Em entrevista ao blog Estadão Rio, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) [foto abaixo], eleito Presidente da Câmara no primeiro turno, respondeu firme, em defesa da família, as perguntas da jornalista Luciana Nunes Leal. Esperemos que o deputado tenha força de levar em frente tal bandeira. Segue abaixo trechos da referida entrevista:

 ***

eduardo-cunha

Os movimentos de defesa dos homossexuais, de defesa dos direitos humanos e das mulheres temem que o senhor não dê andamento a projeto de interesse dessas categorias. Como o senhor vai agir?

Que projetos?

Há vários projetos de garantias de direitos dos homossexuais, de legalização do aborto.

Isso é mais discurso. Para pautar um projeto, ele tem que ter apoio suficiente. Não tenho que ser bonzinho. Eles querem que isso seja a agenda do País, mas não é. Não tem um projeto deles na pauta para ir a votação. Tenho que me preocupar com o que a sociedade está pedindo e não é isso.

O senhor tem uma posição pessoal contra o casamento gay, a legalização aborto. Isso vai interferir na condução dessas matérias?

Aborto eu não vou pautar (para votação) nem que a vaca tussa. Vai ter que passar por cima do meu cadáver para votar. Aborto e regulação de mídia, só passando por cima do meu cadáver. O último projeto de aborto eu derrubei na Comissão de Constituição e Justiça. Regulação econômica de mídia já existe. Você não pode ter mais de cinco geradoras de televisão. No aborto, sou radical.

Mas o aborto não é um tema para o Congresso discutir?

Por quê? Quem está pedindo para ser discutido?

O Congresso representa a sociedade e parte dela quer discutir a legalização do aborto.

Qual é a parte do Congresso que está pedindo? Isso é uma minoria.

9 COMENTÁRIOS

  1. Enquanto Eduardo Cunha estiver na Presidência da Câmara, vou tentar dormir em paz, algumas noites, apesar de também ter sido um astuto o anterior, mas infelizmente não lembro de tanta firmeza daquele com relação aos assuntos nesta pauta, com este a está conduzindo, sempre alerta mas com um pouco mais de lealdade e semelhança com o meu pensamento com relação a tudo o que é “bandeira” destas minorias, impondo sua agenda mascarada causando dissabores aos bem intencionados e seguidores do cristianismo, da lei natural, dos bons princípios, dos valores morais e religiosos que tanto se debilitam nestas discussões com estas minorias que se acham os verdadeiros donos da verdade. Só Cristo salva. !!!

  2. O Deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) tem todo nosso apoio. Finalmente nós estamos vendo um político de pulso que faltava dentro do Congresso Nacional em defesa da família. Os outros até então eram manobrados por uma minoria no Congresso, com a simples intenção de conseguir os votos da minoria existente no país. Para nós que somos a verdadeira família, gritamos em alto e bom som: abaixo a legalização do aborto e a distorção do ser humano criado por Deus.
    Paz e bem!
    Salve Maria Imaculada!

  3. Batizei-me católico. Nada , porém, me impede de trocar de igreja e se assim fizer, talvez busque o luteranismo ou igreja batista. Contudo,igreja diferente não é o x da questão, mas sim a fé em DEUS! DEUS colocou homens honestos em nosso caminho e que vão defender nossas famílias e nossas instituições! Apoio o deputado Eduardo Cunha!

  4. O Sr. Eduardo Cunha está me surpreendendo ( e a milhares de brasileiros, creio) com a sua postura firme e independente (do poder central) diante da presidência da Câmara dos Deputados. Há décadas não víamos o que estamos vendo na Câmara dos Deputados. Deus lhe dê forças para prosseguir. Só não gostei de ter usado uma expressão usada pela presidenta Dilma e que caiu em descrédito por ser mentirosa: “nem que a vaca tussa”.

  5. Bom dia a todos.

    Evidentemente que ele – assim como nenhum de nós – é perfeito. Tem lá os pecados e limitações dele como homem e politico. Mas ao menos é uma exceção perante o descalabro que se vê. Dotado de uma linha mais independente, é inteligente o suficiente para ver que a grande maioria da sociedade não quer o aborto, o casamento gay, o comunismo e outros males. Isso é alarde de uma minoria que não representa as pretensões da maioria do povo. É discurso alarmista de uma minoria que ganhou força nesse governo decadente, prestes a ruir.
    Nós temos que procurar o meio termo: nem comunismo e nem capitalismo radical, onde o povo fique sem amparo social. Se deixarmos o capitalismo à vontade com todas as rédeas soltas, os comunistas e radicais crescerão em prestígio perante a massa desesperada e no desamparo. Fatalmente haverá o uso da força de ambos os lados. É o que se quer? Creio que os homens de bom senso me entendem. A virtude está no meio termo do emprego das coisas, nunca nos extremos.
    Sou a favor da postura independente dele como político. Era o que precisávamos: de um congresso menos subserviente, que realmente legisle e modere os poderes do Executivo. Se não for assim, para que teríamos um Congresso? O mesmo deve acontecer com o Judiciário: os juízes devem ser neutros, independentes, julgarem conforme a letra da lei e não com base em “opinião própria”, se valendo de ideologias e simpatias em suas sentenças.
    Queria Deus as coisas tomem um rumo mais equilibrado, justo e de bom senso. Que Nossa Senhora das Graças nos ajude e o Sagrado Coração de Jesus esteja ao nosso lado, dando todo apoio à construção de uma sociedade mais livre e justa.
    Sem mais a dizer. Abraço a todos. Paz do Senhor.

    Cordialmente,

    Warton

  6. Ele tem toda a razão, as minorias barulhentas encontram eco nas esquerdas que tem o mau como o bem maior de suas propostas, basta ver quem foram as esquerdas no mundo moderno: Stalin,Fidel,Antonio Gramschi,Lula da Silva, Hitler (Nazismo significa nacional socialismo)para aqueles que querem jogar para a direita este pedaço de miséria, Dilma Russef, Hugo Chaves, pol pot e muitos outros todos do mau. Se os homosexuais entendem que seu comportamento é bom e normal, tem o direito disso mas não tem o direito de enfiar pela goela da maioria este comportamento e ainda achar que a sociedade deve educar os seus filhos com uma educação para a homosexualidade, ora seria cômico se não fosse trágico e quem apoia isto? as esquerdas é claro.

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