O escritor Luiz Ruffato
O escritor Luiz Ruffato (Foto: Divulgação)

Frankfurt – O Instituto Plinio Corrêa do Oliveira (IPCO), participante da Feira do Livro de Frankfurt 2013, conservou consternado silêncio após um dos discursos de abertura dessa magna exposição pronunciado pelo escritor Luiz Ruffato.

Entretanto, em vista das repercussões negativas causadas por tal pronunciamento o Instituto considera seu dever dar uma explicação aos participantes desta Feira a respeito das palavras denegridoras da História do Brasil e de seu povo.

Não podemos ver nessas palavras penetradas de paixão senão o espírito de luta de classes e de aversão social semelhantes às que animavam os espíritos afeitos à defunta União Soviética.

O orador abusou da boa vontade do público alemão, pois esse discurso jamais poderia ter sido pronunciado em terras brasileiras. O arguto espírito nacional o repudiaria imediatamente por negar a verdade conhecida por todos.

Os ânimos de concórdia e de mútua compreensão tornaram os brasileiros reconhecidos por todos os outros povos como sendo cordato, compreensivo e bondoso. Os europeus em particular vêm em nossa Pátria um refúgio onde encontram simpatia e bondade. A mais numerosa nação católica do mundo deve esse caráter às bênçãos que a Providência continuamente cumulou sua existência.

Ruffato aproveitou-se da compreensão do povo alemão num momento de congraçamento de sua amizade. Mas este grande povo não se deixa iludir por uma retórica que ele tão bem conheceu e que era a oratória perpassada de ódio dos líderes de Pankow.

Ela os atormentou nos tempos em que outros alemães, seus irmãos ou seus pais, divididos por um Muro, gemiam sob implacável ditadura.

“Nascemos sob a égide do genocídio … a assimilação (nacional) se deu através do estupro das nativas e negras pelos brancos colonizadores”.

A afirmação finge desconhecer a dedicação portuguesa à formação da nacionalidade, trazendo para a Terra de Santa Cruz instituições e costumes de uma nação heróica e profundamente cristã.

Stand do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira na Feira do Livro em Frankfurt – Alemanha
Stand do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira na Feira do Livro em Frankfurt – Alemanha

O orador passa sob silêncio os ingentes esforços dos bravos Jesuítas cujo trabalho junto aos selvagens levou-os e abriu-lhes as portas da civilização européia – superior a todas as outras. Outras ordens religiosas, atuantes nos séculos subseqüentes, confirmaram e ampliaram a ação daqueles que vieram com os heróicos sacerdotes Manuel da Nóbrega e o Beato José de Anchieta.

Seria uma infâmia cometida contra sua memória julgar que permitissem um regime de “estupros e genocídio” na terra que regavam com seu suor e seu sangue.

Ao contrário do que afirmou Ruffato, a miscigenação foi generalizada nas diversas classes sociais. É fato conhecido que as principais famílias tradicionais da elite paulistana têm origem no cacique Tibiriçá, cujos restos mortais estão enterrados em lugar de honra na Catedral de São Paulo.

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira dirige-se com este comunicado de imprensa, sobretudo aos alemães. Eles sabem que o Brasil não é um país da intolerância e da opressão. O brasileiro repudia o ódio. Este existe em grupelhos tomados por ideologias materialistas.

Mas poderiam se perguntar se novos males, agindo sobre seu povo, tê-lo-iam levado à condição odienta. Não. Essa condição é imaginada pelos que se alimentam de utopias, em particular da utopia da luta de classes.

O Brasil não é assim. O Cristo Redentor, cuja imagem paira benfazeja e protetora sobre o Rio de Janeiro – e sobre todo o Brasil – protege nosso povo contra essa utopia.

O retrato do Brasil que foi apresentado em 8 de outubro, na abertura solene da Feira do Livro de Frankfurt 2013, é distorcido e falso.

         Instituto Plinio Correa de Oliveira (IPCO)

Rua Maranhão,341 – Bairro Higienopolis – São Paulo – SP

Este comunicado foi distribuído, no dia 10 de outubro, na sala de imprensa da Buchmesse (Feira do Livro de Frankfurt)

111 COMENTÁRIOS

  1. José Rafael Filho:
    É o que dá um país governado por ateus e bandidos fichados na polícia.Isso não vai demorar mais, o povo começa a abrir os olhos!Nunca houve tanta irresponsabilidade no mundo quanto no Brasil de hoje. Vamos aguardar as eleições que já estão aí. O povo está identificando os canalhas, para lhes dar a resposta..; Fora, canalhas!!!

    Isso absolutamente não significa que concordo com Sr. Ruffato a respeito da sua utopia de se encontrar a felicidade aqui e agora.
    Mas em última instância seu discurso, mais que uma apologia ao ódio,é um convite a reflexão sobre os verdadeiros MÉRITOS de uma sociedade que desenvolveu-se as custa de exploração de mão-de-obra escrava por trezentos anos. Quem se não os africanos, gratuitamente edificaram: prédios históricos, estradas, ferrovias, etc.e possibilitaram que famílias construíssem impérios. Essa é uma verdade a qual poucos tem coragem de verbalizar, a final, isto é uma MANCHA que pertence ao passado…Pois os descendentes daqueles africanos que edificaram esse país, hoje vivem em total condições de igualdade… E não há dívida social alguma, pois se houvesse, essa seria impagável.

