China poderia arrasar 80% das bases americanas na Ásia

    Os novos mísseis que a China está instalando podem destruir cinco das seis bases dos EUA na Ásia, ameaçando a liberdade de navegação no Leste asiático, denunciou relatório do Congresso americano, citado por “The Washington Times”.

    O relatório qualificou de “assustador o aumento da capacidade chinesa para neutralizar as operações militares americanas na região”.

    O relatório coincidiu com as crescentes provocações bélicas da Coréia do Norte, subrepticiamente escoradas por Pequim. Nas mesmas semanas multiplicaram-se as provocações de barcos pesqueiros chineses a navios guarda-costas japoneses.

    A única base americana ainda inatingível é a de Guam sediada a 1.800 milhas do continente, e a maior base aeronaval americana que inclui submarinos, bombardeiros e aviões de espionagem.

    Pequim, porém, está preparando um novo tipo de bombardeiro de longo alcance que poderá atingi-la.

    Num ataque, as bases aéreas americanas de Osan e Kunsan na Coréia do Sul poderiam ser arrasadas logo de início com mísseis disparados desde a própria China.

    As bases de Kadena, Misawa e Yokota no Japão também seriam alvo fácil.

    “E não só as bases americanas seriam atingíveis no caso de um conflito, mas também os porta-aviões”, diz o relatório que faz uma radiografia pormenorizada das numerosas novas armas desenvolvidas pelo gigante comunista nos últimos anos.