Resumo: A contagem de mortos pelo comunismo é contraposta ao orgulho declarado por uma dirigente do PCdoB. O texto recorda vítimas do stalinismo, maoismo, castrismo e movimentos guerrilheiros brasileiros e pergunta como alguém pode celebrar uma ideologia associada a tantas mortes. A crítica rejeita a tentativa de trocar símbolos e nomes sem revisar crimes históricos e afirma que não existe versão humanitária do totalitarismo.
O PCdoB anda tentando colocar uma nova máscara: mude ou não de nome, símbolos, cor — Jandira Feghali afirma: “Me orgulho de ser comunista, porque eu acredito nesses valores de solidariedade e bem comum, tenha o nome que tenha.”
Se orgulha das dezenas de milhões de mortes causadas pelo comunismo?
Perguntamos se ela se orgulha de dezenas de milhões de mortes causadas pelo stalinismo, pelo maoismo, pela ditadura Castro? Ou se orgulha do MR 8, VPR, ALN e outros movimentos guerrilheiros no Brasil?
Ela se orgulha de ser promotora da agenda do aborto?
Se orgulha dos Partidos Comunistas terem levado seus países à miséria, “a vergonha do gênero humano?
Plataforma dos Comuns: a tática do Camaleão
Diz a líder do PCdoB: “Existe a Plataforma dos Comuns, que lançamos para agregar pessoas insatisfeitas, indignadas, que querem combater o neofascismo, que têm resistência a esse projeto político que estamos vivendo …”
Falta, pelo menos, memória Histórica: o fascismo, como aliás o nazismo foram movimentos de esquerda, estatolatras, dirigistas, baseados na mesma filosofia comunista de Hegel.
Terá ela a coragem de afirmar que seu Partido é pró aborto, contra a propriedade privada, contra a Familia baseada na união entre homem e mulher?
Fonte: https://noticias.uol.com.br/colunas/chico-alves/2019/12/28/jandira-feghali-pcdob-nao-vai-mudar-de-nome-me-orgulho-de-ser-comunista.htm