  2. É o que dá um país governado por ateus e bandidos fichados na polícia.Isso não vai demorar mais, o povo começa a abrir os olhos!Nunca houve tanta irresponsabilidade no mundo quanto no Brasil de hoje. Vamos aguardar as eleições que já estão aí. O povo está identificando os canalhas, para lhes dar a resposta..; Fora, canalhas!!!

  3. Interessante seu entendimento, depreende-se de sua argumentação que todas as civilizações estariam então ou em pé de igualdade a européia ou que as américas, por exemplo, superaram os europeus ! Não é necessário ser um literato para reconhecer que o berço da civilização ocidental se deu na Europa, o mundo que conhecemos começou lá e deu origem ao mundo novo e a outros tantos países egressos da atividade colonial européia, este fato não seria suficiente para reconhecer uma espécie de sedimentação cultural superior? Negar a história como está consagrada seria pretender um revisionismo do passado bem ao gosto das mentalidades revolucionárias.

  4. Que é isto???? A civilização européia é superior a todas as outras? Como dialogar com uma voz eurocêntrica sobre tudo que abarcou o discurso do escritor. Só afirma a mensagem de Luiz Ruffato. Deu um tiro no próprio pé.

  5. Lamentável é esse comunicado, que só faz repetir clichês de democracia racial, social e política que estamos longe de viver no país real que se chama Brasil. Ruffato foi muito corajoso e merece louvor por tudo o que disse. E esse instituto deveria se envergonhar de produzir um texto tão pobre de ideias e tão desconectado da realidade nacional.

  6. Felipe Mendes,

    Eis um comentário crivado pelo desconhecimento da história da civilização. Sua afirmação leva a concluir que o melhor para o mundo é ficar no estágio de desenvolvimento da África subsaariana. Parabéns, por que não se muda para lá?

  7. Meu senhor, dizer isso: “O orador passa sob silêncio os
    ingentes esforços dos bravos Jesuítas
    cujo trabalho junto aos selvagens
    levou-os e abriu-lhes as portas da
    civilização européia – superior a
    todas as outras”, é, no mínimo, ridículo, quando se fala da história das colonização desse continente! Olhe o tão superiores eram os europeus que destruíram TUDO e TODOS que tentaram se resguardar!

  8. Matheus Marçal,

    Vergonha para o IPCO teria sido deixar passar sem resposta, um discurso tão carregado de ódio puramente ideológico, rancor baseado em muita ignorância, pois só isso pode explicar uma visão tão parcial sobre o passado inteiro do nosso país, e o vedetismo de quem quer chocar para poder aparecer.

  9. Raphael Sanz,

    Liberdade de expressão é isso, se o Sr. Ruffato têm o direito de falar o que pensa, o IPCO também têm o direito de contestá-lo. Muitos que se ENVERGONHAM de nossa história, só conhecem seus aspectos negativos, mesmo porque, costumam ter dificuldade de admitir as contribuições positivas dos colonizadores. Não existe povo sem defeitos e qualidades.

    Por falar em MÁFIA, nunca na história desse país, formou-se uma MÁFIA tão vergonhosa quanto a dos MENSALEIROS.

  10. LECOMTE,

    PARA INFORMAÇÃO: O fundador do movimento citado, Sr. LECOMTE, além de nunca ter sido fascista, combateu o fascismo. Até os Integralistas reconhecem isso. Basta o Sr. se INFORMAR no próprio IPCO, para confirmar quão leviana foi vossa “INFORMAÇÃO”.

  11. Prezados senhores,

    Em nome de Cristo, da Nação, e da boa língua portuguesa, que nos foi gentilmente trazida pelos benevolentes colonizadores lusitanos, rogo-lhes que corrijam a frase que segue abaixo; falta uma vírgula para o aposto fazer sentido.

    Obrigado,
    Amem,
    Fábio

    ****

    “Entretanto, em vista das repercussões negativas causadas por tal pronunciamento o Instituto considera seu dever dar uma explicação aos participantes desta Feira a respeito das palavras denegridoras da História do Brasil e de seu povo.”

  12. Em primeiro lugar, o emprego da palavra “denegrir” no segundo parágrafo. Denegrir, tornar negro, escurecer. Um termo de cunho racista como esse já denuncia a linha editorial retrógrada do comunicado. Como um simples escritor pode “denegrir” a história de um país? Eu, como brasileiro, tenho VERGONHA da história do meu país. Vergonha porque nunca deixamos de ser um feudo, de sermos um povo sem voz ativa, sem educação, sem informação. Tenho vergonha de ao longo de 513 anos termos sido governados por máfias. Sim, senhores alemãs que não podem escutar uma denúncia. Somos governados por MAFIAS HÀ 513 ANOS!! Mafias essas que tem sua gênese na corte portuguesa, nas capitanias hereditárias, nas companhias das índias ocidentais, bandeirantes, até chegar aos dias de hoje, com a Opus Dei, Agro Business, bancada evangélica e tantas outras coisas que me dão VERGONHA da nossa história.
    Ao mesmo tempo que tenho vergonha das MAFIAS que controlam esse país, tenho orgulho de ser compatriota de um escrito como o Luiz! Me identifico com ele e no lugar dele, faria exatamente a mesma coisa! Se por um lado tenho VERGONHA da nossa história, por outro, tenho ORGULHO das pessoas que como o Luiz e tantos milhares, estão tentando MUDAR ESSA HISTORIA VERGONHOSA! Acho lamentável essa nota do IPCO. Liberdade de expressão acima de tudo. E se o público alemao não gostou das palavras, problema deles! Literatura do terceiro mundo não é pra “inglês” ver.

