Destaques


1 – NADA PARA FESTEJAR
2 – FADADA AO DESAPARECIMENTO
3 – NO CENTENÁRIO DA REVOLUÇÃO BOLCHEVISTA NA RÚSSIA

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1Nada para festejar

“Não há nada para festejar”, disse um porta-voz do Kremlin ao comentar a ausência de comemorações pelos cem anos da revolução comunista de 1917. A aventura bolchevista imposta à Rússia pelo terror – e que depois espalhou guerras e revoluções pelo mundo – fracassou, e o desejo do povo russo é o total esquecimento dela. E com razão!

Como disse um articulista: “Melhor passar da grande Revolução para a grande Remoção”. Remover do cenário da História a seita comunista ateia e igualitária que nunca deveria ter existido.

Fonte: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/ansa/2017/11/04/na-russia-de-putin-100-anos-da-revolucao-ficam-em-2-plano.htm

2Fadada ao desaparecimento

Decepção é o que encontram comitivas de estrangeiros que têm ido à Rússia para participar dos eventos comemorativos da revolução comunista de 1917. Elas não escondem sua frustração ao constatar a total indiferença do povo russo em relação ao centenário da revolução. A reação dos russos é de estranheza ao verem estrangeiros indo a uma festa que não está sendo comemorada nem pelos de casa.

Um grupo de brasileiros levou uma faixa com os dizeres, em russo e em português: “Brasileiros saúdam a revolução bolchevique”. Contudo, sua saudação bilíngue caiu no vazio devido à total ausência de comemorações. Pelo contrário, no museu Hermitage, a guia russa lamentava com tristeza o fato de a família imperial ter sido assassinada pelos comunistas. A própria exposição está mais focada na família Romanov, derrubada pela revolução, do que nos revolucionários.

Enquanto os povos anseiam pelo retorno às glórias da Civilização Cristã, a Revolução gnóstica e igualitária nas suas três grandes manifestações – religiosa (Lutero), política (Francesa) e econômico-social (comunista) está fadada ao desaparecimento.

Fonte:Folha de São Paulo, 6 de novembro de 2017. http://www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2017/11/1932605-ausencia-de-celebracao-oficial-frustra-estrangeiros-que-viajaram-a-russia.shtml).

3No centenário da revolução bolchevista na Rússia:

Quando a grande mídia brasileira e internacional recordam os 100 anos da trágica ascensão do comunismo na Rússia e as desgraças que daí decorreram, uma pergunta se impõe: por que não houve até agora uma Nuremberg referente aos milhões de vítimas causadas pelo totalitarismo da foice e do martelo? Com efeito, totalitarismo – pouco importa de que cor seja – é sempre totalitarismo… assim como genocídio é sempre genocídio. Nesta perspectiva, recordamos o Manifesto de autoria do Prof. Plinio, de fevereiro de 1990 a respeito do momentoso e importante assunto: COMUNISMO E ANTICOMUNISMO NA ORLA DA ÚLTIMA DÉCADA DESTE MILÊNIO