Tsunami contra a Igreja - Coitado do tsunami...

O tsunami contra a Santa Igreja, com ataques contínuos tiritando sem trégua, numa seqüência  bem orquestrada demais para não ser premeditada,  já não consegue esconder sua verdadeira face sectária.

Será que já estamos imersos numa guerra total contra a Igreja Católica, na forma de um gigantesco “estrondo publicitário”? (Veja os vídeos de D. Bertrand sobre o assunto)

Estamos diante de vagalhões de ataques que visam aturdir e produzir um pesadelo para os fiéis: na Igreja só existiriam maus sacerdotes e maus católicos; Ela seria uma instituição meramente humana, que agora entrou em falência.

Todos desejamos denunciar os fautores de um mal como a pedofilia, estejam onde estiver. É um dever, sim, mas sempre com justiça, equidade e isenção. E nunca tomar isso como um pretexto para denegrir uma instituição, que justamente prega o contrário do erro…, e é guardiã da Moral e do Bem.

Todas as formas de bem de que a Igreja tem sido fonte inexaurível ao longo de seus 2 mil anos de história, ficam propositadamente velados numa “cortina de fumaça”. Os casos – proporcionalmente ínfimos  nos meios eclesiásticos se comparados com a sociedade civil – não passam de pretextos.

Mas tal fumaça é efêmera. Todo mundo sabe o que é um “fogo de palha”. É um fogaréu intenso de curtíssima duração. Os fautores do atual estrondo estão apostando alto nos efeitos quiméricos desse “fogo”. Em vão! Cairão por terra estatelados. Pois atentam de forma temerária e blásfema contra uma instituição divina.

Visam produzir uma histeria de perplexidades e dúvidas. Nesse estrondo, não há espaço para o bom senso, para distinguir situações, evitar generalizações. A tática é sempre repetir os casos à maneira de “realejo”. É um ódio cego, incapaz de enxergar uma pontinha de bem em sua vítima.