Notícia de Voice of Europe, 25 de julho: “A Hungria chegou a um acordo com a Polônia e a Estônia para estabelecer um mecanismo de alerta contra o Pacto Global sobre Migração, da ONU, que permitiria aos países “avançar contra tais propostas pró-migração em suas fases iniciais, sejam elas elaboradas na ONU ou em Bruxelas“”.

          “Peter Szijarto, Ministro dos Negócios Estrangeiros da Hungria, confirmou ao MTI da Hungria que o acordo tinha sido alcançado com os seus homólogos polacos e estonianos, sobre os relatórios da Hungria. Na segunda-feira, Szijarto disse: “Mais uma vez ficou claro que as forças pró-migração querem tornar obrigatório o pacto de migração global das Nações Unidas, o documento de migração mais perigoso do mundo“. Em dezembro passado, na Assembleia Geral da ONU, 152 países votaram a favor do Pacto Global sobre Migração, enquanto cinco votaram contra, 13 países se abstiveram e 57 não votaram”.

          “Hungria, Polônia, República Tcheca, Estados Unidos e Israel – que rejeitaram o documento em dezembro passado – também foram acompanhados pela Estônia na votação mais recente”.

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               A constituição de organismos supranacionais e a independência das Nações

A tendência de constituir organismos supranacionais é um bem ou um mal? Deve o Brasil aceitar indiscriminadamente a imigração? Deve o Brasil aceitar a interferência na Amazônia?

Assim comenta o Prof. Plinio:

           “Um povo existe normal e plenamente quando tem uma alma própria, e suficiente liberdade para estruturar segundo esta alma as suas instituições, costumes, cultura e modo de vida.

         “Assim, uma organização mundial (por exemplo a ONU e em certo sentido a União Europeia) não deve ter em mira, de nenhum modo, a destruição das características nacionais ou regionais. Pelo contrário, deve ver nelas verdadeiros tesouros de humanismo ( no sentido bom deste complexo vocábulo ) e, pois, as deve proteger com todas as suas forças.

             Como a Igreja resolveu essa questão?

      “Exemplo desta atitude sábia é a própria Igreja. Em seu grêmio convivem pacificamente todos os povos. A Igreja quer irmaná-los, como boa Mãe que é. Mas uma mãe não irmana seus filhos destruindo-lhes as características psicológicas e a personalidade. Ela os educa de maneira que, retamente e plenamente desenvolvida a personalidade de cada qual, entendam-se perfeitamente. E, por isto, se a Igreja trabalha com empenho para que todos os povos se amem, não quer que o suíço, o chinês, o escocês, o turco, sejam menos caracteristicamente nacionais do que são.

           “O mesmo deve fazer toda organização supra-nacional digna deste nome. Assim é que se respeita o direito à existência de todos os povos. Este direito, aliás, não é ilimitado. Das características nacionais, algumas há que não podem ser respeitadas, e que um organismo supra-nacional deveria estar em condições de proscrever. São as que contrariam os princípios da moral natural e cristã, como o hábito de certos selvagens, de enterrarem vivos alguns de seus filhos”.                                              https://www.pliniocorreadeoliveira.info/1951_012_CAT_(4)A_estrutrura_supra_nacional.htm

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O que estamos vendo é exatamente organismos supranacionais como a União Europeia e a ONU imporem às nações membros a violação do direito natural (como aborto, ideologia de gênero, imigração descontrolada). Em boa hora Hungria, Polônia e Estônia se levantam para defender a sua identidade nacional contra o Pacto Global de Migração.

A Amazônia é nossa!

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