  13. Não… Cê é burro cara?! que loucura!Como você é burro!! Que coisa absurda. Isso aí q vc disse é tudo burrice!!!
    Eu não, não, não consigo gravar muito bem o quê você falou porque você fala de uma maneira burra, entendeu?

  14. PARA INFORMACAO : esse instituto se referre ao fundador de um movimento fascista no Brasil : TRADICAO FAMILIA E PROPRIEDADE
    nao admira que nao apreciou as posições expressas por Luis Ruffato

  15. Êta povinho fascista vocês do IPCO, hein. O texto parece até chacota. Diz que o Brasil é um país miscigenado sem preconceitos e depois chama os índios de selvagens, que foram salvos… Salvos da vida em comunhão com a natureza e apresentados à culpa e às doenças Européias. E esses índios que realmente morreram, morreram por qual razão? Seria por culpa própria que a maioria dos ainda vivos vive em péssimas condições?

  16. É vergonhoso o fato de esse instituto negar todas as misérias que existiram e existem em nosso país. É claro que muitos lutaram para construir o Brasil, porém, as palavras que foram ditas nesse comunicado negam e alienam quem as lê, pois, o Brasil foi construído em um pântano de sangue nativo e negro.
    Ruffato foi verdadeiro, sincero em suas palavras, não quis esconder as vergonhas não sanadas de nosso país. Dizem que para ser grandioso basta parecer grandioso, será que isso é uma verdade?

  17. Os cristãos têm a virtude de quando identificam um pecado, arrepender-se e pedir perdão. Certamente há muitos pecados no histórico de nossa sociedade. Mas infamar uma nação, acusando-a de genocídio e estupro é demoníaco. A quem interessa a guerra racial? A quem a provoca, com certeza.

  18. Valério,

    Valério, você realmente acredita no que escreveu? Português correto é uma máscara para a ignorância mais profunda. Pra esses casos, eu gostaria que ignorância fosse uma doença fatal.

  19. Renata,

    O que você comentou é isto: “Valério,
    Sim, Valério, você foi resultado de uma linda miscigenação de raças. Ah, esqueci de te lembrar que papai noel existe e coelho da Páscoa também. E no dia que você nasceu havia nuvens de algodão doce no céu.
    Sua ignorância não permite o entendimento da palavra desenvolvimento e você acha os europeus salvadores. Uma pena.
    Você acha estupro e assassinato formas “desenvolvidas” de ocupar um lugar, por um povo estrangeiro? Apenas porque outro povo age diferente? Nossa, como os europeus são desenvolvidos.”

    No conteúdo de seu comentário não está o significado da palavra desenvolvimento e sim o exemplo. Quero saber sobre o conceito.

    Agora, se você não sabe é mais honesto dizer que não sabe, se sabe por que não o diz? Ou é porque não entendeu a meu questionamento?

    Mas, para não ficar nessa situação ingrata lhe adianto:
    Desenvolvimento, Renata,é a situação de progresso na qual se encontra um indivíduo, sociedade, nação ou país.

    Daí a afirmação de que os povos indígenas e africanos escravizados (aliás, eles eram escravos antes mesmo de chegarem ao Brasil) não eram desenvolvidos.

    Para evitar maiores discussões entenda-se bem o significado de progresso. Deixo a seu cargo discerni-lo.

  20. Hahahaha! Você já leu críticas o autor desse guia ridículo? Tive o desprazer de conhecê-lo numa festa e ouvir seu festival de ignorância e preconceito, então nem perdi meu tempo com tal guia. É só uma carona na modinha ‘politicamente incorreto’, eufemismo para agressões e tais.
    Ed Marcos Sarro,

  21. Com esse texto mal formulado, vocês ainda querem disputar algum debate intelectual? E ainda reafirmam absurdos como esses: “O orador passa sob silêncio os ingentes esforços dos bravos Jesuítas cujo trabalho junto aos selvagens levou-os e abriu-lhes as portas da civilização européia – superior a todas as outras.”. Pergunto-me aos meus botões: – Até quando teremos que conviver com esse baixo nível intelectual?

  22. Ok, o Ruffato, então, não representa a gente diferenciada de Higienópolis. Mas me representa. E representa o resto da população brasileira.

  23. Ênio José Toniolo:
    Claro que os “milhões de índios” se reduziram a poucos. Milhares e milhares casaram com brancos(as). Meu bisavô materno era índio. Grande parte foi incorporada à civilização.Só quem quer mantê-los no neolítico são os que adoram zoológicos de gente. Mas não vejo ninguém dos “indianistas” indo morar no mato, e renunciando aos confortos da nossa cultura “inferior”…

  24. Nascemos sim, sob a égide do genocídio e nossa miscigenação é sim, fruto de estupro! Ou você que escreveu não conhece a história do nosso Brasil? E viva Rufatto por expressar tão bem nossas angústias!

  25. Discurso maravilhosamente lúcido! Parabéns ao Luiz Ruffato! Poucos brasileiros, para não dizer quase ninguém, assume sem qualquer hipocrisia, de forma corajosa e muito sensata, a verdadeira e sempre mantida “debaixo do tapete” condição real do país. É importante que outros países saibam disto.

