Destaques


1 – O TRIUNFO DE NOSSA SENHORA
2 – POR QUE CHE GUEVARA FRACASSOU NA BOLÍVIA
3 – SER DE ESQUERDA ESTÁ VIRANDO UMA PECHA

Para alternar entre os tópicos, utilize os botões “Anterior” e “Próximo” abaixo:

1O triunfo de Nossa Senhora

Estamos neste mês de dezembro de 2017 na reta final de um ano em que se convergiram quatro acontecimentos dos mais transcendentes da História do Brasil e do mundo.

Um deles foi a deplorável celebração dos 500 anos da pseudo-reforma protestante do frade apóstata Martinho Lutero – a primeira* das três grandes revoluções que abalaram o Ocidente cristão, as quais constituem uma só Revolução; igualmente se comemorou, aliás de modo bem mais pífio, o centenário da Revolução comunista na Rússia, ou terceira Revolução, cujos princípios norteadores no campo econômico foram os mesmos que inspiraram no plano político-social a Revolução Francesa, ou segunda Revolução.

Em oposição a essas Revoluções, celebramos também, cheios de certeza e confiança, o centenário do acontecimento mais importante do século XX – as aparições de Nossa Senhora em Fátima, que disse: “A Rússia espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. (…) Por fim, meu Imaculado Coração triunfará”. Portanto, Nossa Senhora assegurou seu triunfo sobre os erros da Rússia, que não são senão os erros do comunismo, cujo cerne é o igualitarismo disseminado pela Revolução Francesa, irmão da sensualidade de Lutero.

O acaso não existe. Existe, isso sim, a Providência de Deus, que governa todo o universo. E se esses acontecimentos confluem em nossos dias, o seu desfecho não deverá tardar, pois na sexta e última aparição em Fátima, no dia 13 de outubro daquele ano de 1917, Nossa Senhora prometeu que voltaria uma sétima vez. Está claro, portanto, que essa sétima volta faz parte do contexto das demais aparições.

Nós, brasileiros, celebramos ainda, com grande júbilo, os 300 anos da milagrosa pesca, nas águas do Rio Paraíba, da imagem de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, que se tornou a Padroeira e Rainha do Brasil. Que Ela não tarde o triunfo de seu Imaculado Coração.

2Por que Che Guevara fracassou na Bolívia

General boliviano Alfredo Ovando Candia

No mês de novembro último completaram-se 50 anos da morte daquele que a propaganda revolucionária passou desde então a apresentar como sendo um “mítico” guerrilheiro: Che Guevara.

Àquela época, em viagem de férias no Rio, o general boliviano Alfredo Ovando Candia expôs a razão do fracasso da guerrilha em seu país. Che Guevara escolhera a zona ideal para o combate contra as forças da lei: um terreno acidentado no meio a selva, sem vias de acesso às tropas regulares. Ele tinha tudo a seu favor, menos o essencial para uma guerrilha: o apoio dos camponeses, que estavam do lado do Exército e o denunciaram.

As vitórias alcançadas pelo comunismo mundial deveu-se sempre a traições, a cumplicidades de “inocentes úteis” e à propaganda de certa mídia, porque o bom povo de Deus sempre o rejeitou.

Leia mais em: “O homem que venceu Guevara com a ajuda de camponeses”, O Globo, terça-feira, 28 de novembro de 2017

3Ser de esquerda está virando uma pecha

Marta Suplicy foge do rótulo de “esquerda” em entrevista à Folha: a vergonha de ter pertencido à esquerda já se reflete nas urnas no Brasil. Fonte: Marta Suplicy: “Nunca fui de esquerda” – começou a dança do “Eu nunca fui”. Flavio Morgenstern, 20/09/2016, http://sensoincomum.org/2016/09/20/marta-suplicy-nunca-fui-esquerda/

Coisa curiosa: não faz muito tempo que o chic era ser de esquerda. Ser conservador era retrógrado. Evitava-se dizer-se conservador. Isso agora está mudando. Hoje, pessoas e grupos se afirmam cada vez mais como conservadores, enquanto “esquerdista” está sendo trocado por “progressista”. Nota-se que o vernáculo “esquerda”, “esquerdista”, está sendo substituído por “progressista”. Os interessados estão substituindo “direita” e “esquerda” por “conservador” e “progressista”. Ser de esquerda está virando uma pecha.

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here