Proibidas lâmpadas incandescentes – Dirigismo extremado

Revista Catolicismo Virou crime na União Européia fabricar ou comercializar lâmpadas incandescentes de 75 volts. Os burocratas da UE querem impor a iluminação fluorescente até 2012. No entanto, para os europeus o brilho quente da lâmpada incandescente barata é superior…

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Aquecimento global é a “maior e mais bem sucedida fraude pseudocientífica que eu já vi em minha longa vida de físico”

Resumo: Fraude do aquecimento global é a expressão usada pelo físico Harold Lewis ao deixar sociedade científica e criticar pesquisas sobre o clima. Harold Lewis, professor emérito de física da Universidade da Califórnia em Santa Barbara, renunciou à Sociedade Americana…

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A Luiza destronca o pé…

Resumo: O pé da Luíza, lembrado em narrativa de Eça de Queiroz, serve para refletir sobre a distância emocional diante de tragédias. A história contrasta a comoção provocada por um sofrimento próximo com a indiferença perante vítimas desconhecidas, mostrando como circunstâncias e proximidade podem alterar a percepção moral dos acontecimentos.

Leo Daniele

Quanto maior a distância de um acontecimento, menor a emoção que um fato causa. É o que diz Eça de Queiroz em “As catástrofes e as leis da emoção”. Para tentar demonstrar sua tese, o autor dá vários exemplos. O mais característico é o caso do pé da Luíza Carneiro.

Era noite, e a senhora lia para uma roda de pessoas o jornal repleto de notícias catastróficas. Primeiro, o terremoto em Java destruíra vinte aldeias e matara duas mil pessoas. Ninguém se interessou por tão longínqua desventura. Depois, mais perto, na Hungria, uma inundação destruíra vilas, campos, homens e gado. Alguém então murmurou, num lânguido bocejo: “Que desgraça!” Em seguida foram relatados uns tumultos na Bélgica, nos quais haviam morrido quatro mulheres e duas crianças. Vozes mais interessadas exclamaram brandamente: “Que horror!”

A leitora vira a página do jornal, e procura noutra coluna. De repente solta um grito, leva as mãos à cabeça e exclama (mais…)

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Defende-se a lagosta, condena-se o mercado e mata-se o bebê

Resumo: A proteção aos animais é comparada à tolerância concedida ao aborto, colocando lado a lado a defesa de lagostas e a falta de amparo às crianças por nascer. A reflexão questiona uma escala moral que pune maus-tratos contra bichos, mas admite a eliminação de vidas humanas, e sustenta que a dignidade dos nascituros exige proteção prioritária.

Enquanto se defende as lagostas e se condena o supermercado, as crianças por nascer são assassinadas impunemente através do aborto

Nilo Fujimoto

Já viu alguma vez um supermercado vender caranguejos, siris ou lagostas vivas? Pelo menos em alguns lugares, é coisa corriqueira. Na Áustria também. Mas segundo o portal IG, de 08/11, uma rede de supermercados e o funcionário responsável pelas lagostas foram condenados pelo Judiciário.

A sentença foi exarada pela Corte Suprema Administrativa de Viena, a máxima instância judicial austríaca. A rede ficou proibida de vender lagostas e o funcionário foi condenado a pagar multa de 316 euros ou cumprir 2 dias e 13 horas de prisão.

O crime

Supermercado: Infringir a lei de proteção aos animais por “não ter respeitado os direitos de boas condições de vida das lagostas que coloca à venda”.
Funcionário: sendo o (mais…)

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Sua família poderá ser denunciada no Disque 100 por “violação”

Resumo: As denúncias no Disque 100 são examinadas a partir da ampliação do conceito oficial de violação e de seus possíveis efeitos sobre famílias cristãs. O texto questiona critérios vagos para intervenção estatal, considera o risco de acusações baseadas em divergências educacionais e discute como políticas de proteção podem transformar convicções familiares em motivo de investigação.

“Até o final do ano a Secretaria de Direitos Humanos ampliará o serviço de denúncias por telefone Disque 100 (…) o serviço atenderá denúncias sobre violações contra idosos, pessoas com deficiência, homossexuais e outras minorias . (leia a notícia inteira neste artigo)

Atenção: Como se explica que estejam colocando homossexuais no mesmo patamar dos idosos e pessoas com deficiência? Que absurdo! Ademais, o que o governo define por “violações”? Será que uma mãe cristã que se negar a contratar uma babá lésbica será penalizada por “violação”? E um orfanato que por princípios morais se recusar a dar filhos para adoção de homossexuais: Será penalizado por “violação”? E o padre que no sermão ler a Bíblia, que várias vezes condena o pecado de homossexualismo: será penalizado por “violação”?

Leia e envie a notícia abaixo para todos seus contatos. Seus amigos poderão ser lesados em breve pelo PNDH-3. Use o sistema de compartilhamento no fim deste post. Ainda há tempo de nos mobilizarmos. Se a parte sadia da população reagir, eles não conseguirão impor o iníquo Programa.ç

Veja com cuidado as partes que destacamos em negrito:

04/11/2010
Estados e municípios terão programas de direitos humanos baseados no PNDH 3 (mais…)

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