Artigos de Plinio Corrêa de Oliveira ou sobre ele.
O vaticanista Andrea Tornielli, (“Paolo VI. L’audacia di un Papa”) trouxe nova luz sobre a omissão da condenação explícita do comunismo pelo Concilio Vaticano II, segundo o escritor Antonio Socci no diário “Libero”.
Realidade ou conto de fadas? Ter-se-ia o direito de hesitar, considerando a harmonia, a leveza, a suprema distinção deste castelo, construído sobre águas de uma serenidade e de uma profundidade dignas de lhe servirem de espelho. Dir-se-ia até que esta inimaginável fachada foi feita para ser vista principalmente em seu reflexo nas águas límpidas sobre que paira.
Resumo: A imagem dos quatro dedos integra uma alegoria em que o comunismo personificado confessa estratégias para avançar no Brasil. O personagem fala em justificar o crime, enfraquecer a repressão, introduzir armas e apresentar líderes como solução para o medo…
O estado de plebeu pode e deve pois estadear-se tranqüila e dignamente à luz do sol, e o plebeu pode e deve viver com fartura, com despreocupação, com nobreza diríamos em seu estado, no estilo de vida que lhe é próprio, sem sentir a necessidade de se camuflar como burguês, mas mostrando pelo contrário, a todos; de quanta beleza tangível e quanto esplendor moral é capaz a vida de um plebeu resgatado pelo Sangue de Cristo.
Dentro do conjunto de cores, poder-se-ia fazer um passeio: ora “entrar” no céu cor de anil, ora no dourado absoluto, depois no verde total ou no vermelho bem rubro.
“Tudo se reflete nos olhos: não só o mundo visível, mas também as paixões da alma. Mesmo um observador superficial descobre neles os mais variados sentimentos: cólera, medo, ódio, afeto, alegria, confiança ou serenidade. O jogo dos diversos músculos do rosto encontra-se de algum modo concentrado e resumido nos olhos, como num espelho”.