Resumo: Os museus do horror soviético são alvo de repressão em disputa pela memória dos massacres cometidos durante a ditadura de Stalin. A análise examina tentativas de ocultar ou limitar exposições, considera o papel dos espaços de memória e sustenta…
Pode a Igreja aceitar a coexistência com um regime que oprime a família e o direito de propriedade? A inauguração do seminário "católico" em Cuba levanta novamente a questão.
Resumo: Seminário católico em Cuba é comentado após sua inauguração com a presença de Raúl Castro, levantando questões sobre liberdade e atuação da Igreja. Foi inaugurado em 3 de novembro o primeiro seminário católico em Cuba depois de 50 anos…
Resumo: A produção local de Prato é afetada pelas condições dos operários chineses na Itália e pela concorrência de mercadorias fabricadas em regime de exploração. O texto examina o impacto sobre empresas, empregos e cultura da cidade, relaciona imigração e economia informal e questiona vantagens comerciais obtidas quando direitos trabalhistas são desconsiderados.
Empresários chineses estão dominando o mundo empresarial com ajuda ocidental.
Luis Dufaur
Dezenas de milhares de chineses como que obedecendo a um plano instalaram-se na cidade italiana de Prato e transformaram esse prestigioso pólo têxtil em uma capital das confecções baratas, segundo reportagem do “New York Times”.
No coração da histórica Toscana, os empregados-escravos chineses trabalham 24 horas em cerca de 3.200 empresas que fabricam roupas, sapatos e acessórios baratos para poder acrescentar neles o rótulo Made in Italy. Assim prejudicam o renome dos produtos de alta qualidade da Itália e arruinam as empresas locais que agem dentro da lei.
A cidade vai perdendo seu tom cultural clássico que é substituído por um ambiente de Chinatown. Segundo a prefeitura de Prato, há 11.500 imigrantes legais e outros 25 mil ilegais. A cidade tem 187.000 habitantes no total.
À ilegalidade soma-se o incessante “barulho, maus hábitos, prostituição”. A tensao social inspira temores. Neste ano, houve 154 batidas policiais e as irregularidades constatadas foram numerosas, mas também várias autoridades foram presas por aceitar porpinas para legalizar situações irregulares.
Resumo: As empresas chinesas na África são examinadas a partir de abusos cometidos contra trabalhadores e de disparos ocorridos durante protestos em minas. A análise relaciona condições precárias, interesses econômicos e ausência de proteção efetiva, mostrando como a expansão empresarial pode reproduzir práticas de exploração quando não há fiscalização capaz de defender os operários.
Trabalhadores na África são maltratados e alguns até assassinados por empresários chineses.
Luis Dufaur
Capangas a serviço dos patrões chineses da mina Collum Coal Mine (CCM), na Zâmbia balearam 12 mineiros que protestavam contra as deploráveis condições de trabalho a que são submetidos. A fonte da informação é a polícia nacional noticiou a agência AFP.
“Os trabalhadores estavam protestando contra as más condições de trabalho quando os capangas começaram a disparar contra eles a esmo com espingardas, atingindo em conseqüência 12 mineiros”, disse o porta-voz da polícia Ndandula Siamana.
Antes do incidente acontecido na cidade de Sinazongwe, sul do país, os trabalhadores queixavam-se dos maus-tratos e más condições de trabalho na mina.
Poucas semanas antes, 22 mineiros haviam sido atendidos no hospital de Maamba por causa de acidentes devidos às péssimas condições da mina, segundo o “Lusaka Times”.
O incidente parou a produção na mina e ameaça piorar as relações entre os trabalhadores e os empregadores chineses na indústria da mineração e em outros setores.
Não pretendemos no presente artigo fazer um histórico do livro Reforma Agrária – Questão de Consciência, tarefa já empreendida por outras publicações.(1) Com base em textos de autores alheios a grupos vinculados ao Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, muitos dos quais seus adversários ideológicos, mostraremos a eficácia dessa obra na luta contra a Reforma Agrária socialista e confiscatória no Brasil.
51% dos eleitores venezuelanos (5.779.129 ao total) votaram pela oposição (Mesa de la Unidad Democrática e Patria Para Todos) contra o partido do proto-ditador Hugo Chávez nas eleições parlamentares neste domingo 26 de setembro.Os candidatos chavistas somaram 5.259.998 votos, ou seja 46,4%. 3% dos sufrágios. 339.952) optaram por partidos minoritários. Os números quase definitivos são do “El Universal”, maior quotidiano de Caracas.
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