Lágrimas da Imagem de Nossa Senhora de FátimaUm grupo de atores da Rede Globo de televisão gravou um vídeo, publicado em um canal do Youtube no último dia 3/11, que tem como resultado promover o aborto, negando assim o direito à vida de crianças inocentes. Ademais de contrariar frontalmente a Fé Católica, professada pela maioria da população brasileira, o aborto é crime pela legislação brasileira.

Trata-se de um documentário, Olmo e a Gaivota, lançado no último dia 05/11, que apresenta o aborto – assassinato de crianças inocentes – como um direito da mulher. (e o direito à vida da criança?)

A “peça publicitária” – que recebeu o prêmio de Melhor Documentário do Júri Oficial do Festival do Rio – é ademais de extremo mau gosto.

Logo no início do vídeo os atores mostram-se extremamente incomodados com a virgindade de Nossa Senhora, e a criticam abertamente. Parecem sentir-se atormentados pela pureza imaculada da Virgem Santíssima. Dizem:

Falar de gravidez é um tabu milenar. Contam como se tudo fosse maravilhoso, cor de rosa, sublime. Isso vem desde Nossa Senhora, […] Esse lance de virgindade [de Nossa Senhora]… é erro de tradução! E enquanto ficam discutindo isso eu fico gerando esse ser humano inteiro dentro de mim!”

Tal é o abominável jaez desse vídeo!

Segundo a descrição do vídeo no Youtube, ele “foi feito também em resposta a agressões verbais que recebemos na nossa página de Facebook depois do discurso feito pela diretora [do filme Olmo e a Gaivota] na premiação do Festival do Rio”.

Em uma das cenas, a atriz principal assim se refere a uma criança que está gerando: “Sinto que tem um alien dentro de mim, que se nutre de mim e me impõe as regras do jogo”. Esse é o modo de uma mãe se referir a seu próprio filho? Na frase não se nota nenhum carinho pelo fruto de suas entranhas, não há amor, só desagrado por esse “intruso”. Merece o nome de mãe quem assim pensa? Até as feras tratam com carinho suas crias. Além do que, as “regras do jogo” não são impostas pela criança, mas sim por Deus Nosso Senhor que criou a maternidade como um dom para a mulher. Aqui transparece o ódio à ordem posta por Deus.

Enquanto escrevemos, no canal do YouTube em que está postado, o trailer já ultrapassou os 34.919 “Não gostei” contra apenas 4.474 “Gostei”.

Convidamos a todos os nossos amigos e leitores a também protestarem contra essa abominável iniciativa, que só pode contar com a nossa mais enérgica repulsa, marcando a opção “não gostei” do vídeo em sua página no YouTube. Para isso, basta clicar aqui.

Também há uma petição on-line contra o documentário. Para acessá-la, clique aqui