  26. Ruffato, a tal repercussão que o texto cita lá no lide se dá apenas no nicho dos petistas. Muitos, assim como eu, aplaudiram seu discurso. Parabéns pelo brilhante texto!!!

  27. Daniela,

    Só rindo mesmo, porque é tanta ignorância junta que discussão fica sem sentido. É como explicar uma equação matemática complexa para uma criança de 4 anos.

    Hahahhaahahahah!

  28. Sugiro ao Sr. Rufatto, ao Srs. do Instituto em questão e aos que colocaram aqui suas opiniões que leiam o livro “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil” de Leandro Norlach. O jornalista elucida uma série de questões que se debatem aqui.

  29. Guaraci de Castro Neves,

    o que se pode chamar de crítica destrutiva. Ruffato agiu muito mais como uma caixa de ressonância de ideias ideologicamente comprometidas e esclerosadas, do que como um verdadeiro brasileiro, que não têm medo de reconhecer pontos positivos da nossa herança lusitana. Os tantos milhões de brasileiros que não têm voz, a poucos meses atrás, saíram as ruas para mostrarem sua indignação com a total falta de representatividade política, que nos assola, principalmente por parte de legendas que pensam da mesma forma que Ruffato. Aliás, este Sr., doravante, já pode ser incluído no conjunto daqueles que não nos representam.

  30. É humorístico? Só pode ser piada. Texto nojento e cego, fruto dessa elite cega e ignorante que temos no Brasil. Realmente, aqui é “um lugar onde o termo capitalismo selvagem definitivamente não é uma metáfora”. O que esperar de um instituto que se localiza em Higienópolis também?

  31. João A.,

    Sr. João A., se o Sr. considera que o Instituto Plínio Correa de Oliveira, não merece crédito, apenas porque o Sr., e outros poucos, só agora descobriram a existência desse Instituto, por quê então, o Sr. deixou um comentário neste site? O fato de desconhecermos a existência de uma instituição, não significa de forma alguma que esta não tenha importância, pois o mundo não gira em torno de nosso umbigo.

    Nossa condição têm muito mais a ver com erros cometidos no século passado, do que no período colonial, ou imperial. Políticos populistas, e mais recentemente de esquerda, culpam nosso processo histórico para que a incompetência do presente seja esquecida. Uma visão crítica sempre é necessária e desejável, mas mentiras ou meias verdades, é no mínimo o q

  32. Ele só falou a verdade, mas nada do que a verdade e isso sempre doí aqueles que a querem mascarar.A capital de SC foi colonizadas pela escoria portuguesa.E aconteceu na maioria das cidades,ou escravidão foi bacana. Índios foram massacrados em seus costumes por jesuítas e outros criminosos q só exploraram essa terra e continuam explorando.Brasil bonitinho, só em filmes pq a realidade é bem outra.

  33. vocês são vergonhosamente hipócritas. é por causa de gente como vocês que o ódio e a intolerância crescem, sim, em nosso país. assumir nossos erros é o primeiro passo para as mudanças que tanto precisamos. enquanto continuarmos a fechar os olhos e fingir que somos apenas um povo alegre (sim, também somos um povo alegre e acolhedor, milagrosamente, diante de tanto descaso e corrupção histórica) nossas mazelas vão ladeira abaixo. e a culpa é de pessoas como vocês, que ao invés de buscar soluções, ficam dando discursinho hipócrita como se nossas misérias não estivessem à olhos vistos. o ruffato só falou o que todos nós já sabemos e vemos todos os dias. obrigada por dar nome aos bois. durmam bem com suas “consciências limpas”.

  34. Renata,

    Pelo menos agora acertou a grafia do meu nome, embora negue minha ascendência em pról de suas teorias.

    Você me pergunta: “Você acha estupro e assassinato formas ‘desenvolvidas’ de ocupar um lugar, por um povo estrangeiro?”

    Não. Tanto que eu condenei a guerra de tribos que existe no Brasil no qual uma tribo mata a outra e leva as mulheres como troféu.

    Mas a miscigenação ocorrida no Brasil não foi um estupro. Sou do sul do Brasil e aqui o que mais há é a mistura de povos e etnias. Você é tão fanática pelos seus clichês que chega ao ridículo de negar a ascendência de uma pessoa (eu) que não conhece.

  35. Valério,

    Sim, Valério, você foi resultado de uma linda miscigenação de raças. Ah, esqueci de te lembrar que papai noel existe e coelho da Páscoa também. E no dia que você nasceu havia nuvens de algodão doce no céu.

    Sua ignorância não permite o entendimento da palavra desenvolvimento e você acha os europeus salvadores. Uma pena.

    Você acha estupro e assassinato formas “desenvolvidas” de ocupar um lugar, por um povo estrangeiro? Apenas porque outro povo age diferente? Nossa, como os europeus são desenvolvidos.

  36. Renata,

    Sim, e essa “maneira diferente de se organizar e se portar” – que envolvia em muitas tribos o canibalismo – era menos desenvolvida que a dos europeus.

    Até hoje há guerras de tribos no Brasil onde a tribo vencedora mata os homens e leva as mulheres. Em algumas tribos os bebês defeituosos ou gêmeos são enterrados vivos. Isso em território brasileiro. Mas para você esses argumentos não valem, não é? Você é relativista, suporta tudo, menos quem pense o contrário do que você pensa, chama de “preconceito” tudo aquilo que não está de acordo com seus clichês sociológicos.

