Pesquisa da UERJ abala utopia das quotas raciais

Resumo: Pesquisa da UERJ é usada para contestar a utopia das quotas raciais e discutir os resultados de políticas de ação afirmativa. O artigo interpreta os dados como sinal de que critérios raciais podem não produzir a igualdade prometida e defende atenção às condições sociais, à formação escolar e ao mérito individual na construção de oportunidades.

Atilio Faoro

uerjAs pesquisas,  quando feitas com objetividade, costumam desmentir as utopias. Foi o que se passou com a recente pesquisa sobre as quotas raciais, feita pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), primeiro estabelecimento de ensino superior do país a aderir ao sistema. O “Globo” (3-6-2010) apresenta o resultado com o título: “Pesquisa mostra os danos das quotas raciais”.

Quais são estes danos? Segundo “O Globo”,  o levantamento, realizado a partir dos dados do vestibular feito pela universidade em 2009, comprova “uma das mais cortantes críticas às cotas: criadas para supostamente corrigir injustiças, as cotas impedem a entrada no ensino superior de pessoas mais bem preparadas. É a confirmação do perigoso abandono do princípio do mérito”. (mais…)

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Equiparar o casamento com as uniões homossexuais, essa injustiça!
D. Johannes Dyba, Bispo da cidade alemã de Fulda, falecido em junho de 2000, foi um incansável batalhador contra a equiparação do casamento traditional às uniões de pessoas do mesmo sexo

Equiparar o casamento com as uniões homossexuais, essa injustiça!

Resumo: Uniões homossexuais e casamento no Brasil são discutidos após parecer da AGU sobre reconhecimento de união estável para fins previdenciários. Na falta de leis que equiparem o casamento tradicional às uniões civis entre homossexuais e lésbicas, o lobby homossexual…

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Um problema de saúde pública… Ou de mentira pública?

Atilio Faoro

Há pouco a revista “Época” (24/5/10) publicou o resultado de uma pesquisa nacional realizada este ano pelo Ibope que aponta que 15% das brasileiras entre 19 e 39 anos de idade já fizeram aborto.

Em Brasilia, marcha contra o aborto.

A reportagem, depois de apresentar uma longa matéria sobre o tema, reconhece que “para 68% dos brasileiros, a lei deve continuar como está (criminalizando o aborto, salvo em casos muito definidos) segundo uma pesquisa de 2008 do instituto Datafolha” e que “apenas 11% defendem a descriminalização” do aborto. Ou seja, os brasileiros, em sua esmagadora maioria, não aceitam o aborto.

Apesar desta evidência, a vontade do povo não tem valor em nossa atual democracia. E a reportagem sente-se à vontade para lançar o chavão abortista do “problema da saúde pública”, como se a descriminalização do aborto fosse uma necessidade urgente. Não ter livre acesso ao aborto é como sofrer de uma epidemia! (mais…)

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