… injustiças se cometem em seu nome!”

Em sã consciência – e até mesmo por educação – ninguém pode ser contrário à preservação do meio ambiente, mas discordar dos exageros na sua defesa, isso sim, pode e deve ser feito até com veemência.

Com efeito, para se aplicar dispositivos legais justos nessa questão, faz-se necessária – além de muito bom senso – uma abrangente análise de todo os setores envolvidos pelas normas reguladoras.

Contudo, não é essa a política que vimos assistindo no Brasil, onde pululam os radicalismos com aplicações de múltiplas e pesadas penalidades – muitas vezes, sem julgamento – para uma única infração.

Criam-se leis com prazos impossíveis de ser cumpridos, como a Instrução Normativa nº 001 de 29 de Fevereiro de 2008 que deu origem a tantas punições.

O mesmo se pode dizer do Decreto 6.514/08 que impôs a todos os agricultores brasileiros multas diárias por falta de averbação de reserva legal.

Aliás, com valores absurdos e confiscatórios, e, ademais com exigências impraticáveis sobre as APPs – Áreas de Preservação Permanente –, o que ipso facto colocou 90% dos produtores rurais na ilegalidade.

4 COMENTÁRIOS

  1. Engraçado que nenhum “ambientalista” vermelho se volta contra as atitudes disparatadas do MST, quando este destrói plantações, desbasta florestas inteiras, etc. Que sinceridade é essa? Obviamente, esse ambientalismo é na verdade um pretexto para destruir a propriedade privada.

  2. Acompanhando a exposição que se faz desta seção do site eu fico angustiado, pois, sinto asfixia, numa ditadura, ao menos, poderia mal que mal respirar.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor deixe seu comentário!
Por favor insira seu nome