Libertação de dissidentes cubanos: nova etapa em Cuba ou manobra para manter o regime?

Resumo: A Libertação de dissidentes cubanos anunciada pelo governo de Havana envolveu 52 presos políticos, mas observadores questionaram se haveria mudança real ou deportação negociada. A análise lembra que as leis repressivas continuavam vigentes, sem inspeção internacional dos cárceres, e que o regime já usara presos como moeda diplomática. A hipótese central é de manobra para obter concessões externas.

Atilio Faoro

Depois de 7 anos na prisão, o ex-boxeador Ariel Sigler, que está paralítico, foi transferido para os Estados Unidos, onde chegou no último dia 28.

Os fatos são conhecidos. As autoridades autoridades cubanas anunciaram a intenção de libertar 52 presos políticos nos próximos quatro meses. 20 deles já desembarcaram na Espanha em julho. Um deles, o ex-boxeador Ariel Sigler, que está paralítico, foi transferido para os Estados Unidos, onde chegou no último dia 28.

O anúncio produziu aplausos e até euforia por parte de governos simpatizantes do regime castrista. Nesta posição colaboracionista, destacou-se o ministro de Assuntos Exteriores espanhol, Miguel Moratinos, que afirmou que a libertação “abria uma nova etapa em Cuba”. O ministro espanhol foi, junto com o Cardeal Ortega, intermediador da transferência dos presos políticos para o seu país.

Miguel Moratinos pediu também que a União Europeia mude sua posição em relação ao regime comunista cubano afirmando que “não há razão para manter o acordo europeu de 1966 que condiciona as relações com Cuba com o avanço da democracia e dos direitos humanos no país”. (mais…)

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Alegria dos reféns resgatados pelo exército na Colômbia

Vídeo liberado pelo exército colombiano mostra cenas do resgate de quatro oficiais e suboficiais que passaram 12 anos em cruel cativeiro das FARC. Podem-se ver as longas correntes com que os desumanos guerrilheiros marxistas impediam os reféns de tentar a fuga. A heróica operação militar desgostou muito os “grupos humanitários”, os adeptos da Teologia da Libertação e os “hermanos socialistas” da guerrilha marxista na América Latina, notadamente em Caracas, Havana e Brasília.

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Ex-presos cubanos denunciam brutal violação dos direitos humanos. Por que ninguém os defende?

O quadro de brutal violação de direitos humanos nas prisões cubanas ficou mais uma vez evidente pelos dramáticos depoimentos dos presos políticos que, após negociações entre a Igreja Católica e os governos espanhol e cubano, foram enviados à Espanha, na semana passada. O escândalo deveria levantar vozes indignadas de defensores humanitaristas de Norte a Sul do País. A começar pelos ativistas da Secretaria dos Direitos Humanos do ministro Vannuchi. Porém, isso não aconteceu.

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Governo inaugura no Rio centro de defesa de minorias homossexuais e religiosas

O governo está impaciente em aplicar as propostas do PNDH3 que visam demolir a célula familiar tradicional e tirar a Religião católica do espaço público. O meio encontrado para fazer isto é afirmar que em nosso País as “minorias LGBT” (leia-se lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) e as “denominações religiosas minoritárias” estão sendo vilipendiadas e perseguidas. Em uma palavra, oprimidas. E, portanto, precisam ações especiais e urgentes dos governantes que devem gastar o dinheiro do contribuinte para defendê-las.

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Cardeal de Colônia exige que hospital não pratique o aborto

A notícia vem da cidade alemã de Colônia, a capital econômica, cultural e histórica do Estado da Renânia do Norte-Vestfália. A venda do Hospital Santa Brígida, da cidade de Simmerath, foi suspensa porque o interessado na compra não aceitaram a exigência contratual do Cardeal de Colônia, Dom Joachim Meisner, de que no hospital não fosse permitido fazer abortos.

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