Mentira orquestrada para impedir a defesa da família?

Jovens voluntários do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira fazem campanha em defesa da família por todo o Brasil. A quem interessa desprestigiar o Instituto?

O site Correio do Brasil publicou matéria (13/10) intitulada Neonazistas brasileiros saem da toca?, no qual tenta colocar no mesmo ‘bolo’ grupos violentos de skinheads e entidades beneméritas em defesa da família.

Fazendo eco à calúnia iniciada pelo site IG (saiba mais), o articulista Eduardo Sales de Lima procura confundir o leitor. Após relatar o assassinato de um punk, perpetrado por grupos skinhead, o artigo injeta o veneno, dizendo que tais grupos violentos ‘de extrema direita’ inspiram-se em entidades que defendem a família e a cristandade.

Diz, por exemplo, “alguns [desses] jovens assistem a seminários promovidos pelo Instituto Plínio Correia de Oliveira (criador da TFP – Tradição, Família e Propriedade) e gostam dos escritos do jornalista Olavo de Carvalho.”

Como já dissemos em resposta ao IG, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira é uma entidade civil de inspiração católica e de orientação inteiramente pacífica e ordeira. Não há no artigo do Correio do Brasil – nem em qualquer outro lugar – nenhuma prova de qualquer incitamento à violência feito por nossa entidade. Mas há a insinuação maliciosa e intencional, isto é, calúnia.

O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira alegra-se de estar entre as associações que mais se destacam em defesa da família, do futuro moral de nossos filhos, da livre iniciativa e da propriedade particular. Colocar a pecha de “neonazista” em entidade que tantos esforços está despendendo para defender princípios sagrados e fundamentais só pode favorecer os que querem destruir o edifício moral do Brasil.

Estaremos diante do começo de uma manobra publicitária para desmerecer e desprestigiar os inúmeros grupos que estão nascendo e se desenvolvendo com o objetivo de defender o Brasil e a civilização cristã?

P.S.: Faço notar dois pontos:

1 – Curiosamente, tanto o site IG quanto Correio do Brasil escreveram da mesma maneira errada o nome deste Instituto. Será que não poderiam ter pesquisado melhor? E por que as duas erraram exatamente da mesma maneira?

2 – Alguns parágrafos do artigo do Correio do Brasil são claramente cópias maquiadas do artigo do IG. Repito: será o início de uma orquestração? Quem estará por detrás dela? Esperemos para ver. Já tenho minhas hipóteses…