    Defender a verdadeira história do Brasil e a existência de uma harmoniosa miscigenação – da qual eu sou resultado de índio, alemão e italiano – não é “preconceito”. Não senhora. A verdade sempre terá o direito de se expressar.

    Quem está exterminando nossos índios são os sociólogos e antropólogos que pregam a existência em nossa pátria de verdadeiros apartheids – zoológicos humanos chamados de reservas indígenas – e mantém cidadãos brasileiros no primitivismo pré-Cabral.

    Na falta de argumentos, você certamente me chamará de “preconceituoso”, pois isso é o que o clichê manda.

    Renata:

    Walério, por favor defina desenvolvido. Porque pelo que eu saiba, o que os europeus encontraram por aqui, era uma maneira diferente da deles de se organizar e se portar. Os europeus também matavam, guerreavam, como fazem até hoje. Não são melhores ou piores. Agora aqui vivia um povo que tinha sua própria religião, costumes e modo de vida. Que tinha uma sabedoria da floresta, um modo de subsistência que foi dizimado por aqueles que os viam como diferentes. (esse diferentes que não tinham hábitos de higiene, por exemplo).Independente de discursos de Frankfurt, esse comunicado foi o mais preconceituoso que já li, e isso não é liberdade de expressão, é preconceito. Duas coisas bem diferentes.

  37. Amigos, que crédito devemos dar ao pronunciamento de um Instituto que poucas pessoas (como é meu caso)sabiam que existia até ler esta nota?
    Ocupemos nossas cabeças com ideias que realmente nos façam refletir sobre nossa condição, nosso processo histórico e nossas mazelas sociais. Precisamos desse olhar crítico para não sermos sugados por ideais vetustos, como estes que vejo propagados na página do Instituto.
    Ruffato agiu como um verdadeiro brasileiro e, inteligentemente, desviou os holofotes de si para direcioná-los àqueles tantos milhões de brasileiros que não têm voz. Como brasileiro, senti-me muito bem representado com a presença de Ruffato na Feira. O discurso dele foi exemplar.
    Vivo em uma cidade de interior onde o calçamento nas ruas é precário(onde há calçamento),o esgoto desagua vergonhosamente no rio, os índices educacionais são vexatórios, a Santa Casa está desmoronando e não faz mais partos por falta de material, falta energia elétrica toda semana, faltam médicos de todas as especialidades, não há cinema ou atividades de lazer nos fins de semana, sequer um parque arborizado com brinquedos infantis. É deste Brasil que fala o escritor Ruffato, não do Brasil que emana dos palacetes neoclássicos do Rio e de São Paulo, onde famílias egoístas e ávidas pelo capital educam seus filhos com ideias exclusivistas semelhantes às do Instituto.

  38. paulo jr.,
    Você diz essas coisas “… por que vc não lê o discurso na íntegra e posta aqui o que ele falou de errado ou mentiroso? Tem um beócio acima que diz ter lido casa grande e senzala e, no entanto, discorda com o que Ruffato disse e que está no livro. Acho que quem não leu foi ele. Acho também que vcs todos são uns velhinhos neuróticos, preconceituosos e, sobretudo, ignorantes.”.

    Sua linguagem é a mesma do Ruffato que é carregada de ódio e de vies nitidamente esquerdista ou seja luta de classes. Seu xingamento não tem efeito quando se lê o livro que eu me referi sem a sua paixão. Leia sobre o que Gilberto Freyre descreve como sendo o típico brasileiro (miscigenção de índio, africano e europeu).

    Os erros estão claros (a luta de classes) no discurso do referido escritor que não precisa citar, aliás, se tivesse lido com cuidado o comunicado do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira não faria esse tipo de pergunta, do tipo que me quer impingir: “beócio”.

  39. Pois então, mais de quarenta anos de doutrinação marxista nas escolas, não poderíamos esperar coisa pior no meio dito “cultural” Gramsciano do que o que se passa hj no Brasil.
    Universidades que esqueceram-se de ensinar para idiotizar nossos jovens, reinventando a história, transformando-os em agitadores de todas as matizes esquerdopatas.
    Taí o resultado, geração de analfabetos funcionais, relativistas morais que não trabalham e nem querem trabalhar, pois tem a nós “Burgueses” para financiar sua vida medíocre, amoral.Manada de idiotas úteis da causa revolucionária comunista, que se conhecessem bem a HISTÒRIA nunca permitiriam a volta de tamanho genocídeo já feito por conta dessa neffasta luta de classes e não votariam nestes 3 últimos imbecis que ocuparam e ocupa o palácio do planalto.
    Agora é tarde, como dizia Fidel: “agora é a hora da colheita”, dá-lhe foro de são paulo.

  40. Valério,

    Walério, por favor defina desenvolvido. Porque pelo que eu saiba, o que os europeus encontraram por aqui, era uma maneira diferente da deles de se organizar e se portar. Os europeus também matavam, guerreavam, como fazem até hoje. Não são melhores ou piores. Agora aqui vivia um povo que tinha sua própria religião, costumes e modo de vida. Que tinha uma sabedoria da floresta, um modo de subsistência que foi dizimado por aqueles que os viam como diferentes. (esse diferentes que não tinham hábitos de higiene, por exemplo).Independente de discursos de Frankfurt, esse comunicado foi o mais preconceituoso que já li, e isso não é liberdade de expressão, é preconceito. Duas coisas bem diferentes.

