Elias Pereira

Com as notícias que lemos na mídia de massa, a impressão geral que fica é que a reação contra o homossexualismo é sempre violenta e sem razão. Coloca-se no mesmo bolo os que cometem violência contra homossexuais e aqueles que defendem os princípios morais e por isso contrariam, pacificamente, a conduta homossexual, contrária à Lei de Deus. E se esconde a violência e intolerância de muitos grupos homossexuais.

Estamos vendo ultimamete a grande imprensa veiculando notícias sobre violência contra homossexuais. Tudo leva a crer que tais notícias formam um conjunto muito suspeito. Isto é, vêm justamente em uma ocasião em que o movimento homossexual quer ver aprovado o Projeto de Lei 122/2006, que torna crime a “discriminação” por eles chamada de “homofobia”.

As notícias em geral usam casos de violência física ocorridos aqui ou ali. Mais recentemente, um caso em que três homossexuais foram agredidos na avenida Paulista por um grupo de cinco pessoas. Na mesma semana, um outro homossexual teria sido baleado no Rio de Janeiro (Cfr. Veja online, 25/11/10).

Queremos dizer que essas violências são boas? Não. O que sim queremos dizer é que há uma orquestração para sensibilizar a opinião pública e tornar os homossexuais sempre vítimas. E mais, para misturar as coisas. Pois a impressão geral que fica é que a reação contra o homossexualismo é sempre violenta e sem razão. Coloca-se no mesmo bolo os que cometem violência contra homossexuais e aqueles que defendem os princípios morais e por isso contrariam, pacificamente, a conduta homossexual, contrária à Lei de Deus.

Por que a imprensa não publica com o mesmo destaque o que aconteceu no Rio Grande do Norte? Por que é que muitos leitores nem sabe o que lá aconteceu? É por causa dessa mesma orquestração. Na cidade de São José de Mipibu um grupo de homossexuais invadiu a paróquia (sic!) alegando que o pároco tinha publicações homofóbicas (Tribuna do Norte, 17/12/10) Por que para os católicos não vale a liberdade de expressão e a tolerância?

A Caravana Terra de Santa Cruz, promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, também sofreu a ditadura dessa pseudo-tolerância. (Veja o vídeo aqui)

Acompanhemos essa orquestração e a denunciemos, sob pena de ficarmos amordaçados num futuro bem próximo.

Não corrompam nossas crianças através da “Ideologia de Gênero”

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7 COMENTÁRIOS

  1. As agressões aos heterossexuais são em número muito maior e a imprensa JAMAIS compara a incidência de ambas. Além disso, a imprensa nunca detalha os casos em que homossexuais matam outros homossexuais, para ficar parecendo que foram os heteros que os mataram.

     
  2. O jornalismo de nosso País quando confrotado com sua visão e forma de passar as noticias ficam duvidosas, se unem de maneira espantosa, um defende o outro, porque afinal o interesse é mútuo e não da população, vejamos: todo dia tem assassinato nas manchetes, sefor um homossexual , a noticia revela logo sua condição sexual, o cidadão deixa de o ser e passa ser vítima na condição da homossexualidade grade parte deles se matam entre sí, mas essa estatistica é encoberta por eles mesmos, no meu estado tem um monte de homossexual envolvido com drogas, e o final, todos já sabem, nãoé diferente para nenhum, irão morrer igualzinho os heterossexuais, Senado do Brasil criem vergonha nas vossas faces e vão rpucrar trabalhar para o povo, afinal é para isso que vcs estõ aí, para cuidar de um povo único, sem diferenças, nem pra um, nem pra outro, bando de inteligentes que usam de leis para se promoverem e ainda nos leva junto nas porcalhadas em que se metem.

     
  3. Aline Michele :

    O blog http://soaco.blogspot.com/ tem uma materia onde mostra a estatistica de mortes de homossexuais, de acordo com uma ong em dedesa de gays. A maioria dos crimes são cometidos pelos “parceiros”, vou procurar o link direto da materia e coloco aqui no comentario.

    Acho que é isso que disse Aline. Existe sim violência contra homossexuais, porém, praticadas por eles mesmos. Por motivos passionais as delegacias estão cheias desse tipo de ocorrências.

     
  4. A respeito das agressões ocorridas na avewnida Paulista, o mesmo quadro servirá para pensar se, no caso fosse uma outra pessoa sendo agredida – uma mulher, um morador de rua, um indio, um negro, seria diferente o atendimento ao agredido? Seria diferente a ação da policia com relação ao agressor? Penso que não, tendo em vista que todos têm direito de serem bem atendidos por nossas instituições. Mas como foi uma pessoa, segundo disseram, homofobica, pareceu que merecia atendimento bastante diferenciado. E isso nos leva a pensar seriamente em situações semelhantes que não repercutem no mesmo diapasão. Se todos tem direito perante a lei, os que se dizem homofóbicos também o tem, senão vejamos: direito à escolaridade, à formação. Contudo, o interesse deles em frequentar as escolas está em se insinuarem aos demais colegas visando satisfação sexual, com olhares e provocações que deixam os demais alunos constrangidos e a escola sem ação sobre cada caso. Principalmene naqueles casos em que o traveco quer e insiste em usar o sanitário feminino porque se julga afeminado. Se a direção da escola tomar atitude, com certeza será altamente retaliada.
    A situação que se está criando, diga-se de passagem em todo mundo, é realmene preocupante. E a nossa luta será insana porque não se luta apenas contra as ideologias pagãs, mas também pela divulgação pela midia. Ainda assistimos pela TV ESCOLA dia desse passado, um documentário favorável a esse tipo de coisa com depoimentos de homofóbicos estrangeiros em horário diurno logo após o almoço. Temos noticias de um Kit divulgado pelo governo ilustrando a homofobia como algo normal. Tudo está irrefletidamente contrário aos bons costumes e valores humanos dos mais simples ao mais nobres.
    Certo que muitas coisas terão que serem rebatidas, sim, como a uma bola de basebal. Vem rebate e poem para correr a todos. Por razões de não violencia não aprecio a palavra combater, posto que sugere corpo-a-corpo como se faz em brigas de torcidas. Porém teremos que vencer pela reflexão, pelo cansaço, pelo esforço de cada familia em não querer tais coisas para seus filhos. Coisas inatas, pois tudo isso é adquirido sim, por más influencias. Lembro que muito tempo atrás interpretar gestos de homossexuais na TV era comum a que euria ser ator ou atriz. Isso deve ter despertado neles a busca da fama e do espaço pela midia. Ainda vemos tais cenas em Big Brother, Fazenda, entre outras programações envolvendo alta soma em dinheiro a que ficar por último escolhido a cada etapa pelos telespetadores que muito contribuem inclusive para o sucesso financeiro da empresa de TV. E a coisa não pára por aí. Ano que vem poderá ser pior com a nova gestão de governo da presidenta, governos estaduais e entidades contratadas como a FIOCRUZ a serviço do governo federal. Sabemos disso. Oxalá tenhamos forças e Graças de Deus para fazer frente a tudo isso.

     

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