Notícia de InfoCatólica/Aica, 29 de julho comenta que no próximo domingo, 4 de agosto, os uruguaios irão às urnas para decidir se querem um referendum que revogue a Lei para pessoas trans aprovada no Parlamento em outubro de 2018.

      Nosso site apontou os erros dessa Lei: “Um dos artigos, que despertou polêmica na opinião pública e entre os legisladores, é o que estabelece que menores de 18 anos não necessitam da autorização dos pais para mudar seu nome ou receber tratamento hormonal” e ainda estabelecendo cotas: “o Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional deve determinar uma cota “não inferior a 1% dos seus programas de capacitação para as pessoas trans”.https://ipco.org.br/noticias-breves-08-11/#.XUOWWOhKguU2/

               No caso uruguaio bastam 25% dos eleitores, cerca de 650 mil pessoas, votarem SIM e se fará o referendum.

             Segundo infoCatólica bispos católicos uruguaios criticaram a lei de 2018 afirmando que a pretexto de discriminação que sofre um determinado grupo “se está pretendendo alterar todo o tecido social fraterno” em nossa sociedade. A Comissão Família e Vida criticou a ideologia de gênero e acrescentava que “a ciência e a comum experiência ensinam que o sexo biológico independe de toda lei ou convenção humana”.

              Em outras palavras Deus os criou homem e mulher, ensina a Sagrada Escritura.

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           Auguramos que os bispos uruguaios incentivem os fiéis católicos a comparecerem às urnas, dia 4, e votarem SIM ao referendum a fim de revogar essa Lei que fere a Lei Natural, o direito primordial dos pais sobre os filhos.

              Também no Brasil há leis impostas na ditadura petista, contrárias à família, contrárias à propriedade que precisariam ser revogadas, se necessário, com consultar popular.

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