Com celular e videojogo, mas sem família:
jovens depredam Londres

Anos de políticas anti-familiares criaram o “caldo de cultura” de onde saíram os baderneiros que incendiaram numerosos bairros de cidades inglesas, escreveu Max Hastings, do jornal “The Mail” de Londres.

Os depredadores obedeciam a palavras-de-ordem ideológicas esquerdistas e anticapitalistas. Eles agiram assim não porque fossem pobres ou marginados ou por alguma razão racial ou religiosa: “Nós fazemos o que nos dá na telha”, dizia, com um caro Blackberry na mão, uma agitadora à BBC.

Se havia iletrados ou desempregados era por desinteresse pessoal. Eram “animais selvagens” da era digital, escreveu o articulista. Por quê?

Porque não mostravam sequer percepção da diferença entre o bem e o mal, só respondendo a impulsos animais: embebedar-se, praticar sexo, destruir a propriedade dos outros.

Nem pobres, nem marginados:
mas produto de políticas contra a família

Seu único conhecimento profundo: videojogos digitais e redes sociais. Sua fonte de subsistência: planos sociais e, sobretudo, as pensões dos pais perpetuamente ausentes.

Eles são o produto de anos de políticas que foram desfazendo a família e promovendo falsas alternativas como sendo novas formas equiparáveis moral e legalmente: “famílias monoparentais”, maternidade ou paternidade solteira e a conseguinte desaparição da vida do lar onde se formam as crianças.

A geração selvagem assim formada voltou-se para o vandalismo, a insociabilidade, a obscenidade e a violência como se a vida se reduzisse a um videojogo de mata-mata e destrói-destrói.

A revolução nas escolas, paralela à revolução na família, promoveu a tolerância total, a ausência de disciplina, de juízo e de ordem.

As leis, os juízes e a polícia foram orientados contra os pais, as autoridades educativas contra os professores, e, por sua vez, os “direitos humanos” contra pais, educadores, Justiça, leis e polícia.

Para salvar a sociedade: promover
o casamento tradicional

O resultado, conclui o jornalista, está agora evidente: uma vasta, amoral e brutal subcultura de jovens arredios ao trabalho ou aos afazeres domésticos, convencidos de que não há código moral que puna uma vida anti-social, ou até criminal de celular na mão.

O fabrico dessa geração custou bilhões de libras em planos ditos “sociais” para manter situações antifamiliares.

Os dogmas socialistas e libertários triunfaram: um dos produtos desse “triunfo” foi a explosão de vandalismo nos bairros “burgueses” de Londres.

É imperioso restaurar a família sobre suas bases mais sólidas ‒ o Sacramento do Matrimônio ‒ restaurando em sua devida dignidade o casamento tradicional.

9 COMENTÁRIOS

  1. Ainda sobre “casamentos” bizarros – como a união entre pessoas do mesmo sexo, mais especificamente, entendo conveniente lembrar o seguinte, de obviedade cristalina: etimologicamente falando, a palavra MATRIMÔNIO tem origem no latim “matrimoniu”, referindo-se aos encargos e às dores que o casamento traz à mulher, cfe. NUNES, em seu “Digressões Lexicológicas”, pg. 109. Foi sem dúvida por isso que os romanos apelidaram de matrimônio o ato pelo qual ela se liga ao homem, fazendo assim realçar a importância do seu papel, quer como propagadora da espécie, quer sobretudo como educadora da prole (“in” Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa, Ed. única, 1932, de Antenor Nascentes. Quanto ao vocábulo “CASAMENTO”, o mesmo calepino traz apenas a palavra “CASAR” – da qual, naturalmente, derivou a “casamento”. CASAR é a soma de “casa” mais a desinência “ar” porque DEPOIS DO MATRIMÔNIO, os cônjuges vão FORMAR SUA CASA independentemente da dos pais (diz o provérbio que “quem casa quer casa”). Ora, daí se extrai a falácia das esquerdas que propagam o famigerado “casamento gay”: em realidade, portanto, sequer se pode falar que há um MATRIMÔNIO, mas sim, mero “AJUNTAMENTO” de um par degenerado, que vai montar uma casa para conviverem juntos sob o mesmo teto.

  2. A propósito, por coincidência, encontrei em meio as páginas de um velho livro na estante, que fui consultar, uma notícia publicada pela Gazeta do Povo, aqui de Curitiba, em 19 de Junho de 1.998 (agora pesquisando na net, de fato encontrei a notícia, em inglês): uma mulher chamada Janet Downes, de Bellevue, Nebraska, EEUU, alegando viver “muito feliz” consigo mesmo, vestiu-se de noiva, convidou os amigos para a cerimônia matrimonial, em algum templo evangélico local, e o celebrante a casou com sua própria imagem, refletida pelo espelho que ela havia levado ao templo…

  3. muito bom!
    esse texto faz uma leitura da geração sexo fácil, celular na mão, consumo, entretenimento e prazer, acima de tudo prazer sexual ect, só que está dentro e egolido por esse contexto é que é incapaz de ver a leitura que esse texto realiza sobre a sociedade contemporânea.

    J.Nunez

  4. Achei bem interressante o texto pelo fato de nos trazer vários assuntos a serem questionados
    como o uso da tecnologia atual e dos pessoas ”Nobres”que praticam vandalismos e principalmente em relação ao divórcio que hoje em dia é tão comun e deixa várias secuelas na educação de uma criança.

  5. 30/de Agosto de 2011
    Sim é por isso que eu contunuo convidando pessoas a renovar a fé, e nada melhor que escrever-se nas novenas do Divino Pai Eterno ”WWW.Pai Eterno.Com. br
    O povo do mundo inteiro esta com Coração com poca fé, e as familias estão vivendo sem Deus em seus corações.

    Oldemar.

  6. esta noticia no pesente será noticia brasileira em futuro bem proximo, pois já estamos tomados pela esquerda barganhadora e sem patriotismo nenhum, que por não terem principios, e com poder nas mãos, estão acabando com a instituição familia, ja vivemos uma vasta, amoral e brutal subcultura de jovens arredios ao trabalho ou aos afazeres domésticos, convencidos de que não há código moral que puna uma vida anti-social, ou até criminal de celular na mão.

    O fabrico dessa geração custou bilhões de reais em planos ditos “sociais” para manter situações antifamiliares em todos estados brasileiros.
    Agoira é só esperar os resultados, ou trocarmos os políticos e tentar reverter este quadro caótico.

  7. Vivo falando que a era do descartabilismo, depois de instalada, tendo sido iniciada com as garrafas pet, por incrível que possa parecer, passou-se a descartar o pai, mulheres fazem filhos com esperma de laboratório, casamentos desfeitos sem motivos… e aí se perde o vículo de convivência familliar onde há limites, respeito aos mais velhos e aos professores, estes que já foram os segundos pais. Não havendo esses limites se vêm jovens achando que Deus não existe, e prostituição, homossexualismo, drogas, assassinatos passam a ser coisas corriqueiras. Onde vamos parar, meu DEUS???????

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