Os líderes mundiais da cúpula do G7, na França, rejeitaram pedidos para incluir a “linguagem do aborto” em seus comunicados finais, que incluiriam apoiar o aborto sem limites e censurar o conteúdo online pró-vida considerado “enganoso”.

Sadia reação contra uma iníqua lei francesa

      A lei francesa de 2017 pune os pró-vida com uma sentença de dois anos de prisão e uma multa de 30.000 euros por tentar impedir um aborto, fornecendo informações eletrônicas ou on-line.

Catherine Robinson, porta-voz do Right to Life UK (direito à vida do Reino Unido), disse ao Church Militant: “Essa lei (francesa) é um ataque claro e insidioso à liberdade de expressão em geral e aos pró-vida em particular. A lei tem uma formulação tão ampla que pode ser usada para impedir quase qualquer forma de comunicação, online ou offline, que possa dissuadir uma mulher de fazer um aborto”.

Apesar das pressões o G7 se nega a promover o aborto

       O chamado Conselho Consultivo para a Igualdade de Gênero (GEAC) instou os líderes da 7 maiores economias do mundo (G7) para remover todas as salvaguardas legais e permitir o aborto até o nascimento, tomando como modelo a lei de aborto extremo do Canadá que permite o “aborto por lei sem especificações legais específicas sobre limites gestacionais.

No entanto, pelo segundo ano consecutivo, os líderes do G7 rejeitaram a linguagem do aborto do (GEAC) Conselho Consultivo de Gênero do G7. É de se ressaltar o importante papel dos EUA em oposição ao governo francês e canadense que são promotores do aborto, aliás, ambos de orientação pró esquerda.

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  •    O aborto é essencialmente um pecado gravíssimo e uma violação da Lei Natural. Em consequência a legislação da nações (sobretudo católicas) têm a obrigação de defender a vida e proibir o infanticídio.
  • Fonte: https://www.churchmilitant.com/news/article/g7-rejects-calls-to-push-abortion-up-to-birth-and-ban-pro-life-ban-pro-life-misinformation-and-push-abortion-up-to-birth

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