Da Ucrânia aos bunkers europeus: “Si vis pacem, para bellum”
O artigo analisa como os ataques à Ucrânia, a preparação civil, o rearmamento europeu, a guerra híbrida e a dissuasão nuclear redefinem a segurança no continente.
O artigo analisa como os ataques à Ucrânia, a preparação civil, o rearmamento europeu, a guerra híbrida e a dissuasão nuclear redefinem a segurança no continente.
O artigo examina como operações híbridas atribuídas à Rússia, em vez de apenas intimidar, podem estimular a coordenação defensiva europeia, relacionando o tema à guerra na Ucrânia e à advertência de Nossa Senhora em Fátima.
A guerra na Ucrânia, iniciada pela Rússia em 2022, entra em uma fase de estagnação para Moscou. O artigo analisa perdas militares, desgaste econômico, ataques em território russo e a expansão da OTAN, argumentando que a estratégia de Putin fracassou em seus principais objetivos.