Stedile-com-Dom-Tomas-Balduino

Enquanto o chamado Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) vai perdendo a credibilidade (se é que algum dia a teve) entre os próprios homens do campo, a esquerda católica se obstina em defender com unhas e dentes os restos de prestígio desse movimento subversivo.

Nascido das entranhas poluídas da “Teologia da Libertação” como movimento auxiliar da revolução social comunista, o MST recentemente resolveu ficar ecologista, para estar aggiornato com a última moda das esquerdas. De vermelho virou verde, como um esperto camaleão.

Mesmo assim, está difícil pegar. Como isso “não cola”, a propaganda tem insistido em promover o personagem que foi escolhido para ser o símbolo do MST, o marxista João Pedro Stédile.

Alguns dados sobre ele – suas ligações com a esquerda católica e sua adesão ao ecologismo – nos são fornecidos em interessante artigo “O Natal de Stédile”, do jornalista Mario Sergio Conti, publicado noblog leonardoboff.com (22-12-15). Sintomático o trecho que abaixo reproduzimos.


Cópias da encíclica do Papa Francisco, Laudato Si' ANSA/ALESSANDRO DI MEO
Cópias da encíclica do Papa Francisco, Laudato Si’ ANSA/ALESSANDRO DI MEO

“O Brasil é o país que abriga o maior rebanho católico do mundo. Entre eles está João Pedro Stédile, dirigente do Movimento dos Sem Terra. Ele é primo de Dom Orlando Dotti, bispo de Vacaria, no Rio Grande do Sul, e de vários frades capuchinhos. Os primos párocos marcaram a sua formação franciscana, que considera ‘mais atual do que nunca’.

“Stédile sustenta que o líder religioso da hora, o papa Francisco, ‘tem um comportamento revolucionário’. O pontífice, disse ele no intervalo de uma peregrinação pelo interior paulista, ‘teve uma experiência política no peronismo, é um nacionalista que defende os pobres e é contra o abuso do capital’.

“Para ele [Stédile], a encíclica papal [foto] sobre o meio ambiente ‘é uma obra histórica maior do que dez COP21, a conferência da ONU sobre o clima, que não serviu para nada’.

“O MST se atualizou na teoria e na prática nos últimos anos. O movimento, diz Stédile, é contra a ‘reforma agrária burra’, que só se preocupa com a divisão dos latifúndios. Advoga que a agricultura produza alimentos saudáveis para o povo, em vez de exportar commodities. Prega a ‘agroecologia’, técnicas de cultivo que não vitimem a natureza.

“Ele também se insurgiu contra o machismo, disseminado no meio rural, inclusive no MST. O movimento conseguiu que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, o Incra, passasse a entregar títulos de propriedade a casais de sem-terra gays.”


O realce de Stédile lhe vem do apoio que recebe da esquerda católica e de certas tubas midiáticas. Ora, que pessoas e movimentos que se dizem católicos, se obstinem em propagandear e patrocinar tal homem e tal movimento, quando este último visivelmente já declina, põe em evidência quão perniciosa tem sido para o Brasil a atuação da corrente denominada “esquerda católica”.

E a utilização para tão funesta empresa do sagrado nome de “católico” só pode provocar lágrimas em Nossa Senhora.

Não corrompam nossas crianças através da “Ideologia de Gênero”

A Ação Jovem do IPCO está promovendo uma campanha nacional de abaixo-assinados que serão enviados para o Presidente Michel Temer pedindo a exclusão da satânica "Ideologia de Gênero" da Base Nacional Comum Curricular - BNCC.

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Catolicismo é uma revista mensal de cultura que, desde sua fundação, há mais de meio século, defende os valores da Civilização Cristã no Brasil.

A publicação apresenta a seus leitores temas de caráter cultural, em seus mais diversos aspectos, e de atualidade, sob o prisma da doutrina católica. Teve ela inicio em janeiro de 1951, por inspiração do insigne líder católico Plinio Corrêa de Oliveira.

3 COMENTÁRIOS

  1. Como já disse padre Alberto Gambarini: a fumaça do demônio já está dentro da igreja, inclusive através de alguns padres e até mesmo bispos. A hora se aproxima, o momento final está sendo contado, vamos esperar no Senhor. E para esses padres e bispos que são consagrados não a DEUS, mais ao demônio, desejo uma breve partida, com a certeza que o céu não os espera, mais sim o inferno.

     
  2. Realmente devemos orar muito à Nossa Senhora! Vivemos os tempos chegados!
    A hora de provar nossa fé, proteger nossas famílias, nossas vidas, dessas ideologias funestas!
    Tradição, família, propriedade – devemos seguir esse pensamento e preservar a AUTÊNTICA fé católica – das garras do marxismo, gramscismo anti-cristão!

     
  3. Os apoiadores do traste marxista João Pedro Stédile são os esquerdistas dos diversos PCs associados ao PT, dos afinados à vermelha TL, à CNBB e dos silentes que se congregam a essa instituição dos bispos do Brasil que não a reprovam por apoio notorio ou por não denunciar os marxistas.
    Ele ficou mais evidenciado como se fosse algum personagem de valor depois que o Vaticano num comportamento muito estranho recebeu o revolucionarioJ Stédile e grupos de militantes comunistas de braços abertos, dando a ele oportunidade de discursar em suas dependencias, cuja mente está repleta de esterco marxista.
    As ações desse desordeiro e dos grupos arruaceiros ligados a eles são bastante conhecidas, muitas de suas anarquias são notorias, como destruirem laboratorios, invasões de fazendas produtivas e campo agrícolas!
    … “Infelizmente, em nossos dias, está ficando cada vez mais evidente que o Vaticano, por meio da Secretaria de Estado, tomou a estrada do politicamente correto. Alguns Núncios tornaram-se propagadores do liberalismo e do modernismo. Eles se tornaram especialistas no princípio “Sub secreto Pontifício”, através do qual manipulam e calam as bocas dos bispos. E assim o que diz-lhes o Núncio fica parecendo como o que seria quase certamente o desejo do Papa. Com tais estratagemas, separam os bispos uns dos outros de modo que os bispos de um país não falam mais a uma só voz no espírito de Cristo e Sua Igreja na defesa da fé e da moral. Isso significa que, a fim de não cair em desgraça com o Núncio, alguns bispos aceitam suas recomendações, que às vezes são baseadas em nada mais do que em suas próprias palavras. Em vez de zelosamente propagar a fé, pregando com coragem a doutrina de Cristo, sendo firmes na defesa da verdade e da moral, as reuniões das Conferências Episcopais, frequentemente, lidam com questões que são estranhas à natureza do ofício dos sucessores dos apóstolos”.
    Num país onde um sujeito desse torna-se líder, tem uma CNBB na Quaresma da conversão do coração atuando como “Ministerio da Infraestrutura e do Meio Ambiente”!
    * “Carta aberta de um arcebispo sobre a crise na Igreja”, de D Jan Pawel Lenga.

     

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