A doutrina católica se opõe nitidamente a qualquer tendência intelectual destruidora do ideal patriótico.

Mas, para que esse ideal não seja vulnerado pelos ataques de seus adversários, é imprescindível que uma reação se esboce contra o falso conceito de patriotismo que tem sido veiculado entre nós por um nacionalismo mal compreendido.

Por enquanto, nosso patriotismo se tem estribado principalmente nas belezas naturais com que a Providência ornou o Brasil.

Nossos poetas têm celebrado à porfia as palmeiras de nossa terra, “onde canta o sabiá”, a espessura de nossas selvas, a beleza de nosso litoral e a riqueza de nosso solo.

Pergunte-se a uma pessoa de cultura média qual a razão por que se ufana de ser brasileira e, imediatamente, num arroubo de entusiasmo, ouviremos a interminável lista de referências ao nosso céu de anil, à nossa fauna, flora etc.

Rarissimamente virá à tona uma referência à inteligência de nosso povo, ao seu tino musical invulgar, às tradições históricas brilhantes que o honram, e ao magnífico futuro que a Providência lhe reserva.

Ora, está aí, precisamente, o grande erro a que temos sido induzidos por um n0acionalismo mal compreendido.

É certo que nos devemos ufanar da beleza natural de nossa Pátria. Muito mais do que isto, porém, nos honra o fato de descendermos da raça de gigantes que, desbravando selvas, dominando selvagens e domando feras, abriram em um continente por eles descoberto uma civilização que o futuro tornará florescente.

A figura sublime de um Amador Bueno da Ribeira nos honra mais do que a Baía de Guanabara. Os sermões do Padre Anchieta nos dão mais lustre do que as cachoeiras de Paulo Afonso e das Sete Quedas, e nem toda a majestade do Amazonas tem a beleza austera e suave de nossa velha vida familiar, profundamente imbuída de espírito de Fé, e ainda hoje preservada — até certo ponto — do vírus fatal do modernismo.

A mentalidade brasileira, no que ela tem de tradicional e nacional (pois que, no Brasil, tradicional, nacional e católico são ideias concêntricas), contém em si germens de uma grande civilização.

Não corrompam nossas crianças através da “Ideologia de Gênero”

A Ação Jovem do IPCO está promovendo uma campanha nacional de abaixo-assinados que serão enviados para o Presidente Michel Temer pedindo a exclusão da satânica "Ideologia de Gênero" da Base Nacional Comum Curricular - BNCC.

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Plinio Corrêa de Oliveira

Homem de fé, de pensamento, de luta e de ação, Plinio Corrêa de Oliveira (1908-1995) foi o fundador da TFP brasileira. Nele se inspiraram diversas organizações em dezenas de países, nos cinco continentes, principalmente as Associações em Defesa da Tradição, Família e Propriedade (TFP), que formam hoje a mais vasta rede de associações de inspiração católica dedicadas a combater o processo revolucionário que investe contra a Civilização Cristã. Ao longo de quase todo o século XX, Plinio Corrêa de Oliveira defendeu o Papado, a Igreja e o Ocidente Cristão contra os totalitarismos nazista e comunista, contra a influência deletéria do “american way of life”, contra o processo de “autodemolição” da Igreja e tantas outras tentativas de destruição da Civilização Cristã. Considerado um dos maiores pensadores católicos da atualidade, foi descrito pelo renomado professor italiano Roberto de Mattei como o “Cruzado do Século XX”.

1 COMENTÁRIO

  1. Nossa historia por si só já é motivo de grande Patriotismo, quiça nossas lutas para chegarmos onde chegamos até meados dos anos 80……Já hoje????…

     

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