O livro de Atilio Faoro analisa centenas de fatos para identificar uma possível nova forma de perseguição anticristã na França, marcada pelo recuo do cristianismo no espaço público, por mudanças legislativas e pela transformação das consciências.
Resumo: A Reforma Agrária confiscatória é discutida diante da possibilidade de o governo Dilma executar um projeto esperado por setores esquerdistas e pelo MST. O texto examina a dimensão socialista da proposta, considera seus efeitos sobre a propriedade rural e alerta para medidas que poderiam transferir terras produtivas ao controle estatal sem justa preservação dos direitos dos proprietários.
Atilio Faoro
João Pedro Stédile, no 5º Congresso do MST contra o latifúndio e as transnacionais.
Passado o período eleitoral, começam a emergir perguntas sobre o perfil e as metas do futuro governo de Dilma Roussef. Nada mais natural.
Da parte da esquerda – de todos os matizes – a preocupação volta-se para um ponto que, para eles, é essencial: o futuro governo fará uma Reforma Agrária profunda e radical, que acabe com o poder do agronegócio e do chamado latifúndio?
Uma primeira resposta veio do líder máximo do MST, João Pedro Stédile, o qual aliás esteve nos últimos meses, com sua tropa, no seu canto e caladinho, para não atrapalhar a eleição da candidata petista.
Rompendo o silêncio, o dirigente do MST em entrevista à Agência Brasil (2-11-2010), disse acreditar que o governo de Dilma Rousseff terá mais condições políticas do que teve a administração atual de fazer a Reforma Agrária avançar e de atender a outras demandas do setor. “O Lula ganhou as eleições em um quadro de composição de forças muito adversas. Agora, eu acho que há uma composição de forças mais favorável a um programa de centro-esquerda”, ressaltou Stédile.
Pondo o dedo na ferida, Stédile acabou com (mais…)
O ministro da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi, mais uma vez veio a público para defender o PNDH-3, lançado pelo presidente Lula em dezembro do ano passado e revisado em maio deste ano.Em nota de 14 de outubro último, postada no site da Secretaria e intitulada “Esclarecimentos sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH-3”, o ministro Vannuchi procura passar a idéia de que o PNDH-3 não defende a legalização do aborto.
É possível resistir às pressões do lobby homossexual? Esta pergunta tem justificado propósito, pois quase não se ouve falar de oposição por parte das autoridades em relação às pretensões da agenda homossexual. O fato é preocupante.As situações, às vezes, chegam ao limite do absurdo. Como se sabe, o dever dos juízes é de aplicar a lei.
Os Bispos da Costa Rica tornaram público, no dia 6 de setembro, uma mensagem coletiva dirigida aos membros do Congresso em razão do fato de que, nos últimos meses, “foi aberto um debate público sobre a concessão de um estatuto social e legal das uniões entre pessoas homossexuais”.Na mensagem, assinada pelo presidente da Conferência Episcopal, Dom Hugo Barrantes Ureña, Arcebispo de San José, os Bispos propõem "algumas considerações orientadas para a proteção da dignidade do matrimônio, base da família, e para a promoção e defesa do bem comum da sociedade, da qual essa instituição é uma parte constitutiva”.
Graças a Deus, os movimentos pela vida estão ativos em nosso País. O movimento “Brasil Sem Aborto” lançou a campanha "A Vida Depende do Seu Voto".Segundo matéria do “Diário do Nordeste”, de Fortaleza (20-8-2010), o intuito é fazer com que a população brasileira conheça os candidatos que são contra a legalização do aborto, além de estimular a discussão sobre o tema.
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