UERJPesquisa feita pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), pioneira em a aderir ao sistema de cotas raciais, comprovou que das 2.396 vagas abertas no vestibular para cotistas, só 1.384 foram preenchidas, pois os candidatos não tiraram a nota mínima: 2, observou “O Globo”.

Havia um candidato cotista para cada vaga, porém havia 11 candidatos não cotistas disputando cada vaga “normal”.

O inquérito comprovou que em lugar de corrigir injustiças, as cotas impedem a entrada no ensino superior de pessoas mais bem preparadas e com justos méritos, criando injustiças e desigualdades chocantes.

O reitor da UERJ, Ricardo Vieiralves de Castro, embora partidário das cotas, admitiu para o “Jornal Nacional” que ficam de fora estudantes mais bem preparados.

O absurdo comprova não haver fundamento no País para impor essas cotas que dividem os brasileiros pela sua raça. O único fundamento para elas é uma metafísica igualitária desligada da realidade.

Por sua vez, o Senado acabou aprovando o controvertido e irreal Estatuto da Igualdade Racial, porém, sem incluir as cotas, noticiou a imprensa.

Os senadores bem perceberam a improcedência da iniciativa marcada por um espírito de luta de raças.

Entretanto, o texto deixa ao Executivo a liberdade de aplicar essas cotas. Agirá ele com a necessária sensatez, ou deixar-se-á guiar pela cegueira ideológica socialista?

Não corrompam nossas crianças através da “Ideologia de Gênero”

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3 COMENTÁRIOS

  1. eu sou contra as cotas na universidade pois acho que os negros nao sao diferentes dos brancos todos tem sua inteligencia isso e um racismo sou branco e meu nome e Fabio moro em Diamantina MG e vou repetir sou contra as cotas

     
  2. O Senado é, alternativamente, louco e lúcido. Excluiu as cotas para logo a seguir dizer que essa exclusão não é para valer. Há quem compreenda?
    Mas é claro que, se a lei não termina com as cotas, o governo vai pôr em andamento as cotas, a menos que o STF diga que é inconstitucional.
    Mas o STF deixou de ser Judiciário; é um misto de todos os poderes. Reparem bem: para decidir se as cotas sõ ou não inconstitucionais, ele ouve toda a gente para saber da utilidade ou não das cotas. E como que ele estivesse a dizer: não me interessa a lei e muito menos a Constituição, pois todo o mundo sabe que as cotas, criando desigualdades entre os brasileiros, são inconstitucionais. Agora, se houver argumentos mais fortes dizendo que são úteis, nós nos tornamos legislativo e fazemos uma lei, inconstitucional, a dizer que cotas as são constitucionais e ninguém pode dizer que a lei é inconstitucional, porque foi o STF que a fêz.

     
  3. José Silveira Viana :George Orwell responderia: é que os índios e negros são mais iguais que os outros. Deu para entender? Se não deu é o seguinte: tudo se explica pela lei socialista da igualdade do ponto de partida. Índios e negros têm mais pontos logo de início, certo?

     

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