“CARTA DO BRASIL – 2021”, denúncia contra o socialismo ditatorial na Pandemia

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A oportuna, clara e patriótica publicação da CARTA DO BRASIL — dirigida ao presidente Jair Messias Bolsonaro — está percorrendo os canais de internet, depertando sadias adesões, estimulando reações, abordando “aspectos relevantes: saúde pública, ciência, ética médica, direitos e garantias individuais, entre outros“, a propósito da Pandemia.

A Carta do Brasil é uma iniciativa de diversas entidades, entre elas o Movimento Legislação e Vida, Médicos pela Vida, Organização Mundial pela Vida (OMV-Brasil), Brasil Vencendo a Covid-19, Associação Nacional de Comunicadores Independentes, Associação Centro Dom Bosco de Fé e Cultura, União dos Advogados do Brasil, Convergências, entre outras.https://criticanacional.com.br/2021/05/03/carta-do-brasil-entidades-enviam-carta-aberta-ao-presidente-da-republica-com-importantes-diretrizes-sobre-pandemia/

Violação dos direitos civis e humanos consagrados na Constituição Federal

Diz o documento: “Manifestamo-nos com grande apreensão à violação de direitos civis e humanos, consagrados em nossa Constituição Federal, que estão sendo solapados a cada dia, com medidas abusivas, antinaturais e desumanas (destaque nosso). A pandemia do coronavírus tem sido instrumentalizada para fins que extrapolam o combate à Covid-19, medidas essas que têm trazido danos ainda maiores à sociedade, ceifando vidas humanas em proporção devastadora. Danos esses que poderiam ser mitigados se tais medidas fossem realmente voltadas ao combate do SARS-CoV-2, sem que a politização da pandemia favorecesse fortes interesses ideológicos e econômicos, como temos visto, em nível global.”

Violar direitos civis e humanos é típico de regimes socialistas e comunistas. Temos aqui perto, Venezuela, pouco além Cuba, exemplos típicos desse totalitarismo comunista que nega os direitos fundamentais da pessoa humana. Dentre esses direitos, a CARTA DO BRASIL inclui a liberdade de culto religioso. De fato, o maior dos direitos humanos é o de conhecer e praticar a verdadeira Fé. Não foi esse o entender de centenas de milhares de mártires quer sob o Império Romano, quer sob os regimes nazista ou comunista que preferiram dar suas vidas a renegar a Santa Fé?

“Saúde pública”, palavra-talismã?

Não é nosso propósito repassar aqui os vários aspectos do oportuno e quão necessário documento CARTA DO BRASIL. Queremos abordar o clima psicológico que gerou e que alimenta a presente Pandemia.

Diz com muita propriedade o documento: “A ´saúde pública´não pode ser um eufemismo para justificar as novas e sofisticadas formas de poder totalitário, em nível global.”

“Saúde Pública” é propriamente uma palavra-talismã, como a descreve o Prof. Plinio: “Trata-se de uma palavra cujo sentido legítimo é simpático e por vezes até nobre; comporta ela, porém, certa elasticidade. Empregando-se tal palavra tendenciosamente, começa ela a refulgir para o paciente com brilho novo, que o fascina e o leva muito mais longe do que poderia pensar.”

Nosso Site já publicou — cavalgando a onda midiática — o projeto de deputado paulista propndo o Passaporte-vacina. “O autor, deputado Campos Machado (PTB), considera, que por ser uma questão de saúde pública, a decisão de tomar a vacina não pode ser individual.”

A palavra-talismã “saúde pública” passa por cima e anula todos os direitos individuais garantidos pela Constituição Federal? Quem determina o que é “saúde pública“? O deputado Campos Machado?

O clima psicológico criado na Pandemia: retorna a Psy War

Guerra Psicológica (Psy War) é expressão silenciada pela midia. Mas, vivemos em plena Psy War, um clima emocional que anestesia a razão, debilita a vontade e exacerba a sensibilidade: o pânico criado em torno da Pandemia é mais nefasto que a propria Covid-19.

Diz a CARTA DO BRASIL: “O que temos visto, desde o início da grave crise sanitária, é uma ideologização da pandemia, em que prevalece a narrativa única da mídia, altamente controversa, fazendo edição de notícias que nem sempre condizem com a realidade dos fatos, fomentando o medo e o pânico na população (destaque nosso) …”

E mais adiante: … “além de acarretar o agravamento da crise, com danos à saúde mental, emocional e psicológica (destaque nosso), danos econômicos, sociais, culturais e religiosos.”

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Explica o Prof. Plinio que a Revolução (*) se utiliza, nas grandes manobras de Opinião Pública, de uma tenaz cujas componentes são um ponto de impressionabilidade e outro de apatia.

“Como ponto de partida, supõe o método (da baldeação ideológica), naqueles sobre os quais se aplicará, uma impressionabilidade especial quanto a determinado assunto.” E acrescenta, por exemplo, “uma desgraça presente, como a fome, ou a doença.”

