Notícias e artigos sobre a situação internacional.

Deve a Igreja mudar sua posição sobre homossexualismo e divórcio?

Resumo: Posição sobre homossexualismo e divórcio é examinada a partir de declarações do Arcebispo de Viena e de sua relação com o ensino da Igreja. O artigo discute a possibilidade de mudança doutrinal, distingue acolhimento pastoral de aprovação moral e questiona interpretações que tratam relações homossexuais e dissolução matrimonial como realidades equivalentes ao casamento.

Luiz Sérgio Solimeo

Cardeal Schonborn
Surpreendentes declarações do Arcebispo de Viena sobre os relacionamentos homossexuais!

Estão repercutindo intensamente em vários meios − especialmente na mídia liberal, em setores progressistas da Igreja e entre ativistas homossexuais− as recentes declarações do Arcebispo de Viena Christoph Cardeal Schoenborn, sobre o homossexualismo e o divórcio.1

Falando a um grupo de jornalistas austríacos no dia 28 de abril último, o purpurado fez confusas e concessivas afirmações sobre o homossexualismo e o divórcio.

Nessa ocasião, criticou também nominalmente o Cardeal Angelo Sodano, ex-Secretário de Estado do Papa João Paulo II e atual decano do Colégio Cardinalício, acusando-o “de cumplicidade e acobertamento de alegações de abuso sexual em relação ao seu predecessor [o falecido Cardeal Groer que foi Arcebispo de Viena] a figura mais importate da Igreja na Austria.”2

Nada há de comum entre o casamento e a parceria homossexual

As surpreendentes declarações do Arcebispo de Viena foram difundidas pela agência católica austríaca Kathpress, e divulgadas por vários meios de comunicação.3 (mais…)

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Brasil sem Reforma Agrária

Resumo: A expressão Cuba agro-reformada introduz uma comparação entre o declínio da produção açucareira cubana após a reforma agrária comunista e o desempenho do agronegócio brasileiro em 2009. Hélio Brambilla relaciona as exportações rurais às reservas nacionais e questiona o destino do restante do superávit acumulado pelo país.

Cuba agro-reformada

Helio Brambilla

Agricultura em Cuba title=
O país modelo de nossos agro-reformistas – naufraga por onde quer que se olhe.

Enquanto crescemos numa velocidade vertiginosa, a produção de Cuba – o país modelo de nossos agro-reformistas – naufraga por onde quer que se olhe.

Sua atual safra açucareira é a pior dos últimos 105 anos, segundo o jornal oficial “Granma”. A superfície de cultivo caiu de 2 milhões para 750 mil hectares, e mais de 100 mil postos de trabalho foram eliminados.

No ano anterior à sua queda – 1958 – a safra atingiu 5,6 milhões de toneladas, ocasião que a Pérola das Antilhas se tornara o maior exportador de açúcar do mundo!

Após 50 anos de ditadura comunista aplicando a decantada “Reforma Agrária” sua produção caiu para 1,2 milhões de toneladas.

Bem comparando, tão-só o nosso grupo COSAN – na safra de 2009 – produziu mais do dobro da produção cubana, ou seja, 3.276,245 toneladas, sem contar os 2 bilhões de litros de álcool.

De onde vem o dinheiro de nossas reservas? (mais…)

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Os brasileiros desejam um Brasil velho ou jovem?

Resumo: Envelhecimento da população é analisado em comparação com a queda dos nascimentos brasileiros e uma iniciativa chilena de estímulo às famílias. O artigo questiona as consequências de uma sociedade com menos crianças, destaca a importância de casamentos duradouros e relaciona a renovação demográfica à responsabilidade familiar e ao futuro do país.

Enquanto no Brasil a população envelhece e a taxa de nascimentos diminui (segundo pesquisa do IBGE), do Chile chega-nos um belo exemplo que, se aplicado em nosso País, poderia reverter o deplorável e triste processo de envelhecimento da população brasileira.

Apesar de eu ter sérias restrições ao novo presidente chileno Sebastián Piñera (devido a algumas inaceitáveis declarações feitas durante sua campanha eleitoral), ele promoverá algo que merece louvor: um fortalecimento da instituição da família — muito debilitada no anterior governo socialista — e um rejuvenescimento de seu país (Vide notícia abaixo*).

Pelo contrário, o governo brasileiro, promovendo a diminuição da natalidade, promove o envelhecimento de nossa nação, propagando métodos contraceptivos; facilitando ao máximo o aborto e a esterilização cirúrgica;  com a maciça distribuição de preservativos e de pílulas anticoncepcionais por meio do Ministério da Saúde — que mais adequadamente poderíamos designar como “Cemitério da Saúde”, uma vez que propaga o envelhecimento e a morte, e não a vida. (mais…)

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