Juíza alerta para a crise de autoridade na família

“A educação encontra-se numa encruzilhada: como educar filhos, com os limites e as restrições próprios do processo civilizatório, sem o exercício da autoridade?”O alerta vem da juíza da 1ª Vara de Família de Petrópolis (RJ), Andréa Pachá, que registra a gravidade da crise de autoridade no interior das famílias brasileiras, em artigo reproduzido na imprensa carioca (O Globo, 22-8-10).

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A aprovação da união homossexual pelo governo esquerdista da Cidade do México divide os mexicanos

Um novo e grave conflito religioso eclodiu no México. Motivo: a aprovação das uniões homossexuais com amplos direitos, inclusive o de adoção. O Cardeal Juan Sandoval, da cidade de Guadalajara, acusou os magistrados da Suprema Corte de terem sido subornados para ratificar as modificações do Código Civil que adotam as propostas do lobby homossexual. O tema divide a opinião pública do país.A aprovação da lei das uniões homossexuais faz parte de uma revolução cultural e legislativa promovida pelo governo esquerdista de Marcelo Ebrard, da Cidade do México, do Partido da Revolução Democrática (PRD). Em abril de 2007 o PRD promoveu a despenalização do aborto.

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No espírito do PNDH3, procuradora pede fim do ensino religioso nas escolas

Sob o equivocado argumento de que “o Estado brasileiro é laico” a vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que deixe claro que não se deve dar ensino religioso nas escolas. Na sua opinião o ensino confessional traz “prejuízo das visões ateístas, agnósticas ou de religiões com menor poder”.Retomando a idéia de uma luta de classes entre as religiões minoritárias e a religião da maioria, a procuradora volta-se contra “os princípios e valores religiosos partilhados pela maioria” dos brasileiros. Ou seja, contra a Religião católica.

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Estado comunista chinês tenta comprar terras no Brasil

Resumo: Comprar terras no Brasil por empresas ligadas ao Estado chinês é analisado como questão de soberania e segurança, não apenas investimento comercial. O texto recorda aquisições chinesas na África e interesses em Goiás, Bahia e Mapito, perguntando se recursos naturais obedeceriam a uma estratégia de potência estrangeira. A preocupação central é o impacto sobre autonomia e território brasileiros.

Atilio Faoro

O líder chinês Hu Jintao, que é também secretário-geral do comitê central do Partido Comunista da China, foi recebido no Brasil com sua comitiva pelo presidente Lula, em abril de 2010.

O“s chineses compraram a África e estão tentando comprar o Brasil”. Esta declaração, do ex-ministro Delfim Neto, repercutiu de Norte a Sul do Brasil.

A frase foi lançada dentro de uma entrevista concedida a um jornal paulistano (OESP, 1-8-2010). Delfim Neto denunciou a “miopia do governo brasileiro” em “permitir que um Estado soberano compre terras, minérios, recursos naturais em outro Estado soberano contra uma ameaça de nossa soberania territorial por parte do Estado comunista chinês. Essas empresas chinesas são o próprio Estado chinês”.

Como se sabe, a China tem um déficit clamoroso de recursos naturais e sobretudo de terras férteis. A solução? Comprar terras onde elas existam: na Africa e no Brasil. (mais…)

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Suécia: um fiasco o número de uniões homossexuais

Resumo: O Número de uniões homossexuais registrado na Suécia permaneceu pequeno no primeiro ano após a aprovação da lei correspondente, segundo os dados citados. A matéria compara o resultado com o volume de casamentos tradicionais e interpreta a visibilidade do movimento como dependente de apoio político, midiático e financeiro maior do que sua adesão social efetiva.

Atilio Faoro

Na Suécia, o número de uniões de pessoas do mesmo sexo prova que o movimento homossexual é um bluff.

Por pressão do lobby homossexual, no dia 1º de maio de 2009, entrou em vigor na Suécia uma lei que autoriza a união entre pessoas do mesmo sexo. A lei foi aprovada pelo Parlamento com 261 votos a favor e 22 contra.

Ademais, também por pressão do lobby homossexual, este pseudo-casamento passou a ser celebrado, desde novembro de 2009, nos templos da Igreja Evangélica Luterana da Suécia.

E o que aconteceu após um ano de aplicação da lei?

Um fracasso, ocultado pela mídia e pelo lobby homossexual: apenas 48 uniões! E para 2010, estão previstas 44. Para se medir bem o fracasso, a cada ano, celebram-se 20.000 casamentos tradicionais na Suécia.

“Nós não esperávamos uma multidão, mas que sejam tão poucos nos surpreendeu”, disse Håkan Sjunnesson, porta-voz da Igreja Luterana de Luleå”. (mais…)

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