados.

No ano anterior à sua queda – 1958 – a safra atingiu 5,6 milhões de toneladas, ocasião que a Pérola das Antilhas se tornara o maior exportador de açúcar do mundo!

Após 50 anos de ditadura comunista aplicando a decantada “Reforma Agrária” sua produção caiu para 1,2 milhões de toneladas.

Bem comparando, tão-só o nosso grupo COSAN – na safra de 2009 – produziu mais do dobro da produção cubana, ou seja, 3.276,245 toneladas, sem contar os 2 bilhões de litros de álcool.

De onde vem o dinheiro de nossas reservas? (mais…)

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Usando quilombolas para implantar o Marxismo

Aguinaldo de Souza Ramos.

Segundo a construção doutrinária em que se baseiam pareceres de ONGs quilombolas, o principal critério para o reconhecimento dos direitos fundamentais é a sua ligação ao princípio da dignidade da pessoa humana, da qual aqueles direitos fundamentais seriam irradiações.

Daí se deduziria o vínculo entre a dignidade da pessoa humana dos quilombolas e a garantia do art. 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT). Logo, o art. 68 do ADCT, que favorece os quilombolas, constituiria direito fundamental.

Assim, os direitos dos quilombolas deveriam ser garantidos desde a promulgação da Constituição Federal, em 1988. Esta era a vontade do Constituinte no momento da promulgação da Constituição.

Quilombo, naquele momento, era o nome que se dava à aldeia onde se concentravam escravos fugidos das fazendas, minas, casas de família do Brasil colonial.

Seguindo este conceito, eram cerca de cem as aldeias de quilombolas no final do século passado, segundo Enciclopédia Barsa, edição 2004. Os remanescentes destes quilombos eram os quilombolas descendentes que continuavam ocupando suas aldeias. Certo ou errado, este era o entendimento do Constituinte em 1988. (mais…)

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Plebiscito para limitar a propriedade

Veja trecho abaixo publicado em “O Globo”. Infelizmente, clérigos e prelados continuam a usar o nome de católicos para espalhar “os erros da Rússia”, condenados e denunciados por Nossa Senhora em Fátima, e veementemente condenados pela doutrina católica.

Com efeito, o direito de propriedade é um direito sagrado, protegido por dois mandamentos da lei de Deus: 7º – Não roubarás e 10º – Não cobiçarás as coisas alheias. E essa limitação da propriedade reivindicada pela CPT não é senão um passo para igualar as propriedades e depois coletivizá-las, sufocando o incentivo à produção e levando às misérias da Rússia comunista. (mais…)

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