Não corrompam nossas crianças através da “Ideologia de Gênero”

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Famílias, muitos jovens, ordem, serenidade, compenetração, preocupação e esperança. É o que vi na Paulista no último dia 16 de agosto. Para a multidão que novamente lotou a principal avenida de São Paulo, conhecida em toda a América Latina, o Brasil não pode ficar do jeito que está, e sobretudo não pode continuar rumando para a direção que lhe quer impor a esquerda atualmente no poder. A Terra de Santa Cruz tem de prevalecer sobre a sombra do comunismo, que paira sobre toda a América do Sul e tenta meter suas garras também em nosso País. Mas, detentores socialistas de poder político e da esquerda católica em geral, atentai para a advertência de Plinio Corrêa de Oliveira: Cuidado com os pacatos!

Diz um velho provérbio que o brasileiro “dá um boi para não entrar na briga, mas, uma vez nela, dá uma boiada para não sair”. Na realidade atual, o Brasil está oferecendo mais do que uma “boiada” — refiro-me às gigantescas manifestações populares — para que a causa da briga cesse, pois a inconformidade com o atual governo federal foi o motivo da mobilização multitudinária que lotou praças e ruas de mais de 200 municípios brasileiros.

Entretanto, muito além do pedido de impeachment, na forma da lei, o público tem uma intuição que se explicita mais e mais de que o Brasil é chamado a realizar uma grande missão, a qual vai se afirmando no sentido diametralmente oposto ao socialismo: precisamos de uma situação que favoreça a concórdia, a honradez, a tranquilidade para viver e trabalhar sem ter sempre o guante do Estado e da burocracia atrapalhando. O País almeja a restauração dos princípios básicos da civilização cristã, perseguidos violentamente por medidas como a introdução da Ideologia de Gênero nas escolas, o favorecimento do aborto e do “casamento” homossexual, as invasões de terras, a luta racial velada em terras como reservas indígenas e “quilombolas”, entre outras.

Eis por que as manifestações, que batem vários recordes de autêntica e espontânea participação popular, não necessitaram da intervenção direta da polícia: estavam todos unidos, de forma pacífica e ordeira, em torno de um ideal comum: a retirada de seu organismo de um corpo estranho que impede o Brasil de progredir sadiamente nas sendas da ordem e da verdadeira paz. O ambiente de bonomia encantava até os policiais, que apesar de estarem presentes com todo o aparato de segurança comumente usado em manifestações, a todo o momento eram solicitados a posar em fotos junto aos manifestantes.

O teor desta manifestação demonstrou um progresso em relação às duas anteriores (15 de março e 21 de abril p.p.). De fato, o público está percebendo com clareza cada vez maior que toda a corrupção e roubalheira, sobretudo os escândalos na Petrobrás — esse “buraco sem fundo”, dia a dia noticiado pela imprensa — encobre um problema ainda mais profundo: é o socialismo de modelo venezuelano ou cubano que lança mão de todos os meios, inclusive da corrupção e eventualmente do estelionato eleitoral, para deitar a mão em toda máquina estatal com vistas a dominar o País inteiro.
Prova dessa conscientização é a quantidade enorme de cartazes, em todas as principais cidades, com mensagens contra o comunismo, contra o bolivarianismo, contra a substituição “do verde e amarelo pela foice e o martelo”.

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira [foto abaixo] solidarizou-se com as manifestações do dia 16 de agosto, fazendo-se presente em várias cidades, sendo seus representantes sempre bem acolhidos pelos circunstantes, que viam na entidade um importante polo de referência em meio à confusão da situação nacional. Em torno dos jovens membros do Instituto, era frequente a formação de pessoas que os fotografavam e os aplaudiam com seus símbolos. Vários órgãos de imprensa registraram a participação do Instituto: “Veja SP”, “Época”, “TV Folha”, “IstoÉ”, entre outros.

Como demonstra a história recente, foi em boa medida graças à ação de Plinio Corrêa de Oliveira que o Brasil não afundou para um regime de tipo comunista, o que é reconhecido até pelos seus adversários ideológicos.

