Marcha Contra o Aborto em Bruxelas

Heitor Abdalla Buchaul
Agência Boa Imprensa

No último dia 28 de março, em Bruxelas, cerca de 3000 pessoas, participaram da Marcha pela Vida, por ocasião dos 20 anos da nefasta lei que despenalizou o aborto na Bélgica.

A marcha silenciosa, em sinal de luto pelas milhares de vítimas do aborto, qualificado por um dos oradores, como o maior holocausto da História, estendeu-se da Place Royal até o Palácio da Justiça. [foto abaixo]

A Marcha foi iniciativa de um grupo de estudantes, cujos participantes contavam entre de 18 a 21 anos, notando-se uma presença maciça de jovens, enquanto uma pequena manifestação contrária ocorria ao longe, composta por vetustos esquerdistas.

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Ugandenses apóiam projeto que pune o homossexualismo

Projeto de lei contra os homossexuais, que tramita no parlamento de Campala (Uganda), prevê até pena de morte para o “homossexualismo agravado”, como a “violação” praticada por homossexuais e o “homossexualismo pedófilo”. Uma passeata de dezenas de milhares de pessoas…

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Você foi pichado, caro leitor!

Resumo: A pichação do Cristo Redentor motiva uma reflexão sobre vandalismo, símbolos religiosos e reação da opinião pública. O artigo convida a uma manifestação de reparação e relaciona o episódio à proposta do PNDH-3 referente à presença de símbolos religiosos em espaços públicos, advertindo para possíveis iniciativas contrárias às manifestações visíveis da Fé.

Daniel Martins

Clique na imagem ao lado e diga o que você vai fazer para reparar essa ofensa feita a Nosso Senhor.

Desde menino, você ouve falar daquilo que é o símbolo do Brasil, juntamente com Nossa Senhora Aparecida.

Desde jovem, a figura de Nosso Senhor com seus braços abertos lhe vem à mente. Brasileiro que é, a imagem do Cristo Redentor está impressa em sua alma.

Essa imagem, caro leitor, houve quem a ousasse pichar! Quem terá sido? Ainda não sabemos. Independente disso, você foi simbolicamente atingido. E se alguém ousa ferir esse sentimento tão profundo em sua alma, é sinal de que outros absurdos desses podem vir. Veja abaixo um que já está para vir, se não reagirmos: (mais…)

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O Eyjafjallajokull brasileiro

Resumo: Eyjafjallajokull brasileiro é a metáfora usada para comparar os transtornos temporários causados pelo vulcão islandês com os efeitos políticos e sociais atribuídos ao PNDH-3. O artigo sustenta que, ao contrário de uma erupção passageira, as diretrizes do programa poderiam produzir consequências duradouras sobre instituições, direitos e liberdades no Brasil.

Hélio Viana

No presente momento a atenção de todos está voltada para a erupção do vulcão Eyjafjallajokull, que embora situado na Islândia, no Atlântico Norte da Europa, conturba a vida de todos os europeus, com repercussão no mundo inteiro. Só no dia 16 de abril foram cancelados naquele continente 17 mil vôos.

Comuniquei-me na manhã de ontem com um velho amigo que não podendo regressar de avião de Vilnius, capital da Lituânia, para Frankfurt, na Alemanha, onde reside, disse-me que teve a sorte de conseguir uma das últimas passagens de ônibus para amanhã, numa viagem de aproximadamente 26 horas.

Refletindo sobre isso, com a mesma celeridade das nuvens do vulcão minhas preocupações se voltaram para o Brasil.

Embora seja verdade – pensei – que as fúrias intestinas do Eyjafjallajokull estão provocando toda essa confusão, pelo menos (mais…)

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E a Santíssima Virgem tinha razão

Resumo: O artigo relaciona a maior intervenção estatal prevista no PNDH-3 ao enfraquecimento da iniciativa privada e ao estrangulamento gradual das empresas. A análise aproxima essas medidas dos erros da Rússia anunciados por Nossa Senhora em Fátima e adverte para a difusão de princípios socialistas por meio de programas e estruturas administrativas.

“A Rússia espalhará seus erros pelo mundo”

Começo por uma consideração que nada tem a ver com o título. Aparentemente.

Segundo artigo publicado no Estado de S. Paulo, de Fernando Dantas (8 de Abril p.p.), “o governo Lula se direciona gradativamente para um modelo de maior intervenção estatal“. Ainda segundo o artigo, o Governo Federal possui um “arcabouço regulatório e fiscal que estrangula pequenas e médias empresas“.

Há muito o que comentar. Mas peço apenas que o leitor reflita nos três pontos abaixo:

1 – O que pode ser um “modelo de maior intervenção estatal”? Se consideramos o contexto do atual governo, de estrangulamento da propriedade, de favorecimento do MST e movimentos congêneres, da promoção de certas políticas e leis socialistas (Aborto, Reforma Agrária e outros); se consideramos de outro lado a amizade quase incondicional com Chávez, Evo Morales & Cia., não exageramos em ver nesse “modelo de maior intervenção estatal” o espectro da URSS. Se juntamos a isso o famigerado PNDH-3, então passamos do “não-exagero” para uma probabilidade assustadora.

2 – Os demagogos de esquerda vivem dizendo que “destronam os ricos para favorer os pobres”. E o que dizer desse (mais…)

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