7 de setembro, atos “golpistas” e a nova Democracia evolutiva

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7 de setembro, 2021, certamente, foi uma das maiores vitórias que o Brasil real obteve nesses últimos anos: manifestações gigantescas, ordeiras, afirmação de nosso patriotismo, rejeição das esquerdas, indignação contra as violações aos direitos individuais, à liberdade de expressão nas Redes Sociais conservadoras, intuição do grande futuro dessa Terra de Santa Cruz. Milhões nas ruas sem provocar agressões, tumultos, depredações, violência: a acusação de “golpe”, de “atos antidemocráticos” caiu por terra.

E por que a Mídia, políticos de esquerda, membros do Judiciário tentaram por todos os meios rotular essa manifestação patriótica de “atos antidemocráticos”? “Retrocesso”? “Golpismo”?

Pretendemos voltar às manifestações desse 7 de setembro em outra ocasião.

Entendamos: por que mudou o conceito de Democracia?

Novo conceito: a Democracia evolutiva

“Direitos humanos”, “liberdade” e “democracia” são [conceitos] burgueses, valores ocidentais que um país marxista nunca aceitará.

“Por que devemos tomar uma posição clara contra os chamados ‘valores universais’ do Ocidente?”

Os “valores universais”, de que Xi Jinping está falando, são “os valores de ‘ liberdade ’,‘ democracia ’e‘ direitos humanos ’defendidos pela burguesia ocidental moderna.”

Continua, na sua cartilha marxista, o ditador chinês:

O estágio da “autocracia feudal” foi derrotado pelo estágio mais progressivo das revoluções burguesas. Então, o estágio do liberalismo burguês foi, ou deveria ser, por sua vez derrotado pelo socialismo marxista. Os valores de liberdade, democracia e direitos humanos, explica Xi Jinping, “desempenharam um papel histórico no processo de oposição à autocracia feudal”. Durante esse processo, eles foram valores progressivos. No entanto, no quadro da teoria dialética marxista da história, os mesmos valores, que antes eram progressistas, tornaram-se reacionários no estágio histórico seguinte. “À medida que a burguesia ganhou uma posição dominante, escreve Xi Jinping, esses valores se tornaram cada vez mais ferramentas para manter o domínio do capital”.

É uma estratégia “inteligente” da burguesia internacional, liderada pelos “Estados Unidos e outros países ocidentais”, continua Xi Jinping, “embalar esses valores como‘ valores universais ’e promovê-los globalmente, o que confunde muitas pessoas”.

Não há valores universais, afirmam os marxistas

Segundo o ditador chinês, se alguém aderir ao materialismo dialético marxista, não existem “valores universais” válidos para todas as fases da história.

Democracia, liberdade e direitos humanos foram ferramentas úteis e válidas usadas pela burguesia para derrotar a “autocracia feudal”. Na próxima etapa da história, são armas reacionárias para “manter o domínio do capital” sobre os proletários e devem ser liquidadas pelo socialismo.

O fato de não existirem “valores universais”, explica Xi Jinping, não significa que não existam “valores comuns” como paz, desenvolvimento ou justiça. (…). A forma como os valores comuns são interpretados na China ou na Rússia não é a mesma que nos Estados Unidos ou na Europa.

Continua o artigo de BitterWinter: “As palavras de Xi Jinping são música para os ouvidos de todos os ditadores do mundo, e é por isso que eles apoiam a China nas Nações Unidas toda vez que seu histórico abismalmente baixo de direitos humanos é denunciado.”

Atos “antidemocráticos”, “golpistas”, “retrocesso”?

O Brasil real saiu às ruas, mostrou sua força persuasiva, desmontou manobras da esquerda

Voltamos ao início do artigo: as acusações de “retrocesso”, “atos antidemocráticos”, “golpistas” espalhadas pela midia alinhada à esquerda, pelos comunistas declarados ou camuflados, afirmada por alguns membros do Judiciário — se analisadas sob a ótica da democracia-evolutiva, da dialética marxista — tomam um sentido lógico: porque o Brasil real, segundo essa teoria evolutiva, tornou-se reacionário no estágio histórico em que vivemos.

“Liberdade”, “direitos humanos”, “democracia” explica Xi Jinping, “desempenharam um papel histórico no processo de oposição à autocracia feudal”. Durante esse processo, eles foram valores progressivos. No entanto, no quadro da teoria dialética marxista da história, os mesmos valores, que antes eram progressistas, tornaram-se reacionários no estágio histórico seguinte.

Eleito Jair Bolsonaro, presidente da República, começam na midia os temores de “retrocesso”. “Retrocesso” seria defender a Vida contra o aborto; “retrocesso” é afirmar que família é a união entre homem e mulher; “retrocesso” é defender os Valores Morais, a tradição cristã do povo brasileiro; “retrocesso” seria a orientação dada pelo Itamaraty a favor da Vida e contrária à agenda da ideologia de gênero; “retrocesso” é cancelar o contrato dos “médicos cubanos”, verdadeiros escravos da ditadura Castro; “retrocesso” é cancelar as verbas para o MST. “Retrocesso” é defender o voto impresso auditável.

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O Brasil real, que lotou novamente as ruas nesse 7 de setembro, ordeira e pacificamente, dá mais uma lição aos nossos dirigentes, ao Legislativo, ao Judiciário, à Midia alinhada: quero meu Brasil de volta. O Brasil longe das esquerdas, voltado aos pilares de nossa nacionalidade, à formação cristã, nossa herança cinco vezes secular. Somente os neo-missionários, bispos de esquerda, petistas e falso Centrão trabalham contra a grandeza e missão histórica da Terra de Santa Cruz: por que eles têm um conceito evolutivo, marxista da História tal qual exprimiu Xi Jinping.

Nossa Senhora Aparecida guie, ilumine e fortaleça a reação conservadora e leve o Brasil à realização de sua missão no concerto das Nações. Coragem, confiança: esse ainda será um grande País!

Fonte: Xi Jinping Explains Why He Is Against Human Rights (bitterwinter.org)

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