Destaques


1 – ITÁLIA: REAÇÃO IMPEDE A VENDA DE CAPELA A MUÇULMANOS
2 – PERDA DA FÉ, HEDONISMO FAZEM AUMENTAR A PROCURA DA BRUXARIA NOS EUA
3 – LIÇÕES QUE NOS VEM DA ÁFRICA: NÃO VOTAREI EM ARTIGOS PRÓ LGBT AFIRMA BISPO DE CAMARÕES
4 – LIÇÕES QUE NOS VEM DO LESTE EUROPEU: HUNGRIA DEIXA DE FINANCIAR IDEOLOGIA DE GÊNERO

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1Itália: reação impede a venda de capela a muçulmanos

presidente da Lombardia, Attilio Fontana, um político da Liga.

Ótima iniciativa em Bérgamo, na Itália, com o bloqueio da tentativa do grupo muçulmano de comprar uma capela e transformá-la em mesquita.

“O governo local liderado pela populista Liga da Lombardia bloqueou os planos de transformar uma antiga capela em mesquita depois que um grupo islâmico derrotou os cristãos no leilão de uma igreja em Bergamo, no norte da Itália.

O presidente da região, Attilio Fontana, afirmou “que o conselho pretende “proteger” o cristianismo na Itália”, usando uma lei de 2004 para a proteção de culturas locais” e acrescentou “que a religião (muçulmana) representa um “perigo” para a nação mediterrânea, que combateu inúmeras invasões e ataques do mundo muçulmano durante os últimos dois milênios, incluindo a captura da Sicília por séculos”.

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Nossos parabéns, assim se trabalha eficazmente contra a islamização da Itália e da Europa.

http://religionlavozlibre.blogspot.com/2018/10/populistas-impiden-venta-de-iglesia.html

2Perda da Fé, hedonismo fazem aumentar a procura da bruxaria nos EUA

Adeptos seguram vassouras representando o pentagrama em evento wiccano nos Estados Unidos, 2009.

Notícia do catholicnewsagency.com, Washington D.C., 28/10 (CNA) mostra que (nos EUA) 1 e 1,5 milhão de pessoas digam que praticam Wicca ou paganismo.”

“A Wicca é uma forma de bruxaria pagã moderna iniciada nos anos 1940 e 1950 no Reino Unido. Aqueles que praticam Wicca frequentemente se referem a si mesmos como “bruxas”.

Um “padre, que pediu para não ser identificado por causa da atenção que os padres exorcistas recebem com frequência, comentou que “enquanto algumas bruxas diferenciam entre “magia branca” e “magia negra”, com a magia negra sendo intencionalmente maliciosa, ele rejeitou a ideia de que poderia haver algo como magia positiva ou inofensiva.

“Ambos estão associados a Satanás e ele está encarregado disso”, disse o padre à CNA”.

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Conclui o sacerdote, muito acertadamente que o “afastamento da Fé Católica”, a “glorificação da própria razão e entendimento”, “a sociedade muito hedonista” aumenta o apelo à magia.

Também cresce nos EUA a reação contra o satanismo e a bruxaria (Leia mais).

https://www.catholicnewsagency.com/news/more-than-a-million-americans-say-they-are-witches-31750

3Lições que nos vem da África: Não votarei em artigos pró LGBT afirma bispo de Camarões

Dom Nkea Fuanya, Bispo de Mamfe (Camarões). Foto: Daniel Ibáñez / ACI Prensa

Notícia da Acidigital.com 26/10 “Não votarei em artigos que contenham sigla LGBT, diz bispo no Sínodo” transcreve acertadas declarações do Bispo de Mamfe (Camarões), Dom Nkea Fuanya”, no documento final do Sínodo dos Jovens.

“Na coletiva na Sala de Imprensa do Vaticano, em 24 de outubro, o Prelado africano explicou que “os nossos valores tradicionais ainda são iguais aos valores da Igreja e por isso podemos apresentar a tradição aos nossos jovens sem dilui-la e sem contaminação”.

Acrescenta o Prelado que – se votasse nos artigos pró LGBT — 99,9% dos jovens de sua diocese “bateriam na minha porta e me perguntariam: o que é isso?”.

“As minhas igrejas estão cheias e não tenho mais espaço para os jovens”.

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Humilhação para o Ocidente: ter que re-aprender com a África que outrora convertemos para o Catolicismo?

https://www.acidigital.com/noticias/nao-votarei-em-artigos-que-contenham-sigla-lgbt-diz-bispo-no-sinodo-36195?fbclid=IwAR2V2_jO8dlTe2lMEuZGscsgBI7mUv6-6TkaddqKGlbCXR-_gMlwZ4PQ_Uw

4Lições que nos vem do Leste Europeu: Hungria deixa de financiar ideologia de gênero

Gergely Gulyás

BUDAPESTE, 23/10 (ACI).- “O governo da Hungria deixou de financiar e credenciar universidades para seus programas de mestrado e doutorado em estudos de gênero, porque esta disciplina “é uma ideologia e não uma ciência””.

