Cubanos sem sabonete, sem creme dental, sem detergente…

Bar em Havana: ninguém pode…

O socialismo parece o diabo que não dá o que promete.

É o que pensam os cubanos após a ditadura amiga de o petismo cortar da “cesta básica” o sabonete, a pasta de dente e o detergente.

Agora só obterão esses produtos no mercado negro, mas o salário médio em Cuba gira em torno de R$ 35.

Há poucos meses, o governo cortou as batatas e os cigarros da cesta básica.

Raúl Castro prometeu que a saúde e a educação, aliás, desastrosas, continuarão livres de tarifas.

Para aprofundar mais o socialismo em crise, a ditadura licenciou 1,3 milhão de operários e empregados públicos.

Até março, 500 mil funcionários ficarão na rua, ou no “setor privado” inexistente, excetuado o mercado negro e o trabalho ilegal.

Comitês do Partido elaborarão a lista de dispensa, beneficiando aos militantes. Em hotéis e locais turísticos, onde os empregados ganham gorjetas dos turistas, as discussões são violentas.

Este é o modelo de “dignidade socialista” com o que sonham nossos políticos populistas.