  41. Priscila Lopes,

    Ironia? Priscila, por que vc não lê o discurso na íntegra e posta aqui o que ele falou de errado ou mentiroso? Tem um beócio acima que diz ter lido casa grande e senzala e, no entanto, discorda com o que Ruffato disse e que está no livro. Acho que quem não leu foi ele. Acho também que vcs todos são uns velhinhos neuróticos, preconceituosos e, sobretudo, ignorantes.

  42. Opa! Vamos cuidar com o vocabulário. “Débil Mental” é um termo ultrapassado e ofensivo às pessoas com Síndrome de Down. Além disso, ‘xingamentos’ são representação escancarada de ignorância e falta de poder de argumentação. O escritor em questão é extremamente respeitado no Brasil, e escreve muito bem, melhor que você. É um cara realmente admirável, assim como seu discurso.

  43. É isso ai que vocês leram ou deverão ler na Folha de S. Paulo.O “queridinho da mídia”,Luiz Ruffato,foi a Frankfurt ,usando o dinheiro do contribuinte brasileiro – meu e seu -para esculhambar o Brasil ,a terra que acolheu tão bem seus pais,imigrantes semianalfabetos,segundo ele,e onde deve ter nascido e se criado.Faltou aos pais dele lhe ensinarem educação,pois,causa muito má impressão ,numa festa literária no Exterior,um escritor que se diz brasileiro,falar mal do seu país.É o que dá,n/ é Paulo Coelho,enviar gente despreparada para nos representar?Por isso, o autor tirou o corpo fora.Se eu estivesse lá,ESSE CARA IA OUVIR POUCAS E BOAS…
    Miriam de Sales
    Escritora baiana

  44. Impossível mesmo discordar das palavras do Ruffato. Não consigo identificar uma mentira sequer nas afirmações dele. Aqueles que tiverem coragem e curiosidade que procurem o discurso na íntegra, disponível na internet, e o leiam. Que cada um tire suas próprias conclusões.

  45. Aparentemente os “historiadores” deste instituto fugiram das aulas de história. Defender o colonialismo português como se fosse algo sensacional, é de uma estupidez constrangedora.

  46. Parabéns ao Luiz Ruffato, pelo discurso honesto e sem mentiras, e por ser persistente em sua luta para que as pessoas leiam mais. Repugnante o manifesto do Ipco, e das pessoas que parecem não conhecer nada da História do Brasil, pois o que nosso autor em questão diz no discurso, doa a quem doer, é a pura verdade.

  47. Fred,

    Creio que eles consideram a influência da Fé católica na cultura, nas artes, nos ambientes, nas relações sociais, na política, etc como um fator de superioridade de uma civilização sobre a outra. Mas você pode discordar deles que eles não te levarão para um tribunal.

    Ademais, quando os europeus entraram em contato com o Brasil, pelo menos para mim, é evidente que o continente europeu era muito mais desenvolvido do que o resto do mundo. Mas você pode discordar de mim que não vou fazer nenhuma perseguição judicial contra seu direito de expressão.

  48. Fred,

    nossa cara, esta parte demonstrou total arrogÂncia. Desqualificou totalmente o restante de toda explicação dada. Aliás, o bem feito é muito melhor do que o bem explicado… não é ?

  49. Por mais que o Brasil tenha um lixo na sua história e organização, na política e projecto social, o que não é exactamente essa verdade, um débil mental desses jamais poderia ter tido crédito de representar uma Nação na conduta e postura literária como foi apresentada. Vamos rindo, para não chorar de vergonha. Quem pagou a brincadeira com 18 milhões de nossos bolsos e escolheu o Sr. Ruffato como representante, deve estar no mínimo, imbecilmente feliz.

    Nós aprendemos que, roupa suja se lava em casa. Na palavra directa, ninguém em Frankfurt ou no mundo, quer saber com que tipo de sabão-político nós lavamos ou sujamos a nossa imagem, item “principalesco” quando retratamos a actual e complexa situação que o Brasil mostra. Não é assim que os Ministérios vão deixar de cuspir milhões de reais a otários que organizam essas palhaçadas, tituladas, missões empresariais, da forma como eles querem e imaginam, mesmo sendo “literárias”. É uma pena que oportunidades que tenhamos em divulgar o nosso Brasil sejam desperdiçadas com tanta imbecilidade intelectual.

  50. PARABÉNS, RUFFATO. DISCUROS HONESTO, ÍNTEGRO, VERDADEIRO, APARTIDÁRIO, SÓBRIO. O BRASIL É ISSO AÍ, FELIZ E INFELIZMENTE, SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO QUER; OU QUEM NÃO TEM CORAGEM. PALMAS PARA O RUFFATO, VAIAS PARA O ZIRALDO E O IPCO, E PARA A CLASSE MÉDIA RECALCADA E CORROMPIDA QUE TEM MEDO DA VERDADE, ATÉ PORQUE, ELA DOI.

