Quando um “gato pingado” qualquer do lobby homossexual abre a boca para dizer alguma estupidez ou “novidade” a respeito da ideologia de gênero, as tubas da Revolução ressoam aquilo por todo o mundo como se fosse o fato mais importante do momento. Contudo, essas mesmas tubas silenciam qualquer fato importante em defesa da família e contra a ideologia de gênero. Foi o que constatamos com dois fatos recentes ocorridos em continentes diferentes.

No Panamá, sadia reação popular em defesa da família

O primeiro deles aconteceu no dia 13 de julho na capital panamenha, onde cerca de 100 mil pessoas de diferentes organizações religiosas e da sociedade civil promoveram uma marcha contra a ideologia de gênero e em defesa da família.

Os manifestantes rejeitaram um projeto de lei sobre saúde e educação sexual – Educación Integral de la Sexualidad (EIS) – e exigiram do governo e dos políticos respeito aos valores morais e à Constituição, segundo os quais o casamento só é válido entre homem e mulher. Também pediram a condenação dos pedófilos.

A marcha teve início na Igreja do Carmo e seguiu até o Parlamento, na Praça 5 de Maio, um trecho de três quilômetros. Os participantes vestiam camisas brancas e portavam cartazes com mensagens contra a ideologia de gênero. Alguns diziam: “No queremos ideologías extranjeras”.

Segundo informou a Alianza Panameña por la Vida y la Familia, as EIS “estão impregnadas da ideologia de gênero” e “são encorajadas e aconselhadas pelo UNFPA”, a agência da ONU conhecida por difundir o uso de contraceptivos e o aborto.

Na ocasião, o Presidente da Assembleia Nacional, Rubén de León Sánchez, recebeu uma delegação das organizações pró-vida, pró-família e da Igreja Católica, e anunciou que devolveu o projeto para ser discutido novamente.

Em um comunicado à imprensa, a Aliança do Panamá para a Vida e a Família instou o Estado a garantir “o direito dos pais a participar, escolher, aprovar, apresentar e definir propostas em relação à educação na sexualidade que é ensinada aos seus filhos menores”, assim como “objetar para qualquer tipo de educação sobre sexualidade que seja  contrária  à lei natural, a seus valores ou princípios éticos, morais, espirituais e /ou religiosos (…)” [i]

Prefeito italiano proíbe ideologia de gênero nas escolas

O outro fato silenciado pelas tubas da Revolução aconteceu na Itália.

O site “Infovaticana” informou no dia 11 de julho que o prefeito recém-eleito da cidade de Verona retirou dos colégios o material de doutrinamento LGBT. Diz o site: “Seu nome é Frederico Sboarina (foto ao lado), um dos poucos políticos que se atreveu a levantar-se contra o lobby LGBT, de onde se pretende introduzir os postulados de uma ideologia de gênero nas escolas a  fim de doutrinar as crianças.”[ii]

Em sua campanha eleitoral, Sboarina defendia a oposição à difusão da ideologia de gênero nas escolas, mediante propostas educativas desenvolvidas em colaboração com as associações de família, com a finalidade de promover o respeito à dignidade masculina e feminina sem menosprezar suas valiosas diferenças naturais”.

Exigia ainda a “retirada das bibliotecas, das escolas municipais, inclusive de orfanatos, dos livros que promovem a equiparação da família natural com as uniões do mesmo sexo e interrupção das iniciativas que promovam indiretamente o mesmo objetivo”. Entre os livros recolhidos pelo prefeito de Verona, se encontra, por exemplo, o célebre Con tango son tres (capa ao lado),  que conta a história de dois pinguins machos que cuidam juntos de um ovo e formam “uma família”.

As destemidas e oportunas atitudes de Frederico Sboarina têm provocado forte reação do movimento homossexual. Organizações como a Associação Italiana de Editores e a International Publishers Association pediram ao prefeito que reconsidere a sua decisão. Arcigay, uma das principais organizações LGBT da Itália, atacou Sboarina por ter permitido uma “fogueira de livros”, ao passo que os defensores da medida dizem que a decisão do prefeito é “lutar contra uma campanha bem organizada e subsidiada de imposição ideológica”.

 A falsa liberdade revolucionária

Tais fatos demonstram a existência de uma reação sadia contra essa ideologia demolidora da família tradicional como Deus a instituiu. E quebram assim a aparente unanimidade em torno da Revolução, que por sua vez impõe silêncio sobre eles.

Esta é a tão propalada liberdade de imprensa – a mesma que a Revolução Francesa proclamava, e da qual Madame Roland disse, antes de ser executada: “Liberdade! Quantos crimes se cometem em teu nome.

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[i] https://www.aciprensa.com/noticias/video-panama-marcha-pro-familia-hace-retroceder-ley-de-salud-sexual-y-reproductiva-18467/

[ii] https://infovaticana.com/2017/07/11/alcalde-verona-retira-los-colegios-material-adoctrinamiento-lgtb/

Vídeo da marcha contra a ideologia de gênero e em defesa da família no Panamá

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