Cristianofobia, um mal dos nossos tempos

Era o dia 23 de Junho, uma fina garoa caia sobre Bruxelas …  mas neste cenário cinzento aparece um grupo com estandartes flamejantes onde um leão dourado guarda em seu peito uma cruz vermelha.

Logo começam a bradar fortes slogans tais como : “O laicismo dominante quer reduzir os cristãos a cidadãos de segunda classe, aceitaremos essa condição de estrangeiros em nossos próprios países?”

Tudo isso teve lugar na Praça Luxemburgo, em frente ao Parlamento Europeu.

Voluntários provenientes de diversos países do mundo, em sua maioria jovens, distribuiram, durante três horas, cerca de 2.000 folhetos que alertavam sobre a perseguição aos cristãos tanto no Ocidente quanto no Oriente.

O panfleto pedia o reconhecimento do “Dia internacional de combate à Cristianofobia ” elegendo o 2 de Março para tal, pois foi o dia do assassinato de Shahbaz Bhatti, Católico paquistanês e Ministro para as minorias religiosas, morto por islâmicos radicais.

Casos como o da católica paquistanesa Asia Bibi, que continua presa em terríveis condições, e dos recentes morticínios de cristãos no Iraque e no Egito também foram lembrados, ao lado das constantes blasfêmias muitas vezes expressas em atos de vandalismo e vilipêndio religioso acontecidos no Ocidente ( a recente Marcha homossexual no Brasil é um exemplo desse tipo de cristianofobia).

A reação do público era muito interessante, desde cristãos orientais e ocidentais que parabenizavam a campanha a muçulmanos que chegaram a dizer “somos realmente cristianofóbicos”.

O evento foi promovido pela Federaçao Pró-Europa Christiana, sob a direção do Duque Paulo von Oldenburg. Maiores dados são encontrados no site: www.againstchristianophobia.org, onde pode ser assinada uma petição que será enviada a Ban Ki-Moon, secretário Geral das Nações Unidas.

Vita est militia super terram … portanto, ao combate católicos militantes!!!