  51. Claro que os “milhões de índios” se reduziram a poucos. Milhares e milhares casaram com brancos(as). Meu bisavô materno era índio. Grande parte foi incorporada à civilização.Só quem quer mantê-los no neolítico são os que adoram zoológicos de gente. Mas não vejo ninguém dos “indianistas” indo morar no mato, e renunciando aos confortos da nossa cultura “inferior”…

  52. por causa da grande maioria dos comentários acima, é que me considero um apátrida: é isso, cidadão de segunda ou terceira categoria, vivo na diáspora em terra brasilis, descendente do colonizador-invasor europeu com o escravo africano

  53. Transcrevo abaixo um trecho de um recente artigo “Uma nação em crise moral”:
    Estão tentando reescrever a história do Brasil, onde o passado está sendo julgado, execrado e levado para o lixo. Querem apagar suas tradições e esquecer o passado. Povo sem história é povo sem alma.
    A América foi a terra prometida que os europeus sonhavam para sair do sufoco, que viviam pela fome, pestes, rixas religiosas. Para cá emigraram povos de todas as regiões do mundo. Particularmente o Brasil, sempre foi uma nação de braços abertos para todas as etnias que aqui viessem trazer sua contribuição cultural. Surgiu daí uma beleza impar resultante desta miscigenação, onde se veem jovens com pele escura de olhos verdes ou azuis, mulatas mais lindas do planeta. Tudo isto permitiu evoluir para eliminação das discriminações étnicas odiosas do passado. Mas grupos sectários, procuram destruir esta harmonia, através de um sofisma que não somos união de três raças ou etnias, mas produto da raça branca que matou e escravizou o negro e o índio. Estão destruindo nossos heróis, pela substituição de criminosos e marginais estrangeiros sem caráter. Por este viés está se criando toda uma legislatura (estatuto do índio, do negro, cotas raciais, etc.) de rompimento na estrutura social do país.
    No terreno político, é a busca do poder permanente de uma minoria que se faz de nova, com propostas ideológicas sem qualquer conteúdo moral e ético válido. O objetivo final é enfraquecer e destruir a disciplina moral das forças armadas, até hoje íntegra, que está garantindo os valores nacionais; para então se consolidarem no poder.

    Fatos que ocorreram no passado de violência, particularmente sexual está presente em todos os conflitos, como os da Africa, Na Siria, Afeganistão e por ai vai. Mesmo na América latina pelos espanhóis ouve o mesmo barbarismo. Não podemos julgar a historia, ela é para se contada para as futuras gerações. Tenho pena destes pseudos intelectuais.

  54. Valério,

    Valério, acho muito válida qualquer discordância, tanto é que quero ouvir mais do IPCO, começando pela explicação dos conceitos que definem a superioridade de um povo em relação ao de outro. Só isso.

  55. Fred,

    Creio que não haverá nenhum processo, pelo menos se depender de Ruffato. Caso ele tenha o mínimo de honestidade intelectual, Rufatto levará a sério o que ele mesmo disse à DW sobre as manifestações contrárias ao seu péssimo discurso:

    “Acho perfeitas as reações de discordância.”

  56. Janaina,

    se isso for verdade, apenas demonstra o quão baixo é o nível intelectual dos círculos acadêmicos no Brasil.

    A Gauche caviar está furiosa com o comunicado do IPCO, sinal de que mais uma vez o Instituto tocou no ponto certo.

  57. Adilson Almeida, Jr,

    Sejam jovens ou velhos, sou todo ouvidos para que nos definam, por favor, os conceitos que usam para classificar um povo superior ou selvagem. O texto de Ruffato pode não ser leve, mas o de vocês é criminoso por ser preconceituoso e disseminar a discriminação entre os povos.
    Podem ter certeza de que ele vai chegar aos órgãos competentes e muito prazer teremos em ver uma bela retratação sobre isso.

  58. Parabéns ao IPCO pelo Comunicado de Imprensa. O sangue índio que corre em minhas veias, civilizado e miscigenado pela colonização alemã e italiana do sul do Brasil é prova dessa harmonia social do passado que hoje querem revisar sob a ótica da mentira e da luta de classes.

    Ruffato deveria ir para a Amazônia e conviver com a barbárie de nossos índios, abandonados – e não protegidos – pelo governo para conservar um zoológico humano a gosto de antropólogos e universitários filinhos de papai.

  59. “O orador passa sob silêncio os ingentes esforços dos bravos Jesuítas cujo trabalho junto aos selvagens levou-os e abriu-lhes as portas da civilização européia – superior a todas as outras. Outras ordens religiosas, atuantes nos séculos subseqüentes, confirmaram e ampliaram a ação daqueles que vieram com os heróicos sacerdotes Manuel da Nóbrega e o Beato José de Anchieta.”
    NO BRASIL DE ANCHIETA E NÓBREGA HAVIA CERCA DE 5 MILHÕES DE ÍNDIOS. HOJE ELES SÃO 300 MIL. EM QUE PAÍS VOCÊS VIVEM, HEIN? NÃO É O MESMO EM QUE OS OUTROS MILHÕES DE BRASILEIROS QUE NÃO MORAM EM HIGIENÓPOLIS VIVEM, CERTAMENTE. SE OS JESUÍTAS FORAM TÃO BONZINHOS COM OS ÍNDIOS, POR QUE O VATICANO PEDIU PERDÃO?? HIPÓCRITAS!

  60. É forte dizer que nascemos sob a égide do genocidio e do estupro de nossas ancestrais brancas e negras, deve ter acontecido,mas não em tais proporções, que forme um país.Se ele é fruto de tal acontecimento em sua família, meus respeitos, lamento,mas o perdão existe, é dificil mas não impossivel. Mas não queira falar por mim e por outras pessoas, procuro ser Cristâ, quero a paz e por isso tento transmitir a paz, não quero o ódio dentro de mim, sigo pensando assim e falo ás pessoas para que não se deixem levar por esse tipo de contaminação. Somos abençoados por estarmos aqui nesse lugar criado e protegido por Deus e Nossa Senhora, por isso é que foi descoberto por um País Católico, tem como padroeira a Mãe do Céu, tem locais com nomes de Santos, não colaboremos para a perda de tanta riqueza.

