Ressurreição — Portentoso acontecimento confirmou o Salvador prometido

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Nosso Divino Redentor crucificado, triunfou e venceu a morte, no terceiro dia ressuscitou verdadeiramente!

Fonte: Revista Catolicismo Nº 843, Março/2021

A edição de março da revista Catolicismo oferece a seus leitores, como tema de reflexão para a Semana Santa deste ano, um texto muito evocativo e comovedor sobre fatos sucedidos após a Crucifixão de Jesus. Dando assim continuidade à matéria de capa publicada na Quaresma do ano passado.

O texto foi extraído do capítulo 8 (“O Triunfo”) do livro Jesus Cristo, Vida, Paixão e Triunfo, de autoria do Pe. Augustin Berthe (1830-1907). Nele o renomado autor e missionário redentorista expõe de modo pungente o que se seguiu à consumação do holocausto de nosso Redentor no Gólgota: o Sepultamento; e, passados três dias, sua gloriosa Ressurreição.

Conforme narra São Lucas: “Quando Eu ainda estava convosco, não vos disse muitas vezes que devia cumprir-se tudo o que de Mim está escrito nos livros de Moisés, dos Profetas e Salmos, e que, por conseguinte, era preciso que Cristo sofresse e ressuscitasse ao terceiro dia depois da sua morte, para que depois, em seu Nome, se pregasse a penitência e perdão dos pecados a todas as nações?” (Lc 24, 44-47).

Ressurreição. Obra de Rafael (1499-1502), Óleo sobre madeira, Museu de Arte de São Paulo (SP).

O Sinédrio — assembleia dos que perpetraram o deicídio — tramou para o povo não acreditar na Ressurreição, mas de nada adiantou. Até os pagãos reconheceram que o Divino Crucificado “era verdadeiramente o Filho de Deus” (Lc 23, 47).

Antes de sua Ascensão aos Céus, Nosso Senhor Jesus Cristo indicou a missão dos Apóstolos — fidedignas testemunhas da Ressurreição — que era expandir a Igreja por todas as nações, pregando e convertendo todos os povos: judeus, romanos, idólatras, bárbaros. Iniciava-se o cumprimento das palavras divinas, que após a morte na Cruz atrairia todos a Ele (cf. Jo 12, 32).

A Cristandade assim nascia do sangue preciosíssimo do Varão das Dores. Devemos lutar para que ela triunfe inteiramente nesta Terra, com o maior esplendor possível. E pedir a Nossa Senhora, a Augusta Mãe das Dores, as forças necessárias para não vacilarmos nesse bom combate, como Ela não vacilou um instante sequer quando viu seu divino Filho morrendo na Cruz. Ela manteve a Fé, a certeza absoluta de que Ele ressuscitaria no terceiro dia.

Desejando a todos os leitores uma proveitosa meditação desse tema na Semana Santa, transmitimos-lhes nossos votos de uma Feliz Páscoa. Aqueles que desejarem fazer uma assinatura da revista Catolicismo, envie um e-mail para catolicismo@terra.com.br

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