Resumo: O exército boliviano e os acordos da Bolívia com Irã, China e Rússia são apresentados como fatores de preocupação para os países vizinhos. O texto examina a aproximação política e militar, considera a influência socialista na região e alerta…
Resumo: Relativismo católico e onda anti-vida são relacionados por estudos sobre anticoncepção, omissão religiosa e a difusão de práticas contrárias à vida. Gianpiero Dalla Zuanna, professor de demografia na Universidade de Pádua, analisou e explicou por que a Igreja não…
Resumo: A produção local de Prato é afetada pelas condições dos operários chineses na Itália e pela concorrência de mercadorias fabricadas em regime de exploração. O texto examina o impacto sobre empresas, empregos e cultura da cidade, relaciona imigração e economia informal e questiona vantagens comerciais obtidas quando direitos trabalhistas são desconsiderados.
Empresários chineses estão dominando o mundo empresarial com ajuda ocidental.
Luis Dufaur
Dezenas de milhares de chineses como que obedecendo a um plano instalaram-se na cidade italiana de Prato e transformaram esse prestigioso pólo têxtil em uma capital das confecções baratas, segundo reportagem do “New York Times”.
No coração da histórica Toscana, os empregados-escravos chineses trabalham 24 horas em cerca de 3.200 empresas que fabricam roupas, sapatos e acessórios baratos para poder acrescentar neles o rótulo Made in Italy. Assim prejudicam o renome dos produtos de alta qualidade da Itália e arruinam as empresas locais que agem dentro da lei.
A cidade vai perdendo seu tom cultural clássico que é substituído por um ambiente de Chinatown. Segundo a prefeitura de Prato, há 11.500 imigrantes legais e outros 25 mil ilegais. A cidade tem 187.000 habitantes no total.
À ilegalidade soma-se o incessante “barulho, maus hábitos, prostituição”. A tensao social inspira temores. Neste ano, houve 154 batidas policiais e as irregularidades constatadas foram numerosas, mas também várias autoridades foram presas por aceitar porpinas para legalizar situações irregulares.
Resumo: A proteção da família é defendida em medidas discutidas na Lituânia e na Colômbia contra o que o texto chama de revolução homossexual. A análise compara respostas legais e políticas, examina a defesa do casamento e da educação dos filhos e sustenta que o Estado deve preservar a instituição familiar em vez de submetê-la a mudanças ideológicas.
“Não se pode propagar perversão alguma. Tais eventos como as paradas gays provocam grandes prejuízos às crianças”.
Dois exemplos de autoridades governamentais cumprindo o dever de defender a família, protegendo-as de ataques incessantes da “revolução homossexual”.
Como, infelizmente, são raras tais autoridades em nosso País, aqui transcrevo as notícias (uma da Lituânia e outra da Colômbia).
Parlamento da Lituânia considera lei que proíbe a homossexualidade
Hilary White
VILNIUS, Lituânia, 17 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Depois da violência da parada do orgulho gay de maio passado em Vilnius, o Parlamento da Lituânia está considerando a aprovação de uma lei que proibiria outras manifestações homossexuais públicas.
A versão preliminar da lei propõe impor multas entre 2.000 e 10.000 litas por “promover publicamente as relações homossexuais”. Na primeira leitura na sexta-feira, a lei recebeu 31 votos a favor e sete contra, com a maioria dos 141 legisladores se abstendo, de acordo com a revista The Baltic Course.
Uma segunda votação é aguardada para dezembro, conforme reportagem da revista online. (mais…)
Resumo: A desaparição da Bélgica é considerada como hipótese diante da crise política, das divisões étnicas e da dificuldade de formar um governo estável. A análise examina tensões entre comunidades, questiona a viabilidade da unidade nacional e mostra como a fragmentação institucional pode ameaçar a continuidade de um Estado europeu historicamente construído.
Luis Dufaur
A monarquia ‒ que até há pouco foi o pólo de união ‒ é desrespeitada pelos partidos políticos e a instituição da família ‒ que garante o tecido social ‒ é desgarrada pelos ataques da Revolução Cultural.
O desencontro entre os grupos étnicos belgas ‒ flamengos, valões e germanofalantes ‒ não poderia estar pior. Cada vez mais se fala que a Bélgica, não sobrevirá à incapacidade de entrar em harmonia e articular um governo, escreveu a revista francesa “L’Express”.
Esses grupos mostram-se incapazes de se porem de acordo e formarem governo. O país há três anos é regido por um gabinete provisório.
Até o campeonato nacional de futebol amador foi dividido em duas ligas étnicas.
O Partido Socialista francófono prega explicitamente “o fim da Bélgica”. Os valões ‒ que falam holandês e são majoritários ‒ querem formar um país aparte. Os francófonos tendem para uma confederação como a Suíça e alguns até pregam a reunião à França.
A implosão parece ser a única saída e até foi criada a expressão “futura-ex-Belgislavie” em alusão ao desfazimento da ex-Iugoslávia.
A monarquia ‒ que até há pouco foi o pólo de união ‒ é desrespeitada pelos partidos políticos e a instituição da família ‒ que garante o tecido social ‒ é desgarrada pelos ataques da Revolução Cultural.
Menosprezar a vida, atentar contra a família, desrespeitar a suprema autoridade da Nação: é a fórmula sinistramente certa para desfazer um país e ameaçar sua supervivência histórica.
Resumo: Os quilombolas no Sergipe aparecem em debate sobre o reconhecimento de uma comunidade e os critérios usados para conceder certificados e terras. A análise questiona procedimentos de identificação, considera os efeitos da titulação sobre proprietários e examina como políticas fundiárias podem ser aplicadas com base em interpretações históricas e sociais contestadas.
Propugnadores da luta de raças no Brasil estão precisando de farsas para atingir seus objetivos.
Dom Bertrand
Nosso judiciário foi rápido. Acabou de reconhecer a comunidade de Brejão dos Negros, Sergipe, como área ocupada por quilombolas, e, portanto, pertencente à União. Histórico
Em 01/06/2007, o Jornal Nacional mostrou a diferença entre quilombos reais e quilombos supostos ou suspeitos.
Já naquele tempo, mais de mil comunidades já tinham recebido do governo o reconhecimento de remanescentes de quilombos.
Para o governo, trata-se de uma forma oficial para reparar injustiças históricas, de proteger a riqueza cultural dessas comunidades.
Conforme o jornalista Nelson Ramos Barretto, em seu livro “A Revolução quilombola”, a forma de concessão dos certificados por parte do governo vem estimulado situações altamente suspeitas.
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