  61. Rafael,

    Rafael:
    Só me digam uma coisa… Vocês são velhos né? Não quero que a nova geração de brasileiros – a que vai corrigir todos os erros que vocês e as gerações passadas fizeram – sejam como vocês!

    O grande erro da história do Brasil recente foi ter entregue a um país a uma corja que pensa como esse Ruffato. Mas, não, você está errado. O IPCO é formado de jovens. Fazem parte da esperança de um futuro digno para a nação.

  62. Excelente foi o discurso de Ruffato! Articulado, lúcido e coerente, Ruffato devolveu-nos o espírito crítico que é necessário à construção da ideia de uma nação que não deve ter medo da sua história e nem do seu passado. Não é Ruffato que envergonha o Brasil no mundo, mas o machismo, o racismo, o sexismo e a homofobia que ele denuncia. Os crimes contra a Natureza e os Povos Indígenas – isto sim, é motivo de vergonha! São estas as questões que nós, professores e professoras fora do Brasil, temos de explicar. O texto de Ruffato será meu instrumento de trabalho!

  63. Isso é muito grave:

    “trabalho junto aos selvagens levou-os e abriu-lhes as portas da civilização européia – superior a todas as outras”

    Certamente se fosse Ruffato a proferir esta frase na Alemanha, não teria agradado nem um pouco. A memória dos alemães não lhes deixam voltar aos mesmos erros de um passado recente.

  64. Aqui só tem fascista, e que ainda escreve errado, falando que o Ruffato é ignorante. Apoio ao Rufatto. E, sim, a cultura desse país é elitizada, tudo é elitizado, e tem gente que se mata quando é criticada. Ignaros. Nazistas.

  65. Lamentável é essa organização aqui. Ruffato foi preciso no seu discurso. E a prova disso é a quantidade de reações que provocou. Inclusive de instituições reacionárias, como a IPCO.

  66. “O Brasil não é assim. O Cristo Redentor, cuja imagem paira benfazeja e protetora sobre o Rio de Janeiro – e sobre todo o Brasil – protege nosso povo contra essa utopia.” Realmente. Graças ao Cristo, o Rio de Janeiro é tão bonito e tão calmo e tranquilo. Bençãos.

  67. Vocês são ignorantes? Vocês leram a carta na íntegra? O discurso na íntegra? Ele fez um crítica pesada ao sistema governamental brasileiro. Ele criticou nossa educação, nossa distribuição de renda, etc. Ele é muito mais nacionalista que vocês! Que ficam aí perdendo seu tempo lendo essa porcaria de website.
    Governo socialista? NOSSA É CADA COISA QUE EU LEIO AQUI DÁ VONTADE DE VOMITAR E MORRER SUFOCADO NO MEU PRÓPRIO VÔMITO.
    Só me digam uma coisa… Vocês são velhos né? Não quero que a nova geração de brasileiros – a que vai corrigir todos os erros que vocês e as gerações passadas fizeram – sejam como vocês!
    Beijo pra quem fica. Leiam mais. Estudem mais. Sejam mais críticos. Duvidem mais das opiniões tendenciosas de sites como esse. (=

  68. Considero oportuna a manifestação de repúdio à tentativa de denegrir a história brasileira.
    Entretanto entendo que essa manifestação teria mais alcance se não houvesse o ‘silêncio consternado’.

    EAT

  69. Acho que vocês deveriam falar alguma coisa spobre as vaias que o vice-Presidente Mechel Temer levou do público também, e vais merecidas essas. Um sujeito que vive mamando na teta do governo, e exigindo cargos e mais cargos para seu partido pois que tomar o poder através de cargos extratergicos.

  70. Fui convidado com bastante antecipação para a feira do livro que aconteceu em Frankfurt para tarefas de tradução lamentavelmente não pude estar lá; mas agradeço a Deus o entrave que me impossibilitou viajar porque se estaria presente no evento com muita certeza não teria ficado calado perante a apologia que este sujeito fazia do comunismo, desejaria fazer outros comentários mas é melhor fazer silêncio.

  71. Os incapacitados quando se deixam vencer a si próprios, transformam-se em farrapos á solta, e transportados pelo vento deixam uma sombra negra em qualquer lugar que param. Porem nunca deixando de ser um farrapo humano, cuja sombra sempre atinge malignamente todo aquele que distraidamente não evita o seu contacto.

  72. Acho que ele nem deveria voltar para o Brasil, já que odeia tanto suas origens. Sugiro que ele fique, por exemplo, no Quenia e pratique a filantropia que tanto prega. O Brasil precisa de gente que não atire pedras do lado de fora.

  73. Realmente lamentável o discurso deste indivíduo que desconhece a história e repete, digo, papagueia o que ouviu de certos ambientes carregados de ódio. Não deve ter lido Casa Grande e Senzala do grande Gilberto Freyre. Se existe um alienado é ele. Alienado a ideologia assassina do comunismo.

  74. Há brasileiros que deixa a gente orgulhoso de o ser, mas há aqueles que nem merecem a honra. Aliás, o que ele está fazendo aqui? Explorando a pobre gente? Foi para a Alemanha com que dinheiro? O dele ou dos explorados por ele ou pelos explorados por esse governo socialista? Deveria continuar a vender pipoca.

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