“Gabinete Paralelo” ou Subsidiariedade? CPI Covid tem viés socialista-ditatorial

Gabinete Paralelo ou Gabinete Auxiliar? Socialismo ou Subsidiariedade. Livre iniciativa ou centralização?

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“Gabinete Paralelo” é o novo slogan da CPI, é preciso manter o clima de suspeição. Se chamarmos de “Gabinete Auxiliar” o balão midiático esvazia. As contradições, na condução da CPI da Covid são gritantes, desconcertam o grande público, causam indignação e repulsa, realizam aquelas palavras da Escritura: um abismo atrai outro abismo. (Sl 41, 8). São contradições que obedecem a uma lógica: caça aos “inimigos”.

Hoje, queremos mostrar o caráter socialista-ditatorial dessa CPI ao ignorar, silenciar, perseguir a Subsidiariedade, ou seja, a participação proporcional dos grupos intermediários na solução dos problemas de saúde.https://ipco.org.br/algoritmo-robo-ou-subsidiariedade-sociedade-organica-versus-great-reset/

A Subsidiariedade, princípio fundamental da boa ordenação social, é fundamentada no ensinamento dos Papas. A Subsidiariedade é baseada naquela força vital que parte de baixo para cima numa sociedade livre. Incentivar os indivíduos, famílias, grupos, associações a produzirem o melhor de si mesmos. Depois vem a ação supletiva do Município, do Estado e por fim da Federação.

O socialismo, pelo contrário, concebe a ação do Estado como planificador total ao qual os indivíduos obedecem como robôs. Ele ignora, repudia a livre iniciativa e a subsidiariedade.

Os “dogmas” da CPI da Covid

1 – Saúde não interessa.

Foi cancelado o debate entre médicos pró tratamento precoce e seus opositores. As tentativas de explanações, do ponto de vista médico, — esclarecimento ao público — de Dra Mayra Pinheiro e Dra Nise Yamaguchi foram brutalmente interrompidas. Aliás, elegância, cavalheirismo, respeito devido às mulheres foram proscritos da parte dos condutores dessa CPI. Os fatos são de conhecimento público, dispensam citações.

2 – Subsidiariedade é acusada de “Gabinete Paralelo”

Outro ponto característico do socialismo-ditatorial. A iniciativa de médicos pró vida de procurarem o Governo e oferecerem colaboração — isso se chama Subsidiariedade, nas sociedades livres — é tachada de “gabinete paralelo”. As patrióticas iniciativas locais de uma feliz parceria empresários-médicos em cidades brasileiras — mais um belo exemplo de Subsidiariedade — são silenciadas nessa CPI que deveria ter seu foco em “salvar vidas”.

3 – Condenação do Tratamento Precoce

Como a Saúde não interessa aos condutores da CPI da Covid, a tática do desprezo, a tentativa de ridícularizar os médicos que se dedicam ao tratamento precoce — note-se, cada um desses heróis tem seu banco de dados auditável para provar a eficácia da ivermectina, da hidroxicloroquina na fase 1, são médicos da linha de frente — também está ao alcance de todos. As inquirições na CPI o provam.

O novo Comitê de Saúde Pública da Revolução Francesa

Infelizmente, alguns comentaristas erram ao rotular essa CPI: machismo, inquisição etc. O símile adequado para a CPI da Covid é o Comitê de Salvação Pública, da Revolução Francesa.

“Entre junho de 1793 e julho de 1794, cerca de 16.594 pessoas foram executadas durante o Reinado de Terror na França, sendo 2.639 mortes só em Paris.[2] Apesar disso, há um consenso de que o número é muito maior, com cerca de 10 mil mortes que ocorreram sem julgamentos ou em prisões.[3]

“Inicialmente, o Terror, que era voltado principalmente aos realistas e aos girondinos tornou-se uma perseguição geral a todos os “inimigos” da Revolução (…) sua figura de maior destaque foi Robespierre.”

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Em ambos ( tanto no Terror quanto em 2021 ) se nota o viés ideológico de esquerda. Quem são os novos “inimigos” da Revolução? Quem são os “inimigos” que a CPI da Covid busca, tão deliberadamente condenar? Essa CPI da Covid que se desinteressa pela Saúde e pelos métodos de “salvar vidas”?

— Silêncio sobre os gritantes e astronômicos desvios de verbas federais (da saúde) por parte de governadores e prefeitos; esse é um clamor do Brasil inteiro que deseja saber onde foram empregrados os bilhões de reais … que a CPI tem ignorado. Em proveito de quem?

Afinal, qual é a legitimidade dessa CPI da Covid, interrogam os brasileiros. Quererão o Presidente e o Relator repetir, em 2021, os erros do Comitê de Saúde Pública, na Revolução Francesa?

Está claro o viés socialista-ditatorial

Vamos recordar, o socialismo, como o também o comunismo, desprezam as qualidades individuais em favor de um planejamento central, ditatorial. A CPI tem o viés socialista-ditatorial.

Viés ou tendência é um peso desproporcional a favor ou contra uma coisa, pessoa ou grupo comparado a outro, geralmente de uma maneira considerada injusta. (…) Enviesado ou tendencioso significa unilateral, sem um ponto de vista neutro ou sem mente aberta. O viés pode vir de várias formas e está relacionado a preconceito e intuição. https://pt.wikipedia.org/wiki/Vi%C3%A9s

Por que socialista? Porque despreza a colaboração, o concurso de corpos intermediários como sejam a família, as associações, as entidades de classe, sobretudo, no caso, os médicos.

Por essa razão os bilionários da Big Tech, do Forum Econômico Mundial e, infelizmente, com o apoio de Roma, querem impor ao mundo uma governança global. Esse seria o socialismo mundial, a nova ditadura a propósito da Pandemia, querendo instalar a maior senzala com a qual nem Hitler, nem Stalin, nem Mao sonharam.

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Fica demonstrado que a CPI da Covid é totalitária e socialista: ignora e recusa a livre iniciativa, a Subsidiariedade.

Essa é a hora da sadia opinião pública manifestar-se a favor do Brasil. Terra de Santa Cruz, de formação cristã desde o seu Descobrimento, grande pelo Território, por suas riquezas ( cobiçadas pela China ), pela índole de seu povo destinado a ser um bastião conservador a iluminar o Novo Mundo.

Nossa Senhora Aparecida, São José de Anchieta protejam esse nosso Brasil de todos os vieses socialistas que desde Prestes quiseram jugular essa Nação.

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