07 de julho

1456: – O papa Calisto III absolve a virgem guerreira Joana d’Arc de heresia, 25 anos depois de sua morte na fogueira.

1497: – Zarpa de Lisboa pequena frota a mando de Vasco da Gama, com a missão de achar um caminho para a Índia, dobrando o Cabo da Boa Esperança, então limite da navegação européia.

1585: – Na França, o Tratado de Nemours proíbe a tolerância para com os protestantes.

1846: – Tropas americanas ocupam as cidades mexicanas de Monterrey e São Francisco, em seu começo da conquista da Califórnia.

1853: – Uma esquadra americana obriga os japoneses a abrirem suas fronteiras e seu comércio, até então fechados para o Ocidente, principalmente com os Estados Unidos.

1877: – É fundada a Bell Telephone Company, nos Estados Unidos. Transformar-se-á na maior empresa de telecomunicações do mundo, sendo obrigada ao desmembramento nos anos de 1980.

1904: – Na Rússia, completa-se a Ferrovia Transiberiana, de 8.314 quilômetros de extensão, construída em pouco mais de 10 anos.

1917: – Já no que seriam os primórdios da Revolução Bolchevique, o príncipe Guerorgui Lvov forma um governo provisório depois da abdicação do czar Nicolau II.

1932: – Começa o Levantamento de Trujilo, no Peru, movimento comunista de trabalhadores da cana e estudantes. Terminou dois dias depois pela intervenção das forças do Governo.

1935: – Cuba é um dos primeiros Estados da América Latina a estabelecer relações diplomáticas com o Vaticano.

1946: – Na Cidade do Vaticano, Pio XII canoniza a missionária Francisca Xavier Cabrini – que havia adquirido a cidadania americana –, como a primeira cidadã americana canonizada.

1969: – No Canadá o francês é equiparado com o inglês como idioma oficial do país.

1974: – Os Estados Unidos e a China assinam novo acordo comercial, concedendo a Pequim um estatuto de privilégio.

1976: – Pela primeira vez em sua história, a Academia Militar de West Point, nos Estados Unidos, aceita cadetes femininas.

1977: – Telex do Prof. Plinio ao Vaticano, exprimindo perplexidade pela desestabilizadora alocução de Paulo VI sobre as “violações de direitos humanos” no Brasil.

1980: – É institucionalizada no Irã a sharia (lei religiosa muçulmana).

1985: – Na Bolívia, a revista do núcleo da TFP local, Cristiandad, em vista da confusa situação do país, publica a “Carta abierta al compatriota defraudado y desconcertado. Al boliviano semi-acostumbrado al caos y que teme lo peor”.

2001: – Uma subcomissão parlamentaria peruana estabelece que o ex-presidente Alberto Fujimori cometeu delito de rebelião em agravo do Estado ao dirigir o “auto-golpe” de 5 de abril de 1992.

2003: – O antigo gigante de telecomunicações WorldCom é condenado ao pagamento de 750 milhões de dólares de indenizações, pelas fraudes financeiras de 11 mil milhões, provadas em tribunal.

2005: – Atentados em Londres. Quatro explosões na capital britânica, no início da manhã, causam 56 mortos e mais de 700 feridos. As explosões afetam sete estações do metropolitano, paralisando a rede, e destroem um autocarro.

2007: – O Cristo Redentor, do Corcovado, é eleito como uma das novas 7 Maravilhas do mundo.

26/01/2015 – A “reverenda” Libby Lane é agora bispo de Stockport, depois de uma cerimónia da seita anglicana no norte da Inglaterra.

2008: – Depois do debate entre conservadores e liberais, o sínodo da cismática Igreja Anglicana aprova a ordenação de mulheres bispos. O Vaticano reage com tristeza a esta decisão, sublinhando que constituirá “um novo obstáculo para a reconciliação” entre as duas Igrejas.

2009: – Bento XVI assina sua terceira encíclica, Caritas in veritate, na que reconhece que a economia necessita da ética.

2012: – O democrata norte-americano Barney Frank, de 72 anos, casa-se com o seu companheiro de longa data, tornando-se o primeiro membro do Congresso dos Estados Unidos a contrair um “casamento” homossexual.

– Falecimento de Dom Eugênio Sales, Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro que, por sua posição terceira força, escandalizou muitos católicos no país.

2016: – A Comissão Européia lança processos de sanções a Portugal e Espanha, ao concluir que os dois países não tomaram “medidas eficazes” para corrigir os seus déficits excessivos, passando a palavra aos ministros das Finanças da União Européia.

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