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No primeiro dia de aula, um novo grupo de voluntários da Ação Estudantil da TFP foi ao Gettysburg College para defender o direito à vida e aprimorar suas habilidades de debate.

Eles ergueram o magnífico estandarte vermelho da TFP diante do refeitório, em um local de grande circulação, e desfraldaram sua faixa: “Reze e aja para pôr fim ao pecado do aborto.”

Os argumentos contra o aborto

Os voluntários da TFP costumam se destacar em condições desafiadoras porque possuem convicções profundas, firmemente enraizadas na verdade da Fé Católica. Vários estudantes esquerdistas aceitaram o desafio e repetiram argumentos de manual para justificar o assassinato de inocentes: liberdade de escolha, autonomia corporal e casos médicos difíceis.

Durante várias horas, os voluntários da TFP apararam cada golpe com um contra-argumento baseado na verdade, na lei natural, na ciência e nos Dez Mandamentos, até que o campo de batalha da polêmica ficasse desimpedido e tranquilo, e nenhum outro adversário intelectual ousasse se apresentar. Em outras palavras, os jovens católicos da TFP desmontaram todas as falsas narrativas favoráveis ao aborto.

John, do Texas, debateu simultaneamente com quatro defensores do aborto. Dominic, da África do Sul, enfrentou três. E um grupo maior de estudantes esquerdistas fez fila para debater com Rafael, membro da TFP. Assim que um deles saía, outro ocupava seu lugar.

Os argumentos esquerdistas eram frequentemente ilógicos ou pouco refletidos. Uma feminista ficou tão desnorteada que começou a gritar sobre assuntos totalmente alheios à campanha. Outra estudante começou a chorar ao perceber que seus argumentos a favor do aborto caíam por terra.

Contraste de estilo e espírito

Durante a campanha, algo que ia além dos elementos básicos do próprio debate se destacou. Dois estados de espírito distintos também se manifestaram de outras formas. O lado que defendia o aborto revelava com frequência atitudes semelhantes. Esse estado de espírito se traduzia em uma propensão ao uso de linguagem grosseira, ao comportamento vulgar e à aversão a Deus e à moralidade.

Em contraste, aqueles que lutavam pelo direito à vida concedido por Deus demonstravam uma atitude respeitosa e cavalheiresca para com todos — fossem amistosos ou nem tanto —, sem jamais recorrer à linguagem vulgar nem afundar no pântano dos insultos. Eles começaram sua cruzada pró-vida com uma oração à Virgem das Virgens e a encerraram com o santo Nome de Jesus nos lábios.

“Eu já tinha visto os vídeos e sabia que a esquerda podia ser ridícula”, disse Juan, um novo voluntário da TFP. “Mas isto superou o que eu imaginava. Fico feliz por estar do lado que defende o que é certo e verdadeiro.”

A maioria das campanhas da TFP termina com o conhecido brado de batalha, repetido três vezes: “Tradição, Família, Propriedade!”, seguido de “América!”. Naquele dia, não foi diferente.

O lema da TFP ressoou claramente pelo campus gramado e chamou a atenção de um esquerdista que se esforçava para encontrar uma resposta capaz de se contrapor à força desses três valores sacrossantos que sustentam a Civilização Cristã.

Por fim, o ativista favorável ao aborto encontrou seu lema de resposta e soltou abruptamente: “Salve Satanás!”. O brado sombrio desmascarou o verdadeiro espírito por trás do movimento pelo aborto.

Para os voluntários da TFP que presenciavam a cena, uma resposta apropriada surgiu naturalmente: “Salve Maria!”. De fato, como ensinam as Escrituras, o pé da pura e humilde Virgem Maria esmaga decisivamente a cabeça da serpente soberba e perversa (Gn 3,15).


Fonte: TFP Student Action — https://tfpstudentaction.org/blog/abortion-arguments-fall-apart

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