Edson Carlos de Oliveira

Protesto contra o aborto em Sevilla

Em frente ao Hotel Meliá Sevilla, o movimento espanhol HazteOir organizou um protesto com mais de 10.000 pessoas contra ocongresso que reuniu 600 “profissionais” de aborto de 48 países para compartilhar técnicas de matar bebês no ventre materno.

«Querem-se chamar profissionais de medicina», mas «sua função é acabar com uma vida», portanto, «são profissionais da morte», disse uma das organizadoras, Gádor Joya, realçando o dado de que o “negócio” do aborto «na Espanha fatura, por ano, declarados, mais de 50 milhões de euros».

De acordo com o site de HazteOir, o principal objetivo da manifestação foi para que Sevilha não ficasse marcada como capital mundial do aborto. E por isso adotaram como lema “Sevilha, capital da Vida”.

O ato acabou com a leitura de um manifesto contra o financiamento das Administrações Públicas locais ao referido Congresso e por tê-lo considerado como de “interesse científico-sanitário”, exigindo que as autoridades «deixem de financiar com nosso dinheiro a indústria do aborto», que se enriquece «à custa do sofrimento das mães».