Artigo sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH-3

O açúcar amargo de Cuba

Resumo: Produção de açúcar em Cuba é usada para ilustrar o declínio econômico associado ao socialismo. O artigo compara o nível alcançado pela agricultura cubana ao de décadas anteriores, recorda os efeitos da reforma agrária e sustenta que a reorganização estatal da propriedade reduziu a capacidade produtiva e agravou a situação do campo.

Paulo E. Barsa

Foi na Nova Guiné que os portugueses tiveram o primeiro contato com a cana-de-açúcar. Ela já havia sido observada, na Ásia Menor, por alguns generais de Alexandre, o Grande, em 327 a.C, e mais tarde, no século XI, durante as Cruzadas.

Martim Affonso de Souza, em 1532, trouxe a primeira muda de cana ao Brasil e iniciou seu cultivo na Capitania de São Vicente.

Com o imperador D. Pedro II – um entusiasta das novas tecnologias –  em 1857 foi elaborado um programa de modernização da produção de açúcar. Assim surgiram os Engenhos Centrais, que deveriam somente moer a cana e processar o açúcar, ficando o cultivo por conta dos fornecedores.

Nessa época, Cuba liderava a produção mundial de açúcar de cana com 25% do total e o açúcar de beterraba produzido na Europa e EUA significava 36% da produção mundial. O Brasil contribuía com apenas 5% de um total de 2.640.000 toneladas em 1874.

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Em nome da tolerância!

Nilo Fujimoto

Um pregador britânico foi preso depois de ter dito durante sermão na rua que homossexualismo é um pecado”1informa o Portal Terra, veiculando notícia da BBC Brasil.

Até recentemente os fautores da revolução moral, que visa levar às últimas conseqüências todas as formas de degradação, exigiam “apenas” tolerância. Mal começam a obtê-la, e já saltam como uma cobra sobre os “tolerantes” rumo à etapa seguinte, que consiste na aplicação das leis “anti-homofóbicas”, com processo e prisão. São etapas para o estabelecimento de uma perseguição religiosa. (mais…)

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Catálogo Contra a Família

Resumo: Decreto nº 7.037 é analisado como fundamento de propostas que envolvem aborto, adoção por casais homoafetivos, regulamentação da prostituição e educação sexual. O artigo interpreta essas medidas como ameaça à família e ao direito natural, relacionando-as ao PNDH-3 e à campanha de cartões amarelos que buscava pressionar parlamentares contra o programa.

1 – Apoiar a aprovação do projeto de lei que descriminaliza o aborto

Isto é: legalizar a matança dos inocentes.

2 – Promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos

Isto é: o vício vai ser oficializado e os “casais” homossexuais vão poder até adotar crianças!

3 – “Garantir os direitos trabalhistas e previdenciários de profissionais do sexo por meio da regulamentação de sua profissão”

Isto é: outro vício oficializado.

4 – Realizar campanhas e ações educativas para desconstruir os estereótipos relativos às profissionais do sexo”

Isto é: querem ensinar nossas crianças que a prostituição é uma profissão como outra qualquer.

É a coleção de absurdos contra a Família. Reaja agora!

Mas onde está essa coleção? No decreto nº 7.037, de 21 de dezembro de 2009, do Presidente Luis Inácio Lula da Silva, que instituiu o 3º Programa Nacional (mais…)

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