A Venezuela socialista de Nicolás Maduro “virou um campo de concentração, onde estão sendo exterminados os cidadãos”. Esta foi a denúncia de Mons. Jaime Villarroel, bispo de Carúpano, que expôs muitos dados terríveis: “Está sendo praticada uma tragédia de dimensões inimagináveis. […] Hoje morrem milhares de venezuelanos por falta de comida, de remédios; 80% das indústrias estão destruídas; só em outubro a inflação beirou 270%; o salário mínimo é entre 4 e 6 dólares” (de R$ 16,00 a 24,00); em 2017 “morreram mais de 20.000 crianças recém-nascidas, porque não há como atender as mães no parto”. Apesar de tudo isso, o Papa Francisco continua insensível aos apelos dos bispos venezuelanos e aos gemidos de um povo inteiro, recluso nesse satânico “campo de concentração”.

2 COMENTÁRIOS

  1. José Plínio de Oliveira, Engels e Marx viram tudo certo mas (entenderam tudo errado)*, na revolução industrial, os trabalhadores nas cidades viveram melhor do que na vida camponesa onde as condições e a fome eram piores, a expectativa de vida e natalidade eram menores. Esses mesmos teóricos defendiam uma ditadura justificada em “guerra de classes”, basta ler Crítica do Programa de Gotha e A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado, por esse motivo países socialistas revelam a diferença do Brasil, como a Venezuela, o povo se alimenta no lixo é regra, não exceção.

    Então não adianta tentar justificar o errado desses teóricos revolucionários, onde um deles nunca trabalhou num chão de fábrica!

    *https://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1056 e http://www.ilisp.org/artigos/derrubando-o-mito-da-exploracao-dos-trabalhadores-apos-revolucao-industrial/

  2. Permitam-me Vossas Senhorias, esse quadro deplorável em que pessoas humanas estão se alimentando com lixo na Venezuela – embora esse quadro trágico ocorra muito no Brasil, também – pode estar demarcando o autoextermínio dos governos ditatoriais totalitários de conotação comunista/socialista. Há um texto de Engels, A SITUAÇÃO DA CLASSE TRABALHADORA NA INGLATERRA, que delineia um quadro muito mais amplo da realidade da miséria extrema na Grã Bretanha e que, sob certos aspectos, justifica a teorização político-revolucionária que Marx e Engels tiveram que elaborar; o que eles não previam na época é que governantes trogloditas, de posse do Poder, impusessem tamanhos sacrifícios aos seus povos; visando a si locupletarem com a coisa pública em nome de uma ideologia marxista que passa a agonizar junto com os cidadãos e cidadãs que passam a alimentarem-se com lixo nas vias publicas das cidades.

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