Aplicando à presente guerra publicitária: as imagens chocantes difundidas pela Mídia alarmista, cadáveres em sacos plásticos, abolição do rito religioso para funerais, difusão sistemática de notícias computando apenas infecções e mortes … não poderiam deixar de criar um clima emocional, um ponto de impressionabilidade na opinião pública.

Papel gravemente omisso do Clero, CNBB e Vaticano

Para “exorcizar” esse efeito maléfico, pernicioso e antipatriótico da Midia, na manipulação de palavras-talismã, somente uma ação dedicada do Clero, com pregações de caráter sobrenatural, de esperança, de confiança na Providência. Foi o que fez a Santa Igreja em todas as epidemias. Por que razão não o fizeram o Clero, a CNBB e até o Vaticano? Isso fica para a História como um dos pontos mais obscuros dessa Pandemia.

Exorcizar os efeitos talismânicos de certas palavras “mágicas”, habilmente usadas nessa Pandemia, como “saúde pública”, “salvar vidas”, “fique em casa” caberia especialmente ao Poder Espiritual.

Escrevia o Prof. Plinio: “A palavra-talismã radicalizada reluta em explicitar seu sentido. Com efeito, sua grande força está na emoção que provoca. A explicitação, atraindo para ela a atenção analítica de quem a usa ou de quem a ouve, perturbaria e impediria ipso facto a fruição sensível e imaginativa do vocábulo. A palavra-talismã, mantendo assim obstinadamente implícito seu significado, continua a ser veículo e esconderijo do seu crescente conteúdo emocional.”  

“A ação da palavra-talismã pode, pois, ser “exorcizada” mediante sua explicitacão. É a conseqüência do que acabamos de dizer. Compreende-se assim a utilidade do presente trabalho.” https://www.pliniocorreadeoliveira.info/Dialogo_integral.htm#.YJRxs7VKiMo

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Na esfera civil muito se pode fazer e beneméritos sites, jornalistas, médicos e comentaristas — entre outros — se destacaram para mostrar a ilogicidade nessa manobra midiática da opinião pública.

Mas, quão maior seria a eficácia desses beneméritos da esfera civil, se coadjugados, favorecidos pela grande força estabilizadora, confortadora, exorcística — aquela que atinge a alma, — que somente a Religião pode alcançar. E foi, principalmente o que mais nos faltou.

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Quanto à apatia, mencionada pelo Prof. Plinio em sua obra, a nosso ver foi preparada por décadas. O culto hollywoodiano da felicidade terrena, a sobrevalorização do deus Bios, o culto cego e a dependência psicológica à TV prepararam, ou melhor, induziram a população a um estado de apatia.

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Um convite à ação

Outro excelente aspecto da CARTA DO BRASIL é o seu caráter prático. Não se trata de um documento funerário, mas de um convite à luta pelo Brasil cristão. O documento não elenca somente mazelas; ele as aponta e mostra que tudo ainda pode ser feito para salvar a Terra de Santa Cruz desse domínio tão sonhado pela Revolução universal que vem solapando a Cristandade há séculos.

Nossa Senhora Aparecida, coroada Rainha do Brasil;

— o Cristo Redentor, com seus braços abertos abençoando essa terra de Anchieta, do Pe. Manoel da Nóbreza e de tantos missionários que esgotaram aqui suas vidas para cristianizar o Brasil,

— o esforço abnegado de brasileiros que lutaram para manter a Unidade Nacional nos sirvam de alento para — uma vez mais — defender a Terra de Santa Cruz do socialismo ditatorial, venha ele do Forum Econômico Mundial, da ONU, de bilionários a serviço da Nova Ordem Mundial, da Big Tech ou de agentes da esquerda que em nome de uma talismânica “saúde pública” queiram implantar entre nós o servilismo socialista, a abolição dos direitos fundamentais da pessoa humana, nosso direito de praticar a Santa Fé de nossos maiores.

O príncipe D. Bertrand de Orleans e Bragança, discursa na Paulista em 1 de maio. Insígne membro do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira tem Sua Alteza alçado sua voz em defesa da Terra de Santa Cruz.

As gigantescas manifestações ocorridas pelo Brasil afora fizeram estremecer os gestores de senzalas exatamente como acontecia com os tiranos do mundo pagão quando ouviam o tilintar das correntes de seus escravos. Será uma rebelião?

O que tivemos recentemente foi o levantar-se pacífico, ordeiro, dentro da Lei do autêntico Brasil: delenda 1 de maio das esquerdas.

Recomendamos a nossos amigos a leitura e divulgação da CARTA DO BRASIL. A esquerda teme a opinião pública e os Gestores da Pandemia sabem muito bem o mal-estar profundo que estão causando nos brasileiros. As gigantescas manifestações de 1 de maio estão vivas na mente de todos nós.

Esse ainda será um grande País, com as graças da Providência.

(*) Baixe o pdf gratuitamente https://pliniocorreadeoliveira.info/RCR01.pdf

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