E pela graça de Deus, nosso País resistirá mais uma vez às tentativas de comunização, se seu povo ordeiro e pacato, fiel a suas tradições cristãs, continuar vigilante e mobilizado, sejam quais forem as circunstâncias do futuro próximo. Para esse fim, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira está pronto para colaborar.

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4 COMENTÁRIOS

  1. Excelente artigo, de uma clareza cristalina. Estamos assistindo no Brasil ao vivo e a cores a colocação em prática da “Cartilha Gramsciana.” já comentado pelo Instituto Plínio Corrêa de Oliveira.Se nos anos 30 em diante, aqueles a quem competia reagir, tivessem dado ouvidos aos Brados de alerta do Prof. Plínio Corrêa de Oliveira, hoje certamente não estaríamos passando por esta situação tão caótica nesta Terra de Santa Cruz.Vemos o esforço gigantesco, astronômico que o socialo/comunismo, estão fazendo para abarcar o Brasil, porém Ele é maior do que eles imaginam, sobretudo porque o nosso povo não está de todo em todo amortecido, anestesiado, como eles imaginavam. Que Nossa Senhora Aparecida Rainha e Padroeira do Brasil, conceda graças das mais escolhidas para o povo brasileiro dar o troco certo, na hora certa.

  2. Me apreço oferecer um artigo recente, publicado no jornal O Município de Brusque/SC

    Legitimidade em xeque
    Mais uma vez o povo saiu às ruas no dia 16 deste mês de Agosto. Sem considerar valores de sucesso ou insucesso, há no ar um cheiro de insatisfação generalizada no país. Em qualquer sentido há gente descontente, menos uma “elite institucional” que está mamando nas tetas do (des)governo. Diversos países tiveram este momento de crise começando pela revolução francesa. Tristemente sempre o foram com derramamento de sangue. Mesmo que se entenda que é pelo debate das ideias que deva ocorrer a evolução, a história tem demonstrado que nem sempre foi assim. Alguns exemplos: guerra civil ou secessão dos Estados Unidos, na Espanha de Francisco Franco, mais recentemente na antiga Yugoslávia.
    O grande problema no Brasil, é que não está surgindo no cenário político novas lideranças carismáticas, aquela sem mácula moral e ética. Não, que não se tenha pessoas honradas (até o contrário, mesmo no atual cenário), mas jamais lhes permitirão subir nos palanques pela atual máfia que se apoderou do poder.
    A revolta popular, que hoje se vê não é mais pela questão exclusiva da corrupção, mas sim pela revoltante corrupção das mentes infanto-juvenis, com ideologias, procurando dividir toda a sociedade através da cartilha gramsciana; começando pela agenda homossexual (ideologia de gênero), racismo (cotas nas universidades), feminismo (agenda abortista), incentivo a luta de classes; distinção de pobres e ricos, distinção regionais e por ai vai. Tudo para abrir portas à implantação de um comunismo tardio a moda “cubazuela”; até nossa soberania está sendo pisoteada, pela entrega dos investimentos da Petrobras na Bolívia, foro de São Paulo, invasões paramilitares em nosso país, amplamente divulgados pela mídia. Mas, a mais vil de todas é querer destruir a força moral e da fé cristã do nosso povo cultivada desde sua colonização a sombra da cruz. Esta é a revolta silenciosa da sociedade, que a grande mídia não fala.
    Uma minoria ideológica muito bem articulada, que a grande sociedade desconhece na sua intimidade, quer é implantar o bolivarianismo, um delírio de Chaves, como hoje está acontecendo na Venezuela, onde até papel higiênico está faltando nas prateleiras. Remédios, produtos básicos da vida diária, simplesmente sumiram. Por que será? Isso acontecerá em breve no Brasil, se não houver uma mudança de rumo. Aguardem. A crise que estamos começando enfrentar, já é uma pequena ponta do iceberg que está por vir.
    O que se pode esperar quando um líder dos chamados “movimentos sociais” em atitude pública, ameaça com armas para se manterem no poder? Como estamos sob uma ditadura ideológica disfarçada, nada acontece. Com esta o Estado de direito foi ameaçado.
    Em política, dados estatísticos não garantem sustentação, mas, por outro lado, uma aprovação inferior a 10% dos atos de um governo, deixa claríssimo a insatisfação da sociedade. Este governo perdeu a legitimidade.

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