Corredores vazios no 1º Salão do 'casamento' homossexual
Corredores vazios no 1º Salão do ‘casamento’ homossexual

Estavam previstos champanhe, suco de frutas e montanhas de salgadinhos, iguarias que as balconistas tiveram de consumir.

Após dois dias do “Salão do ‘casamento’ homossexual” em Paris, os cerca de sessenta expositores só receberam 150 visitantes – exibicionistas em sua maior parte, descreveu “Le Figaro” de Paris.

“O dinheiro! Devolvam o dinheiro!” – reclamavam no fim do domingo os encarregados dos stands enquanto os desmontavam.

Corredores desertos, balconistas entediados, seguranças apáticos foi tudo o que a reportagem do diário “Le Figaro” conseguiu ver.

Um vendedor de bijuterias do “Comptoir La Fayette” se queixava: “Levo quarenta anos neste ofício e jamais vi algo igual. Investi 30.000 euros e só vendi um par de alianças para um casal héteros!”

Joana, que acabava de criar a sociedade organizadora de eventos Eden Day, acrescentava desolada: “Foi uma catástrofe! Foi meu primeiro salão e eu pensava ter uma boa partida. Apareceram no máximo cinco pessoas, e depois, falando com outros vendedores, compreendemos que com todos os casos foram os mesmos”.

Pior ainda, “pelas perguntas que faziam eu percebi que eles não pensavam em casar”, disse o vendedor de bijuterias. Todos notamos que uns casaizinhos de 20 anos ficavam girando somente para se fazerem flagrar pelos jornalistas”.

Foi um “fiasco total” exclamava o DJ Emmanuel Attiach, do 1dream1event. “Prometeram-nos entre 5.000 e 7.000 pessoas! Onde estão os personagens VIP, como Manuel Valls [ministro do Interior]? Considerando-se a atualidade do tema do ‘casamento’ homossexual, é incrível ter tão poucos visitantes”.

Os empresários ainda não conseguiam se livrar da miragem da imprensa sobre a popularidade do movimento homossexual.

A organizadora do Salão, Sandra Bibas, tentou colocar a culpa “nos temores existentes por causa dos homofóbicos”.

Ela mencionou uma “trintena de opositores ao ‘casamento’ homossexual’ que teriam tentado perturbar o salão”, mas os quais ninguém os viu, nem mesmo os seguranças do prédio de eventos.

10 COMENTÁRIOS

  1. A organizadora do Salão, Sandra Bibas, tentou colocar a culpa “nos temores existentes por causa dos homofóbicos”.

    A culpa não foram dos temores, e sim dela mesma, que fez um péssimo trabalho de pesquisa de marketing antes de criar o evento, e agora tá querendo tirar o nome dela da reta. Bem feito cara, quem manda fazer evento importante e caro sem uma pesquisa boa, sem bases, sem nada. E louco os donos dos stands que aceitaram esse tipo de negócio sem ter perguntado nada sobre como foi escolhido o local, o público alvo de lá, se no local tem homossexuais que poderiam ser clientes e etc… Muito idiota esse vento sem esse tipo de base mercadológica. E cadê os patrocinadores, cadê os divulgadores? As grandes marcas associadas a isso? Foi fiasco mesmo porque quiseram que fosse, e pronto.

  2. Infelizmente esses nossos irmãos que optaram por esse tipo de comércio deveriam saber que é uma faca de dois gumes.Sugiro que antes de promover eventos, primeiro peçam a Deus e se é agradável a Ele pois é dono de tudo e de todos.Deus dá liberdade e livre arbítrio a todos.

  3. O governo Francês, quer aprovar um projeto insignificante do ponto de vista econômico, social e diria até, sentimental (se seres do mesmo sexo querem viver um grande amor, já tem liberdade suficiente para fazer isto, não precisam de uma lei para sacramentar este direito), inclui um tremendo complicador nas relações jurídicas, sobrecarregando os tribunais, ou seja, pouco ou nenhum benefício agrega a sociedade, então, só existe uma explicação para tanto empenho na busca deste objetivo: “balão de ensaio” é o que eu chamo este projeto de casamento homossexual, seu grande propósito e testar a resistência da sociedade as mudanças, e dentro dessas mudanças, até onde eles podem ir (se colar, partem para iniciativas mais ousadas)

    No Brasil o mesmo caminho foi trilhado, só com uma grande diferença, aqui as resistências foram mínimas, então como só e não poderia deixar de acontecer, partem agora para iniciativas mais ousadas: criminalização da homofobia, proibição de demissão no emprego por razões de preferência sexual, daí para reivindicar cotas nas Universidades Públicas, é um pulo. Enfim busca-se institucionalizar privilégios para homo sexuais, para acelerar o processo de deterioração dos valores morais vigentes

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