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Câmara Municipal de Campinas

A Comissão de Constituição e Legalidade da Câmara Municipal de Campinas realiza na próxima segunda-feira, a partir das 15 horas, Audiência Púbica para debater a Proposta de Emenda à Lei Orgânica do Município, de autoria do vereador Campos Filho (DEM) que inclui parágrafo único no artigo 222 da LOM.

O texto do parágrafo proposto tem a seguinte redação: “Não será objeto de deliberação qualquer proposição legislativa que tenha por objeto a regulamentação de políticas de ensino, currículo escolar, disciplinas obrigatórias ou mesmo de forma complementar ou facultativa que tendam a aplicar a ideologia de gênero, o termo gênero ou orientação sexual”.

O autor do projeto critica a ideologia do gênero que, segundo ele, diz que ser homem ou mulher é uma construção pessoal e por isso nas escolas não deveria haver o uso do termo menina ou menino, e sim criança, defendendo que depois de mais velha é que esta criança definirá seu gênero. Para Campos, “trata-se de uma ideologia perigosa para casais e filhos, e que tenta impor uma situação que só existe na cabeça de alguns”.

Na prática, se a ideologia fosse colocada em vigor os alunos não deveriam ser chamadas de meninos ou meninas, mas sim de crianças. Só quando fossem mais velhas, as crianças definiriam o gênero, ou sexo que escolheram.

Na última quarta-feira, diversos manifestantes fizeram protestos a favor e contra a Pelom na sessão ordinária daquele dia. A audiência pública será transmitida ao vivo pela TV Câmara Campinas, no canal 61.3 em UHF digital, no canal 4 da NET e também pelo site www.campinas.sp.leg.br. Também é possível acompanhar a audiência pessoalmente no Plenário que fica na Avenida Engenheiro Roberto Mange, 66 – Ponte Preta.

Texto e Foto: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Campinas

Publicada em 29/05/2015 13h02

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Faça sua parte!

A absurda “ideologia de gênero” não foi aprovada em âmbito nacional graças à atuação pacífica e ordeira porém enérgica de várias associações Pró-família entre as quais está o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, e agora sua implantação é deixada a cargo, sorrateiramente, dos municípios e estados.

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5 COMENTÁRIOS

  1. Elevo a Deus as minhas orações para que a população em geral e a Câmara Municipal de Campinas não permitam a inserção da chamada ideologia de gênero nas suas escolas públicas. O ESTADO É LAICO, MAS NÃO PODE SER LEVIANO a ponto de pretender violentar a Biologia, obrigando-a a negar que os corpos que a natureza constrói são dotados de órgão específicos, somente para atender a expectativa de um discurso ideológico que está na “moda”. Ora, se os indivíduos entendem que devem exercer orientações sexuais que lhes satisfaz é uma coisa que a sociedade civilizada tem o dever de respeitar, mas atrever-se a inverter as leis de Deus e da natureza, deturpando a Biologia é uma outra coisa. Talvez não seja aconselhável nem prudente levar o discurso da ideologia de gênero, por exemplo, aqui para as escolas municipais do Sertão da Bahia que nem sequer conseguem alfabetizar as vítimas discentes. Além disso, muitas crianças passam a odiar os discursos pedagógicos das escolas públicas porque sabem das praticas de corrupções envolvendo a merenda escolar e outros direitos, assim como a Indústria de Alunos Fantasmas que mantém matriculados crianças que há muito abandonaram a escola, mas têm os seus nomes manipulados para justificar repasses de verbas públicas para fomentar as corrupções. Tenho observado o ódio que grande parte do público infanto-juvenil tem da escola e que somente a frequentam para justificarem presenças que garantem a permanência em programas sociais do governo. Levar um discurso sobre ideologia de gênero em um sistema de educação escolar tão degenerado e corrompido é uma forma segura de expor a pessoa humana do homossexual à execração pública, ao ódio e ao aumento da escalada da violência hedionda contra aquelas pessoas. NÃO É O QUE O CRISTÃO CATÓLICO DESEJA PARA NINGUÉM, SEJA LÁ QUEM FOR.

  2. Isso é impossível de acontecer porque a família é constituída de pais e filhos e a natureza ´lhes dão o nome de macho e fêmea ou homem/mulher. A mudança legislativa é uma afronta contra a lei e a moral e a ética.Não devemos nos esquecer que tudo aquilo que afronta a pessoa, a Deus o resultado não é dos melhores porque a mão de Deus é pesada sobre os que atentam contra os princípios da natureza e infelizmente os inocentes pagam pelos pecadores. Lamentações 5.Desculpe por emitir minha opinião porque o Estado é laico e não laicista.Se é laico deve respestar as opiniões de seus cidadãos.

  3. Que ótimo !!!
    Todas as pessoas honestas de Campinas estão de parabéns.
    É isso mesmo …. cortar os passos destes tarados, e, depois quebrar-lhes as pernas. !

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