“Assim afirmou recentemente o vice-primeiro-ministro do país, Zsolt Semjén, o qual disse que os estudos de gênero de pós-graduação “não são um negócio (ensiná-los) nas universidades”, porque são “uma ideologia, não uma ciência” e a exigência do mercado para os graduados em estudos de gênero era “quase nenhuma”.

“O chefe de gabinete do primeiro-ministro Orbán, Gergely Gulyas, disse em agosto que “o governo húngaro tem a opinião clara de que as pessoas nascem homens ou mulheres”.

“O secretário de Estado da Educação, Bence Rétvári, assegurou que os “estudos de gênero, como o marxismo-leninismo, poderiam ser mais considerados como uma ideologia do que uma ciência,

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A Ideologia de Gênero tornou-se uma ponta de lança do petismo e do esquerdismo em todo o Ocidente.

É uma ideologia que contraria a Lei Natural e a Ciência.

https://www.acidigital.com/noticias/hungria-deixa-de-financiar-estudo-de-genero-por-ser-ideologia-e-nao-ciencia-21885

 

1 COMENTÁRIO

  1. É surpreendente que um país europeu deixe de financiar a ideologia de gênero, considerando que as ideologias homossexuais que invadiram e devastaram os países do Terceiro Mundo; em detrimento dos próprios homossexuais; vieram da Europa. Na França, Michel Foucault e Roland Barthes, entre outros, – por questões demasiado óbvias – empunharam inicialmente aquelas bandeiras. No Brasil, essas ideologias LGTB carecem de profunda reflexão; sem jamais prescindir do respeito devido à Pessoa Humana nos termos da CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, principalmente no que prescreve quanto aos Direitos e Garantias Individuais. Os termos da CARTA MAGNA NACIONAL DO BRASIL encerram o assunto. Mas o ESPÍRITO tem me inspirado a comentar tais demandas, por convicções de Respeito Humano de Consciência Católica e por ter sido testemunha ocular daquela realidade quando por volta dos 20 anos de idade ingressei nos quadros da Polícia Militar do Estado da Guanabara. Sempre servi na condição de soldado. E iniciei as minhas atividades de serviço na área da Central do Brasil, no Rio de Janeiro, onde as condições de exploração da prostituição instituída eram assaz degradantes. Realidades de violências hediondas, repressões implacáveis, assassinatos, extorsões e vilipêndios praticados inclusive pela Banda Podre da Polícia Militar. Os homossexuais e as prostitutas adoeciam e literalmente apodreciam, agonizavam e jaziam pelos espaços repugnantes da gare daquela estação de trens. Ocorrendo óbitos, vinha uma espécie de Comando da Morte, de feição Nazista, recolher os corpos para locais ignorados. Depois trabalhei em outras Zonas de Prostituição Homossexual, por exemplo, Praça Tiradentes, Cinelândia e Passeio Público. Estas duas últimas Zonas de níveis mais sofisticados e, portanto, mereciam melhor atenção da parte do Estado; por serem os seus frequentadores indivíduos das classes média e alta que assediavam “garotos de programa” procedentes da Baixada Fluminense que vinham “trabalhar” para sustentarem as suas famílias. Ora, eu havia migrado do sertão baiano sobrecarregado de uma formação Católica consciente; movido pelo Espírito de Compaixão. Portanto, alguns integrantes da caserna em que eu servia descobriram a minha inclinação religiosa. Certa feita, um sargento responsável pela “escala de serviço”, chamou-me e instruiu-me sobre o serviço a ser realizado na Cinelândia e no Passeio Público: um diplomata estrangeiro homossexual que fazia trottoir na Cinelândia teria sido morto por garotos de programa com a cumplicidade de policiais militares que os exploravam. Daí a necessidade imperativa de escalar para o serviço subalternos que respeitassem a humanidade daquelas pessoas. O escalador era um sujeito que já havia chegado ao posto de 1º sargento ainda muito jovem e demonstrava evidente preocupação com a segurança humana das pessoas homossexuais. Depois vim a saber que ele havia sido promovido muitíssimo rápido por ter sido “Bofe” de um coronel influente naquela corporação. Daí o grande dilema da promiscuidade homossexual também nos quartéis sobre o que virei a comentar ainda neste contexto.

    José Plínio de Oliveira
    (Serrinha-Bahia)

     

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