Milionários subornos chineses para espalhar o medo do aquecimento global

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Chefe de Departamento de Harvard recebia verbas ocultas da China

A China teria investido bilhões de dólares para seduzir cientistas em universidades americanas de elite como Harvard, Yale, Georgetown e Cornell com o objetivo de promover o alarmismo climático, segundo documentos colhidos pelo Ministério de Educação dos EUA. Cfr. Climate Change Dispatch: “How China’s Communist Party Is Stoking Climate Alarmism At Elite Colleges”.

Os documentos deixam ver que Pequim aposta nesse alarmismo como “uma das principais armas do Partido Comunista Chinês contra os EUA”, pois induz a prejudiciais despesas e restrições econômicas.

Os dados constam num relatório publicado por Jay Lehr, analista da International Climate Science Coalition e ex-diretor do Heartland Institute, e por Tom Harris, diretor executivo da International Climate Science Coalition, sediada no Canadá.

As Universidades americanas são obrigadas por lei a declarar a procedência de qualquer doação superior aos 250.000 dólares proveniente do exterior, mas a lei não era aplicada.

Lehr e Harris citam um documento de 2019 do Conselho Geral do Departamento de Educação dos EUA afirmando que haviam sido descobertos US $ 6,5 bilhões em financiamentos universitários não declarados.

A China seria a maior financiadora de “uma das armas principais apontadas contra os EUA: a da mudança climática antropogênica”, mas não seria a única. Também teriam participado a Rússia, a Arábia Saudita, o Irã e outras nações.

Essas graúdas verbas visavam também, segundo o Departamento de Defesa, “roubar dados confidenciais de pesquisa e outras propriedades intelectuais, além de espalhar propaganda em benefício próprio”.

Chefe de Departamento de Harvard preso por suas relações ocultas com a China

A manobra foi descoberta em decorrência de declarações do Dr. Charles Lieber, chefe do Departamento de Química e Biologia Química da Universidade de Harvard, indiciado por mentir ao Departamento de Defensa a propósito do seu engajamento com o Partido Comunista Chinês (PCCh).

Um exemplo fornecido por Lehr-Harris de como o PCCh usou universidades para promover o alarmismo climático foi uma “pesquisa” que calculou que a mudança climática aumentaria o custo da cerveja, conclusão que logo levantou suspeitas.

Dita “pesquisa” foi financiada por oito organizações chinesas e foi conduzida por pesquisadores chineses inscritos em universidades dos EUA.

O relatório Lehr-Harris conclui que “faz plenamente sentido que os comunistas chineses estejam manipulando os temores de uma catástrofe climática a seu favor”.

“O Partido Comunista Chinês (PCCh) quer que os EUA e outras nações aprovem leis que tornem a energia e a manufatura mais caras.

“Enquanto isso os marxistas expandem sua economia, pegam nossas indústrias e nossos empregos com pouca consideração pelo meio ambiente ou pelos direitos humanos”.

“É uma ferramenta geopolítica estratégica usada pela China e outras nações que querem enfraquecer os EUA e as liberdades de que desfrutamos”, diz o relatório.

Investimentos chineses em universidades americanas de elite para promover o alarmismo climático

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